Quinta, 23 de Janeiro de 2020 - 00:00

ANS sabia desde 2017 de sucateamento da Unimed na Bahia, denuncia AHSEB

por Jade Coelho

ANS sabia desde 2017 de sucateamento da Unimed na Bahia, denuncia AHSEB
Foto: Priscila Melo / Bahia Notícias

A Agência Nacional de Saúde (ANS) sabia desde 2017 que a Unimed Norte Nordeste estava sucateada, inadimplente e com atendimentos prejudicados. A denúncia foi feita pelo presidente da Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado da Bahia (AHSEB), Mauro Duran Adan, ao Bahia Notícias. A entidade acusa a Agência de não tomar atitudes na medida e no tempo certo no caso para minimizar ou resolver as irregularidades da operadora, que segundo a AHSEB levaram à suspensão de atendimento dos usuários por falta de pagamento aos hospitais, clínicas e laboratórios. 

 

“Sabemos que hoje são perto de 12 mil usuários na Bahia. Que estão completamente desassistidos por uma única razão: a Unimed Norte Nordeste não paga a rede, não está pagando ninguém. E essa crise já se estende por quase três anos”, acusou Mauro Duran Adan. 

 

A Unimed Norte Nordeste está com atendimentos suspensos na modalidade urgência e emergência nos principais hospitais credenciados em Salvador. Mesmo as unidades de saúde que aparecem na lista da rede credenciada, disponível aos usuários do plano, não estão fazendo os atendimentos. Na semana passada o Bahia Notícias entrou em contato com o Hospital São Rafael, Hospital Evangélico da Bahia, Hospital da Bahia e o Hospital da Cidade e confirmou a informação de que o atendimento para o plano estava suspenso (leia mais aqui).

 

A AHSEB informou que quando começaram os problemas de inadimplência, em 2017, se reuniu com a direção da Unimed Norte Nordeste. Em 2018 também houve encontros para tentar chegar a uma resolução para o problema. No entanto, em 2019 não aconteceram encontros. Apesar dos esforços da Associação de Hospitais, a diretoria da operadora de saúde “ficou ausente e se esquivou” de receber a entidade.

 

Na visão do presidente da associação, uma medida eficiente que poderia ter sido adotada pela ANS é a utilização da reserva técnica que a Unimed tem junto à Agência. Mauro Duran explica que cada uma das operadoras de saúde possui esse recurso aplicado junto a ANS a fim de garantir a operação.  “Se isso tivesse sido feito, parte desse recurso tivesse sido destinado a pagar os prestadores de serviço, os hospitais, clínicas, laboratórios e médicos, provavelmente hoje nós não estaríamos sem atendimento”, analisou Mauro ao frisar que as primeiras notificações à Agência Nacional de Saúde foram feitas há três anos.

 

O presidente da AHSEB também criticou os retornos da ANS às solicitações feitas pela associação ao classificar os servidores como “muito vagos, muito protocolares”. “Diziam que estavam apurando, que iriam apurar. Mas as coisas muito lentas para acontecer. Ele retornaram a correspondência seis meses depois que a gente enviou. Mas respondiam com respostas que não diziam nada”, reclamou o administrador. 

 

ÓRGÃO REBATE

Contatada pelo Bahia Notícias, a ANS informou que implementou medidas no âmbito das ações de monitoramento e fiscalização no intuito de que a operadora se regularize.

 

Segundo a Agência, a Unimed Norte Nordeste está sob os regimes de Direção Técnica desde 12 de abril de 2019, e Direção Fiscal, instaurada em 14 de agosto de 2019. Através dessas medidas, a ANS monitora, in loco, a situação econômico-financeira, administrativa e assistencial da operadora. “Ambos os regimes são instaurados quando a ANS constata graves anormalidades administrativas e econômico-financeiras que coloquem em risco a continuidade ou a qualidade do atendimento à saúde dos beneficiários”, explicou o órgão.

 

No mais recente ciclo do Monitoramento da Garantia de Atendimento da ANS, a Unimed Norte Nordeste teve 12 planos com a comercialização suspensa. Com isso eles não podem receber novos usuários para não comprometer a assistência prestada. Em ciclos anteriores, a operadora também teve planos suspensos em razão de reclamações relacionadas a questões assistenciais: foram 15 suspensões em 2017; 17 em 2018; e 20 suspensões no total em 2019. O Monitoramento da Garantia de Atendimento avalia as operadoras a partir das denúncias sobre descumprimento dos prazos máximos para realização de consultas, exames e cirurgias ou sobre negativa de cobertura assistencial encaminhadas para a fiscalização da ANS.

 

Em relação aos ativos garantidores questionados pela AHSEB, a explicação da ANS foi de que se tratam de recursos financeiros e imóveis que não foram criados para dar quitação direta a débitos assistenciais. O uso desse recurso depende da manifestação da Procuradoria Federal junto à ANS, nos casos em que há previsão legal, para que se crie patrimônio de afetação destinado ao pagamento de dívidas assistenciais.

