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Viver Bem: Especialista alerta sobre a importância do diagnóstico precoce da Esclerose Múltipla
Foto: VSRao

A esclerose múltipla é uma doença neurológica autoimune do sistema nervoso central, que afeta pessoas no mundo inteiro. O problema causa um comprometimento, ou seja, um dano de cobertura do neurônio chamado de bainha de mielina. Seus nervos não são capazes de enviar e receber mensagens como deveriam. Dessa forma, locais do sistema nervoso como, o cérebro, os nervos ópticos, a medula espinhal e o tronco cerebral podem ser afetados. A fim de conscientizar as pessoas da importância do diagnóstico precoce e da viabilização do tratamento da doença, foi criado em 2014, o Agosto Laranja.

 

A esclerose múltipla é mais suscetível a aparecer nos jovens entre 20 e 40 anos de idade, sendo mais predominante em mulheres. Ela pode causar sintomas de alterações visuais, fraqueza nos membros, desequilíbrio, alterações de sensibilidade e distúrbios urinários.

 

De acordo com a neuropediatra do Hapvida, Renata Maria Episcopo, as causas da esclerose múltipla podem ser inúmeras. A pessoa pode já ter uma predisposição genética associada a fatores ambientais que funcionariam como despertadores desses genes, como as infecções virais, tabagismo, obesidade, exposição ao sol com baixos níveis de vitamina D e exposição aos solventes orgânicos.  

 

“O diagnóstico da esclerose múltipla é realizado através da utilização de critérios clínicos de McDonald, exame de imagem e ressonância magnética de crânio e coluna para verificar as lesões desmielinizante do sistema nervoso central. Assim como, a utilização do estudo do líquor, onde se é utilizado marcadores de doenças agudas, como as bandas oligoclonais para auxiliar no diagnóstico da doença”, afirma a médica.  

 

A esclerose múltipla é uma doença que não tem cura, mas é controlada com o uso de medicações como imunossupressores.

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