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Após divulgação de sentença, Paulo Carneiro diz que 'insistem em desestabilizar' o Vitória
Foto: Ulisses Gama / Bahia Notícias

O presidente do Vitória, Paulo Carneiro, se pronunciou a respeito do conteúdo divulgado pelo Bahia Notícias nesta sexta-feira (30) a respeito de uma decisão proferida pela juíza Fernanda Marinho da Silva Godinho, da 11ª vara cível de Salvador, que apontou que o dirigente teria forjado um contrato com o Vitória S/A para cobrar uma indenização de mais de R$ 800 mil do clube na Justiça.

 

O cartola afirma, na nota, que as informações divulgadas por profissionais de imprensa nas redes sociais, incluindo o Bahia Notícias, partem de uma “interpretação equivocada”, e que o assunto “desta simples situação processual poderia se efetivar de forma simplesmente distorcida, por pura ignorância jurídica, caso não se originasse em um grupo de pessoas que insiste em desestabilizar administrativamente o Clube, postando, falsa e covardemente, e rotineiramente, informações inverídicas nas redes sociais”. 

 

Sem negar que cobra mais de R$ 800 mil do Vitória na Justiça, ele afirma que o andamento do processo em 2020 se deu por ordem da magistrada, “ordenando que o Autor [Paulo Carneiro] manifestasse interesse no prosseguimento do feito, no prazo de cinco dias, sob pena de sua extinção e consequente arquivamento”.

 

A partir disto, ele diz que, por conduta própria, o advogado Aristotenes dos Santos Moreira entrou com pedido de embargos declaratórios – mecanismo jurídico em que se pede ao juiz ou tribunal que esclareça determinado aspecto de uma decisão proferida quando se considera que há alguma dúvida, omissão, contradição ou obscuridade.

 

O dirigente ainda sustenta que, na sentença, a juíza desconsiderou que ele a empresa dele, a Carneiro Assessoria Financeira Ltda., “não desvirtuava” a sua função “como presidente do Vitória S/A”, referindo-se ao fato de ser apontado como autor de um contrato simulado. 

 

O Vitória S/A foi fundado em 1998. O clube criou uma empresa com capital aberto e obteve investimento de um fundo estrangeiro para comandar o futebol. O modelo não prosperou e, em 2008, o Vitória voltou a dirigir o setor, bem como outras áreas. A companhia não foi fechada em virtude das dívidas e encargos trabalhistas que possui. A entidade está ativa na Junta Comercial da Bahia desde 11 de março de 2005 e registrada como “Sociedade Anônima Fechada”.

 

Paulo Carneiro foi presidente do Vitória S/A entre 2000 a 2005. Inclusive, desde dezembro de 2019, Carneiro exerce a função de diretor-presidente da instituição (relembre aqui).

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