 

Procurada para responder sobre a suspensão dos atendimentos, a Unimed Brasil afirmou através de assessoria que por ora não tem um posicionamento e que o caso está sendo apurado internamente.

Coronavírus: Bahia aumenta alerta das equipes de vigilância epidemiológica e sanitária
Foto: Reprodução/Google Maps

Em meio mais de 400 casos de coronavírus registrados no mundo e um caso descartado em Minas Gerais (leia aqui e aqui), a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) aumentou o nível de alerta das equipes de vigilância epidemiológica e sanitária. A medida segue uma orientação do Ministério da Saúde e inclui a revisão dos fluxos de investigação de casos suspeitos, e estabelecimento de um hospital de referência para encaminhamento e investigação de contatos com outras pessoas. Não há até o momento nenhum caso suspeito na Bahia.

 

Em nota ao Bahia Notícias a Sesab informou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Saúde estão trabalhando em conjunto com as Secretarias Estaduais de Saúde. As entidades estão revisando a capacidade instalada de testes diagnósticos para investigação e descarte de agentes etiológicos respiratórios conhecidos.

 

A secretaria ainda recomendou cautela para evitar medidas restritivas e desproporcionais em relação aos riscos para a saúde e trânsito de pessoas, bens e mercadorias.

 

Por fim a pasta informou que segue aguardando novas orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

Ministério da Saúde afasta suspeita de caso de coronavírus em Minas Gerais
Foto: Divulgação

O Ministério da Saúde afastou a suspeita de um caso de coronavírus no estado de Minas Gerais. A Secretaria de Saúde do estado (SES-MG) estava investigando um caso suspeito da doença. As informações preliminares indicavam que se tratava da infecção de uma mulher, brasileira, de 35 anos, que veio de Xangai, na China (leia aqui).

 

Segundo a pasta, até a tarde desta quarta-feira (22) não há detecção de nenhum caso suspeito no Brasil de "Pneumonia Indeterminada" relacionado ao evento na China.

 

"O caso noticiado pela SES-MG não se enquadra na definição de caso suspeito da Organização Mundial da Saúde (OMS), tendo em vista que o paciente esteve em Xangai, onde não há, até o momento, transmissão ativa do vírus. De acordo com a definição atual da OMS, só há transmissão ativa do vírus na província de Whuan", informou o governo federal.

Governo de Minas investiga caso suspeito de coronavírus em Belo Horizonte
Foto: Divulgação

Está sob investigação da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) um caso suspeito de coronavírus em Belo Horizonte. Conforme apurado pelo G1, a suspeita de infecção é de uma mulher, brasileira, de 35 anos, que veio de Xangai, na China.

 

O estado já realizou exames capazes de confirmar ou descartar a hipótese. O processo está em andamento em laboratórios de referência.

 

O caso suspeito foi identificado na terça-feira (21) em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na capital mineira. De acordo com reportagem do G1, a paciente desembarcou em Belo Horizonte no dia 18 de janeiro. Entre os sintomas apresentados pela mulher estão problemas respiratórios, compatíveis com a doença respiratória viral aguda.

 

Mais de 400 casos da doença já foram registrados no mundo, a maioria foi na China. Houve registros também em Macau, na costa sul chinesa, e em países como Estados Unidos, Japão, Tailândia, Taiwan e Coreia do Sul. Há casos suspeitos no México, em Hong Kong, nas Filipinas e na Austrália.

Anvisa aprova proposta que simplifica importação de produtos à base de canabidiol
Foto: Kimzy Nanney/Unsplash

Uma proposta que simplifica o procedimento para importação de produto à base de canabidiol para uso pessoal foi aprovada pela diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta quarta-feira (22).

 

O órgão liberou em dezembro de 2019 a venda em farmácias de produtos à base de cannabis para uso medicinal no Brasil (lembre aqui). No entanto, ainda no ano passado a Anvisa rejeitou a proposta que previa o cultivo de maconha para fins medicinais no Brasil. A partir dessa decisão, os fabricantes que desejarem entrar no mercado precisarão importar o extrato da planta.

 

O foco da decisão desta quarta-feira é nos pacientes que importam os medicamentos já disponíveis no mercado internacional. De acordo com reportagem do G1 com base em dados fornecidos pela Anvisa, até o terceiro trimestre de 2019, foram 6.267 solicitações de importação, contra 3.613 em 2018.

 

A nova resolução vai começar a valer a partir da publicação no Diário Oficial da União (DOU), o que ainda não tem data prevista para ocorrer. Uma minuta da nova resolução foi divulgada na reunião da Diretoria Colegiada da Anvisa.

 

Com as mudanças, a agência passará a exigir apenas a prescrição médica para análise de cada pedido, o qual deve ser feito por meio do Portal de Serviços do governo federal. Entre os documentos que deixam de ser exigidos, está a apresentação de laudo médico com a descrição da doença e termo de consentimento, que passará a ser gerado de forma automática. Segundo a agência, a dispensa de laudo médico ocorre devido à responsabilidade do médico na prescrição de tratamentos.

