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Preparador físico Ednilson Sena garante não sentir mágoa do Vitória: 'Portas abertas'
Foto: Letícia Martins / EC Vitória

Demitido na última quarta-feira (1º) do Vitória (lembre aqui), o preparador físico Ednilson Sena garantiu que segue na torcida para o Leão sair da situação em que se encontra. Rebaixado para a Série C do Campeonato Brasileiro, o Rubro-Negro baiano terá uma difícil missão em 2022, já que não participará da Copa do Nordeste. 

 

"Ficamos tristes pela situação. Além de sermos profissionais, criamos um laço com a instituição. Sempre que estamos trabalhando em outro clube, não deixamos de acompanhar o Vitória. O clube que me projetou, onde tive muita alegria. Fui campeão baiano, da Copa do Nordeste, vice da Copa do Brasil, e graças a Deus nunca faltou empenho, dedicação da minha parte. Sofri muito, me desgastei com a situação do Vitória. A gente fica sempre se cobrando: será que podia ter feito algo mais?", afirmou o profissional, nesta sexta-feira (3), em entrevista ao programa BN Na Bola, apresentado por Emídio Pinto, Glauber Guerra e Ulisses Gama. 

 

Apesar da tristeza, Ednilson acredita que a situação é "temporária", e que logo o Leão estará de volta à elite do futebol nacional, e preferiu não apontar culpados. "A gente não pode taxar assim, fazer caça às bruxas. Quando ganha, ganha todo mundo, quando perde, perde todo mundo. A gente podia ter feito um primeiro turno parecido com o segundo. Com todas as dificuldades, problemas financeiros, o Vitória foi para o penúltimo jogo dependendo dele, contra o CRB", destacou.

 

O preparador preferiu não entrar no mérito de salários atrasados no tempo que esteve no Leão, mas destacou: "O funcionário do Vitória é um guerreiro. Mesmo com salários atrasados, ele trabalha com a mesma dedicação e sorriso no rosto".

 

Para o futuro, ele espera novas oportunidades para seguir trabalhando. "Eu não sou muito de descansar, não. Se aparecer agora, eu sou de assumir desafios. Já trabalhei do Serrano, que não é demérito, ao Santos, disputando Libertadores da América. O trabalho dignifica o homem. Sou um recordista de tempo no botafogo, o primeiro nordestino por 3 anos no Botafogo. Pude fazer meu nome, e onde eu passo eu deixo as portas abertas. Foi minha quinta passagem pelo Vitória", pontuou. 

 

Confira a entrevista completa: 

 

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