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Sábado, 23 de Outubro de 2021 - 18:20

Salvador realiza 'Arrastão da 2ª Dose' a partir de segunda

Salvador realiza 'Arrastão da 2ª Dose' a partir de segunda
Foto: Myke Sena / MS

Salvador vai realizar o “Arrastão da 2ª Dose” a partir da segunda-feira (25). O objetivo é fazer com que toda a população acima de 18 anos seja totalmente imunizada contra a Covid-19 nos próximos dias. A iniciativa, que acontece na segunda e terça-feira (26), e foi anunciada pelo prefeito Bruno Reis neste sábado (23).

 

O Arrastão da 2ª Dose acontecerá de forma escalonada, de acordo com a data prevista para cada imunizante. Nesses dois dias, não haverá vacinação para os demais públicos. Os postos da estratégia ainda não foram divulgados pela gestão.

 

“Estamos fazendo isso porque vacinamos a última faixa etária das pessoas adultas no dia 20 de agosto. Portanto, toda a população adulta de Salvador já poderá ser imunizada. No entanto, nós temos hoje 170 mil pessoas que ainda não voltaram para tomar a segunda dose”, afirmou o prefeito.

 

SEGUNDA-FEIRA (25)

Das 8h às 12h:

- CoronaVac com data indicada no cartão até 25/10/2021;

- Oxford com data indicada no cartão até 16/11/2021;

- Pfizer com data indicada no cartão até 16/11/2021.

 

Das 13h às 16h:

- CoronaVac com data indicada no cartão até 26/10/2021;

- Oxford com data indicada no cartão até 17/11/2021;

- Pfizer com data indicada no cartão até 17/11/2021.

 

Das 17h às 21h:

- CoronaVac com data indicada no cartão até 27/10/2021;

- Oxford com data indicada no cartão até 18/11/2021;

- Pfizer com data indicada no cartão até 18/11/2021.

 

TERÇA-FEIRA (26)

Das 8h às 12h:

- CoronaVac com data indicada no cartão até 28/10/2021;

- Oxford com data indicada no cartão até 19/11/2021;

- Pfizer com data indicada no cartão até 19/11/2021.

 

Das 13h às 16h:

- CoronaVac com data indicada no cartão até 29/10/2021;

- Oxford com data indicada no cartão até 20/11/2021;

- Pfizer com data indicada no cartão até 20/11/2021.

 

Das 17h às 21h:

- CoronaVac com data indicada no cartão até 30/10/2021;

- Oxford com data indicada no cartão até 21/11/2021;

- Pfizer com data indicada no cartão até 21/11/2021.

Sábado, 23 de Outubro de 2021 - 17:50

Salvador suspende vacinação contra Covid-19 neste domingo

Salvador suspende vacinação contra Covid-19 neste domingo
Foto: Myke Sena / MS

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) informou que não haverá vacinação contra a Covid-19 em Salvador neste domingo (24). A estratégia será retomada na segunda-feira (25), com o “Arrastão da 2ª Dose”.

 

A capital baiana aplicou, até este sábado (23) 3.509.105 doses de vacina. 

Com crise hídrica e pandemia, casos de dengue caem 47% e de zika 19%
Foto: Reprodução/Pixabay

O último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde aponta que os adoecimentos por dengue diminuíram 47,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Até setembro, dado mais recente, foram 477,2 mil casos. No mesmo período de 2020, tinham sido registrados mais de 700 mil casos.

 

Segundo publicação do Metrópoles, a redução pode estar ocorrendo por uma série de fatores, como as medidas de restrição por causa da Covid-19, a conscientização da população para a mitigação de criadouros do mosquito, o impacto da crise hídrica ou o comportamento sazonal da doença.

 

As infecções por Zika vírus, outra doença provocada pelo Aedes, que causou uma epidemia entre 2015 e 2016, levando o Brasil para as manchetes internacionais, também caíram. Nesse caso, os adoecimentos computados somam 5.361 até setembro de 2021. No ano passado, até o mesmo mês, foram 6,4 mil.

Intercambialidade: Certificado para quem tomou vacinas diferentes é liberado
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Ministério da Saúde anunciou nesta sexta-feira (22) a liberação de emissão do certificado de vacinação contra a Covid-19 para pessoas que tomaram duas doses de marcas diferentes, a chamada intercambialidade. A emissão poderá ser realizada por meio do aplicativo ConecteSUS. A informação é da Agência Brasil.

 

Essa alternativa estava proibida no app. Em nota no início do mês, o ministério reconheceu que o sistema impedia a emissão do certificado e informou que buscaria uma solução para evitar essa limitação.

 

O certificado de vacinação é um documento que o cidadão pode emitir para comprovar que concluiu o ciclo vacinal, seja por meio do recebimento de duas doses na maioria dos casos ou da dose única em se tratando da vacina da Janssen.

