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Viver Bem: Prevenção à cegueira é pauta na campanha do 'Abril Marrom'
Criada com o objetivo de conscientizar sobre o tratamento e diagnóstico precoce das  doenças que afetam a visão e podem levar à cegueira, a campanha "Abril Marrom" é celebrada nacionalmente desde 2016 e a escolha desse tom para representar o mês se deu pelo fato desta ser a cor de íris mais comum nos olhos dos brasileiros.

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Dor de cabeça pode ser indicativo de Covid-19, alerta especialista

Estresses do dia a dia e cansaço do corpo são algumas das causas de cefaleia, ou seja, dores de cabeça. Entretanto, elas também podem indicar sintomas da Covid-19, sobretudo em se tratando de pessoas sem histórico deste tipo de incômodo e que começaram a apresentá-lo de forma contínua, nos últimos meses. O alerta é do clínico geral do Sistema Hapvida, João Carlos. “É normal uma dor de cabeça, mas é sempre bom investigar. A covid pode ter a cefaleia como um dos sintomas da infecção. A dor de cabeça não é a doença, mas sim um dos sintomas”, explica. 

 

O especialista orienta às pessoas que normalmente nunca tiveram dor de cabeça e começaram a sentir o incômodo de forma diária e intensa, que procurem por um atendimento médico. Ele enfatiza que é comum pacientes que foram infectados pelo novo coronavírus reclamar de dores de cabeça, as quais têm sido consideradas como um sintoma pós-covid. “Além da dor de cabeça, é muito frequente o paciente relatar dispneia, dores ou dormência nas pernas, e até já recebemos relatos de queda de cabelo. Por um certo tempo é normal, mas se essa dor de cabeça se tornar crônica, é bom procurar um especialista para investigar se há outras causas além da covid”,  recomenda o médico.

 

AUTOMEDICAÇÃO

João Carlos ainda faz um alerta para a automedicação. Segundo o médico, paciente que toma analgésico a cada um ou dois meses, por conta da dor de cabeça, não é algo considerado perigoso. Todavia, fora dessa situação, o consumo frequente pode ocasionar outros tipos de dores de cabeça, conhecida pela medicina como cefaleia medicamentosa. “O uso crônico do analgésico ocasiona mais dor de cabeça. Quando você para de tomar e depois volta a sentir, é porque o organismo já sente a falta da medicação”, esclarece o profissional enfatizando que o recomendável é só tomar um analgésico quando a dor for muito intensa, em raras ocasiões.

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Viver Bem: Psicóloga alerta sobre transtornos compulsivos e ansiedade na pandemia
Há mais de um ano todo o Brasil vem enfrentando a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Sentimentos como incerteza e ansiedade tomam conta da maior parte das pessoas. Com o número crescente dos casos e figuras públicas perdendo suas vidas por conta  da Covid, muitas acabaram desenvolvendo transtornos compulsivos e de ansiedade.

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Viver Bem: Vai treinar em casa? Especialista alerta para os cuidados necessários
A prática da atividade física está diretamente relacionada com a manutenção da saúde. Interrompê-la por causa do isolamento social, não deve ser a solução mais acertada neste período, sobretudo diante da necessidade de se manter o organismo em bom funcionamento. O ato da prática esportiva ajuda na redução do estresse e no aumento da imunidade, então, uma parte do dia deve ser reservada para este fim.

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Viver Bem: Pandemia traz à tona a importância do cuidado com as questões psicológicas
Há mais de um ano, os brasileiros estão em isolamento social e aqueles que atuam em serviços considerados como essenciais seguem no dia a dia das cidades, as quais tiveram sua rotina alterada e trazem um ponto comum a todos: o medo da contaminação pelo coronavírus. Diante deste novo fluxo de vida, a saúde mental passou a figurar como uma área que precisa de um maior zelo e atenção por parte das pessoas. Se no passado procurar a terapia era algo visto como negativo, agora o jogo mudou.

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Viver Bem: Como está o cuidado com o seu sistema imunológico?
A alimentação equilibrada é uma ótima alternativa para fortalecer o sistema imunológico e fazer com que o corpo consiga se defender da melhor forma, caso seja infectado. Ao longo da pandemia, a população tem recorrido a esse olhar mais criterioso quanto ao consumo de alimentos ricos em vitaminas, sobretudo com as variantes do coronavírus em circulação que têm acometido pessoas de diferentes faixas etárias.

