Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Chapa 'Enfermagem eu quero mudar' promete inovação em eleição do Coren
Foto: Priscila Melo / Bahia Notícias

Em 8 e 9 de novembro os profissionais de enfermagem da Bahia vão às urnas para eleger nova diretoria para o Conselho Regional da categoria (Coren). A mesa diretora eleita ficará à frente da entidade por três anos. Em 2020, os 137 mil profissionais que integram a categoria vão lidar com uma eleição diferente. Isso porquê nos três últimos pleitos o Coren-BA teve apenas uma chapa concorrendo, explicam Jimi Medeiros e Rosane Santiago, integrantes da Chapa 3.

 

As eleições ocorrerão pela internet e com apenas duas exigências. Os profissionais devem estar com anuidades regularizadas e o telefone atualizado. No dia da eleição o associado vai receber um código no celular cadastrado para validar o voto.

 

A Chapa 1 representa a atual mesa diretora da entidade, que disputa a quarta eleição, explicam profissionais.

 

Em entrevista ao Bahia Notícias, os integrantes da Chapa 3, "Enfermagem eu quero mudar", se definem como “mais que uma chapa, mas um movimento de profissionais”. Eles chegam com a promessa de inovação, representação e modernidade.

 

"Temos percebido é uma baixa capacidade de diálogo que o Conselho Regional de enfermagem atualmente tem com a categoria. Não traz a categoria próxima ao conselho”, comentou Jimi.

 

Ele ainda ressalta que pandemia da Covid-19, que já matou mais de um milhão de pessoas no mundo, mostrou fragilidades da profissão, pelas condições de trabalho. Na Bahia, os profissionais da saúde infectados pela doença já passam de 25,9 mil, e os profissionais da enfermagem estão entre os mais infectados.

 

“Sem piso salarial, conforto de enfermagem. Entendemos que é uma autarquia federal, com prerrogativas da fiscalização, do exercício profissional, mas pode pautar mais que isso”, pondera Jimi.

 

Rosane Santiago ressalta que o grupo tem como pauta "a valorização e representação profissional”. “O profissional do interior não se sente bem quisto. Foram fechadas 5 subseções no interior. Eles precisam se deslocar para a capital ou sessão mais próxima para serviços presenciais. Foi impedido o acesso. Queremos reabrir e aproximar os profissionais", afirmou ela.

Histórico de Conteúdo