 

De acordo com a nota técnica do Ministério da Saúde, de maneira geral as vacinas contra a covid-19 não são intercambiáveis, ou seja, indivíduos que iniciaram a vacinação devem completar o esquema com a mesma vacina. No entanto, em situações de exceção, onde não for possível administrar a segunda dose com uma vacina do mesmo fabricante, seja por contraindicações específicas ou por ausência daquele imunizante no país, poderá ser administrada uma de outro laboratório.

 

A segunda dose deverá ser administrada respeitando o intervalo adotado para o imunizante utilizado na primeira dose.

 

As mulheres que receberam a primeira dose da vacina AstraZeneca/Fiocruz e que estejam gestantes ou no puerpério (até 45 dias pós-parto), no momento de receber a segunda dose da vacina, deverá ser ofertada, preferencialmente, a Pfizer/Wyeth. Caso esse imunizante não esteja disponível na localidade, poderá ser utilizada a vacina Sinovac/Butantan.

Incor pede autorização à Anvisa para testes clínicos de vacina spray
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Instituto do Coração (Incor) em São Paulo enviou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta quinta-feira (21), o pedido de autorização para os testes clínicos da vacina em spray contra a covid-19. A ideia é iniciar as fases 1 e 2 do estudo em 2022. O documento detalha aspectos técnicos e metodológicos do imunizante em avaliação. A informação é da Agência Brasil.

 

De acordo com o Incor, a vacina spray “é  inédita no mundo não apenas pela sua forma de administração pelas narinas, mas também pelos componentes derivados do vírus que ele utiliza  para a imunização e pelo veículo que os transporta (nanopartículas)”, aponta nota da instituição.

 

O imunizante é desenvolvido pelo Laboratório de Imunologia do InCor e tem como parceiros a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Universidade de São Paulo (USP), especificamente a Faculdade de Medicina, o Instituto de Ciências Biomédica e a Faculdade de Ciências Farmacêuticas. 

 

Os resultados iniciais são promissores. Os experimentos mostram que animais imunizados com a vacina spray tiveram altos níveis de anticorpos IgA e IgG e também uma resposta celular protetora. 

 

Serão 280 participantes divididos em sete grupos, seis deles vão tomar doses diferentes entre si e o último vai receber placebo. A dose diferenciada é para testar a melhor dosagem. Essas fases devem durar até três meses. O objetivo é avaliar a segurança, a resposta imune e o esquema vacinal (dose) mais adequado.

 

O Incor aponta que, diferentemente das vacinas existentes, que usam a proteína spike para induzir a resposta imune do organismo, o imunizante que está em desenvolvimento utiliza peptídios sequenciais derivados de proteínas que compõem o vírus. A forma de administrar o medicamento, pelas narinas, utiliza uma nanopartícula que consegue ultrapassar a barreira protetora dos cílios e do muco.

Sábado, 23 de Outubro de 2021 - 00:00

Descubra quais crenças são mitos e quais são verdades sobre o câncer de mama

por Gabriela Icó

Descubra quais crenças são mitos e quais são verdades sobre o câncer de mama
Foto: divulgação / Sociedade Brasileira de Mastologia

Quantas vezes você já ouviu que usar desodorante pode causar câncer de mama? Você já deixou de usar o produto por isso? Será que isso é mesmo verdade? A doença, razão de muito temor, é o tumor que mais matou mulheres no Brasil com 18.068 óbitos, 16,4% das mortes por câncer entre mulheres em 2019, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Além disso, é o segundo tipo de câncer mais comum entre as brasileiras, com 66.280 casos (29,7%) em 2020.

 

Embora o assunto seja muito conhecido e divulgado no Brasil, especialmente durante o Outubro Rosa, ainda há muitas crenças populares sobre a doença. A médica especialista em mastologista pelo Hospital Sírio Libanês e professora do internato de Medicina da UniFTC, Narjara Monteiro, comentou algumas crenças populares sobre o câncer de mama e apontou quais são mitos ou verdades.

 

DESODORANTE CAUSA CÂNCER DE MAMA

Mito. "Não tem nenhuma relação, o desodorante pode ser usado. O que pode acontecer é que, a depender do tipo de desodorante, do quanto de álcool tem concentrado, pode causar uma irritação na axila. Eventualmente, a irritação pode causar aumento ganglionar e a paciente pode sentir a presença de um linfonodo, que a gente chama de ‘íngua’. A especialista explica que seria uma reação, um linfonodo palpável na axila, mas sem relação com nenhum tipo de câncer. "É absolutamente seguro usar qualquer tipo de desodorante".