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Viver Bem: Campanha chama a atenção para os cuidados com a saúde da mulher

Dor pélvica intensa, principalmente, no período menstrual, dores durante a relação sexual, ao urinar e defecar,  e a dificuldade em engravidar, são os principais sinais e sintomas da doença ginecológica crônica que acomete cerca de sete milhões de brasileiras. Estamos falando da endometriose, doença que ocorre quando há presença de tecido semelhante ao endométrio, que reveste o útero, fora da sua localização habitual. Para chamar a atenção do público feminino aos cuidados desta patologia, neste mês, é celebrada a campanha mundial do Março Amarelo. 

 

O ginecologista da Hapclínica Feira de Santana, do Sistema Hapvida, Franklin Maciel, afirma que ainda não se sabe quais são as reais causas dessa doença, já que existem várias teorias para o seu surgimento. "A hipótese mais aceita é a da menstruação retrógrada, que é quando o sangue que deveria ser eliminado durante o período menstrual, retorna, se fixa e se desenvolve em órgãos onde não deveria, como ovários, tubas uterinas, bexiga, intestino, entre outros", explica o especialista, acrescentando que isso pode gerar um processo inflamatório muito doloroso para a mulher.  

 

Conforme o médico, esta patologia atinge aproximadamente cerca de 10% a 15% de mulheres em idade reprodutiva. Isso acontece porque a doença pode surgir somente a partir da primeira menstruação e se estender até a última.  Ainda de acordo com Franklin, é muito importante lembrar que a endometriose é uma doença difícil de diagnosticar por meio de exames físicos realizados durante a consulta ginecológica de rotina. "Os exames de imagens são os meios mais adequados para indicar possíveis existências do problema. Quanto mais precoce a descoberta, menor será o número de órgãos acometidos, e assim, o tratamento hormonal apropriado poderá ser definido", sinaliza Maciel. 

 

A endometriose não tem cura definitiva, entretanto, existem diversos tratamentos eficazes para o controle da doença e a remissão dos sintomas, que vão ajudar os pacientes a recuperarem a qualidade de vida. "A intervenção médica vai depender de alguns fatores como o estágio da doença e o desejo ou não da mulher de engravidar. O tratamento pode ser desde uma terapia hormonal a um procedimento cirúrgico", relata o especialista. O Dr. Franklin Maciel ainda faz um alerta sobre a importância do acompanhamento junto ao médico ginecologista de confiança para que se possa traçar estratégias individualizadas para cada paciente.

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Casos de Covid-19 em crianças estão associados à síndrome inflamatória multissistêmica
Os casos de Covid-19 voltaram a crescer no Brasil, e, na Bahia, o cenário não tem sido diferente. Apesar do registro de crianças infectadas pela doença ser menor do que em adultos, os pais têm ficado em alerta, sobretudo, acerca da síndrome inflamatória multissistêmica - condição rara que afeta as veias e artérias -  que acomete os pequenos após serem contaminados pelo coronavírus. O coordenador do setor de pediatria do Hospital Francisca de Sande, do Sistema Hapvida, Marcus Vinicius, explica que essa tem sido a principal causa de óbitos associado ao vírus, no público da faixa etária pediátrica.

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Viver Bem: Como o cancelamento digital pode afetar a vida real?
Nas últimas semanas, muito tem se falado sobre a cultura do cancelamento. Famosos, influenciadores digitais e até mesmo instituições, sejam elas públicas ou privadas, têm sido alvos dos "justiceiros virtuais" - grupo de pessoas que utilizam as redes sociais como uma nova forma de justiça social, simplesmente, por acreditar que algum tipo de comportamento, opinião ou ideologia exposta por personalidades ou empresas na internet sejam ações errôneas ou condutas reprováveis que não são mais aceitas na sociedade.

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Compartilhamento de objetos pessoais pode disseminar o coronavírus
O uso da máscara e a constante higienização das mãos estão entre as tarefas prioritárias na luta da população contra a Covid-19. Mas, dentro de casa, algumas posturas precisam ser adotadas no cuidado em relação à doença. Uma delas diz respeito ao cuidado com a saúde bucal. Se de um lado, a saliva proporciona benefícios, por outro ela  também pode ser vetor de transmissão do coronavírus, onde até um simples beijo entre familiares pode gerar riscos de transmissão da doença.

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