 

Narjara diz que o que não é recomendado é o uso de talco na véspera da mamografia. "Porque às vezes aparece no exame como uma microcalcificação, algo que pode ser um fator de confusão no laudo, causando um resultado incorreto. Não há nenhum ensaio clínico randomizado, com nível de evidência A, de que isso cause câncer de mama". A médica afirma que a doença é resultado de uma lesão no DNA. "Então, tem que ter algo muito mais forte, mais de risco, para causar essa alteração genética".

 

SÓ TEM CÂNCER DE MAMA QUEM TEM HISTÓRICO FAMILIAR

Mito. A maioria dos casos de mama não tem origem hereditária. Segundo o INCA, de 5% a 10% dos casos de câncer de mama são hereditários (mutações germinativas).

 

"Nos outros 90% a 95% dos casos, isso é desenvolvido ao longo da vida (mutações somáticas). O que vai causar essas alterações são os hábitos e outros fatores. Para evitar o câncer, são prevenções primárias, como alimentação saudável, atividade física regular e o não uso excessivo de estímulo hormonal por longo período", explica a mastologista.

 

QUEM FAZ AUTOEXAME NÃO PRECISA FAZER MAMOGRAFIA

Mito. O autoexame ajuda o acompanhamento, mas não substitui a mamografia para detecção precoce. "O autoexame, quando detecta, já está com, pelo menos, 1,5 ou 2 cm. E não é o que a gente quer, a gente quer pegar lesões que ainda não são palpáveis, mas que podem ser vistas na mamografia".

 

A especialista defende que o autocuidado deve ser estimulado, especialmente nos casos em que as pacientes que não tem acesso fácil ao exame. “Mas, por exemplo, o fato de a paciente não sentir nada palpável não significa que não precisa fazer a mamografia aos 40 anos. É o exame que provocou redução de mortalidade por câncer de mama”, detalha.

 

A RADIAÇÃO DA MAMOGRAFIA CAUSA CÂNCER

Mito. A radiação da mamografia não causa câncer. O exame não é invasivo e deve ser feito inclusive por quem tem próteses mamárias. Segundo o Colégio Brasileiro de Radiografia, o procedimento tem uma quantidade de radiação pequena e segura. "É uma vez por ano. Então, não justifica a paciente deixar de fazer o exame por conta dessa radiação, que é anual", avalia a mastologista.

 

Narjara também alerta que a mamografia não evita o câncer. "O exame tem missão secundária, de diagnosticar pequenas lesões na fase inicial, ou lesões de risco para a doença", orienta, dizendo ser uma crença comum entre as pacientes.

 

PÍLULA ANTICONCEPCIONAL CAUSA CÂNCER

Mito. A mastologista explica que não, mas há uma ressalva. "Já existe um risco para as pacientes que utilizam a pílula há mais de dez anos. É preciso ter acompanhamento. Por exemplo, para meus pacientes que têm histórico de câncer de mama ou que já fizeram alguma biópsia prévia, com alguma alteração de risco, não sugiro". A especialista aponta que, nesses casos, é mais um fator para a doença.

 

CÂNCER DE MAMA TEM CURA

Verdade. Mas a cura depende do estágio do câncer e do diagnóstico precoce. "O grande problema do Brasil hoje é que o diagnóstico é tardio. E há uma impressão que a doença é um quadro que leva à morte, mas não é bem assim. Quanto mais cedo for identificado, maior é a chance de cura", afirma.

 

Apesar de muitas crenças populares e afirmações que circulam nas redes sociais serem falsas, a especialista alerta: há alguns fatores de risco para a doença que já foram comprovados: obesidade, início precoce da menstruação e o início tardio da menopausa, falta de atividade física e o alto consumo de álcool. Além disso, a amamentação protege do câncer de mama.  "Quanto maior o tempo, maior a proteção", explica a mastologista.

Vacina da Pfizer contra Covid-19 tem 90,7% de eficácia em crianças de 5 a 11 anos
Foto: Erasmo Salomão/MS

A vacina contra a Covid-19 da farmacêutica Pfizer demonstrou 90,7% de eficácia contra a infecção do novo coronavírus em crianças de cinco a 11 anos durante um estudo clínico realizado pela própria empresa. A informação foi divulgada pela companhia nesta sexta-feira (22).

 

O estudo contou com 2.268 participantes. De acordo com a Pfizer, apenas três crianças vacinadas com o imunizante desenvolveram a Covid-19 após ter contato com o vírus, enquanto 16 das que receberam doses de placebo acabaram doentes.

 

A farmacêutica administrou as duas doses do imunizante com um intervalo de 21 dias. Cada uma contém o equivalente a um terço da quantidade inoculada em pessoas maiores de 12 anos. Segundo resultados preliminares, essa porção do fármaco garante níveis de anticorpos semelhantes aos desenvolvidos por adultos que receberam a dose completa, com 30 microgramas.

 

Os dados do estudo foram enviados à Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos. A reunião com os integrantes da agência para a votação que vai decidir se o imunizante poderá ser aplicado nas crianças dessa faixa etária será realizada na próxima terça-feira (26/10).

USP planeja teste de transplante de rim de porco para humano no Brasil em dois anos
Foto: Reprodução/Pixabay

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) ficaram animados com a notícia do sucesso de um transplante de um rim de porco para um humano sem que uma rejeição imediata fosse desencadeada em seu sistema imune no Estados Unidos. Uma pesquisa associada a USP segue uma linha semelhante e, de acordo com reportagem do Estadão, os planos são de fazer os primeiros testes desse tipo de transplante com seres humanos no país em dois anos, caso o estudo consiga investimento para construir um criadouro biosseguro (pig facility).

 

Esse estudo brasileiro é comandado por Silvano Raia, pioneiro do transplante de fígado na América Latina. “Por mais que os dados de laboratório indicassem que estávamos no caminho certo, existiam os céticos. O fato de terem conseguido demonstra que essa linha de pesquisa é promissora”, avalia o cirurgião à reportagem do Estadão.

 

A leitura da geneticista Mayana Zatz, também envolvida na pesquisa, é de que o sucesso americano facilita a aprovação de experimentos por comitês de ética brasileiros. “É importante no sentido de mostrar: ‘Olha, já está sendo feito nos EUA’.”

 

Conforme a reportagem, o estudo brasileiro foi concebido por Raia há quatro anos e vem sendo desenvolvido no Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células Tronco da USP, onde se criou um laboratório de xenotransplante (transplante entre espécies diferentes). A iniciativa teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e da farmacêutica EMS. A parte de engenharia genética, segundo os cientistas, consiste na inativação de genes do porco e na adição de genes humanos.

Brasil tem 20 milhões de pessoas com segunda dose da vacina Covid-19 atrasada
Foto: Myke Sena / MS

Dados do Ministério da Saúde apontam que mais de 20 milhões de brasileiros estão com o esquema vacinal contra a Covid-19 incompleto por não terem voltado aos postos de imunização para tomar a segunda dose da vacina.

 

A pasta federal aponta que se essas pessoas tivessem tomado as duas doses, o Brasil teria mais de 80% da público-alvo completamente vacinado contra a Covid-19.

 

O Ministério da Saúde reforça a importância de tomar as duas doses dentro do intervalo recomendado para cada imunizante. Só assim as vacinas irão atingir a efetividade necessária contra a Covid-19.

 

O boletim epidemiológico divulgado todos os dias pela pasta revela que a média móvel de óbitos registra uma queda de 87% se comparado com o pico da pandemia.

 

Até o momento, o Ministério da Saúde enviou aos estados e o Distrito Federal mais de 320 milhões de doses de vacina Covid-19. O Brasil chegou a quase 95% do público-alvo, adultos a partir de 18 anos, vacinados com a primeira dose. Além disso, 69,9% completaram o esquema vacinal com as duas doses ou dose única do imunizante no braço.

 

 Mais de 4,6 milhões receberam o reforço na imunização, a terceira dose da vacina.

Sexta, 22 de Outubro de 2021 - 11:00

Bahia chega a três mortes e 190 casos da variante Delta

Bahia chega a três mortes e 190 casos da variante Delta
Foto: Fernando Vivas/GOVBA

A Bahia chegou a três mortes e 190 casos da variante Delta. Mais 55 casos foram detectados após análises da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os casos foram detectados em 47 municípios, com maior número de casos em Salvador (39), Pé de Serra (19), Lauro de Freitas (12), Bonito (11), Feira de Santana (9), Baixa Grande (7), Riachão do Jacuípe (7), Ilhéus (7), Camaçari (6) e Nova Fátima (6).

 

A variante Delta já é predominante nos sequenciamentos genéticos do coronavírus feitos na Bahia (leia mais aqui). De acordo com a secretária da Saúde em exercício, Tereza Paim, a cepa predomina no espalhamento do vírus no estado. “Hoje ela é quase 100% predominante no sequenciamento que nós fazemos, seja ele aleatório, seja ele o caso da UTI, seja ele algum óbito. E isso nos preocupa”, disse a secretária nesta quinta-feira (21).  A preocupação sinalizada pela secretária está principalmente naqueles municípios que tem avançado de forma mais lenta na vacinação contra Covid-19. “A gente tem aí o Extremo Sul que tem nos preocupado bastante em relação a disseminação do vírus. E por isso estamos sendo muito incisivos com a vacinação. As pessoas precisam se cuidar e os gestores precisam cuidar das pessoas”, defendeu. 

 

Além da Fiocruz, o Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) também tem feito sequenciamento no estado. De acordo com a diretora geral da unidade, Arabela Leal, a atenção está concentrada nas amostras provenientes de municípios com aumento do percentual de casos. O Lacen-BA analisou amostras de mais de 200 municípios dos nove Núcleos Regionais de Saúde.

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