Hemoba terá posto de coleta para cadastro de medula em shoppings de Salvador
Foto: Reprodução / G1

A Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba) disponibilizou a partir desta terça-feira (21) dois postos temporários para cadastro de doadores de medula óssea na capital baiana. A unidades ficam no Salvador Norte Shopping, até o dia 15 de fevereiro e, no Salvador Shopping, até 29 de fevereiro. Os postos funcionarão de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h, e aos sábados, das 9h às 13h.

 

Para ser doador de medula é necessário apenas 5 ml de sangue. O cadastro é feito em um banco internacional de doadores de medula óssea.

 

Apesar de o cadastro ser um procedimento simples e extremamente importante para viabilizar o tratamento de diversas doenças, a coleta da medula para transplante só é realizada caso seja confirmada a compatibilidade. Atualmente, a chance de um indivíduo encontrar um doador compatível entre irmãos, de mesmo pai e mãe, é de 25%. Para 75% dos pacientes, é necessário identificar um doador alternativo a partir do cadastro de doadores voluntários.

 

Em 2019, a Hemoba registrou mais de 20 mil novos cadastros voluntários de doadores de medula. Ao todo, a Bahia possui cerca de 184 mil pessoas cadastradas no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).

 

Para ser um doador de medula óssea é preciso ter entre 18 e 55 anos incompletos e não possuir doenças infecciosas, câncer ou deficiências no sistema imunológico, preencher um formulário com dados pessoais e realizar a coleta de uma amostra de sangue com 5 ml para testes de compatibilidade. Os dados pessoais e os resultados dos testes armazenados no sistema são cruzados com os dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante. Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para efetivar a doação.

Estados Unidos confirmam caso de coronavírus; no mundo 6 pessoas já morreram
Foto: Divulgação/ Center for Desease Control and Prevention

A primeira infecção por coronavírus nos Estados Unidos foi confirmada pelo país. A informação foi divulgada pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, sigla em inglês), que acompanham o surto no país e no exterior. O coronavírus causa um tipo de pneumonia que é transmitida de pessoa para pessoa.

 

Na China, o vírus infectou quase 300 pessoas, e já ocasionou seis mortes devido à doença. Foram registrados casos também no Japão, Tailândia, Taiwan e Coreia do Sul.

 

Reportagens de veículos americanos divulgaram informações de que um turista chinês foi diagnostiado em Seattle, no estado de Washington. A identidade está sendo preservada pelas autoridades de saúde do país.

 

A origem do vírus ainda não foi identificada, conforme destaca matéria do G1. Mas a fonte primária é provavelmente um animal, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). As autoridades chinesas vincularam o surto a um mercado de frutos do mar na cidade chinesa de Wuhan, onde os primeiros casos foram registrados.

Salvador terá 20 novos postos de saúde e mais médicos residentes em 2020  
Foto: Max Haack/Secom

Até o final de 2020 serão inauguradas em Salvador 20 unidades de saúde. A informação foi anunciada pelo prefeito ACM Neto (DEM) nesta terça-feira (21) na ocasião em que assinou a ordem de serviço para a construção da Unidade de Saúde da Família (USF) Nova Sussuarana I, na Rua Santíssima Trindade. O democrata também assinou o convênio com a Fundação Estatal Saúde da Família (Fesf/SUS), que possibilitará a inclusão de mais 24 residentes que atuarão nos postos de saúde municipais.

 

“São investimentos muito importantes. No ano passado, a atenção básica só atingia 13% da população nesta região e estamos caminhando para, no fim de 2020, chegar a mais de 54% de cobertura de saúde, saindo de nove para 53 equipes de saúde da família. Sussuarana mesmo tinha uma carência muito grande na área de saúde e a Prefeitura, entendendo isso, não só construiu um posto que funciona hoje (USF Raimundo Agripino, entregue em 2014) como vamos construir mais dois apenas aqui no bairro”, discursou ACM Neto.

 

De acordo com informações da prefeitura de Salvador, a USF Nova Sussuarana I contará com investimento de R$1,4 milhão. A área construída será em torno de 600 m². A previsão da gestão municipal é de que a unidade seja entregue no primeiro semestre de 2021, com capacidade para atender a 16 mil pessoas residentes na região. O posto terá quatro equipes de saúde da família e outras quatro de saúde bucal.

 

A estrutura terá dois pavimentos e englobará 12 consultórios, dentre outros ambientes. Serão realizados serviços de acolhimento, atendimento médico, enfermagem, odontológico, além de atividades dos programas prioritários como hipertensão arterial, diabetes, tuberculose e hanseníase. O novo posto também ofertará procedimentos de promoção e proteção à saúde como vacinas, coleta de material para exames laboratoriais, marcação de consultas, de exames e dispensação de medicamentos.

 

Quanto a assinatura do convênio entre a prefeitura e a Fesp possibilitará que os 24 residentes, que serão 12 médicos e 12 odontólogos, reforcem o quadro de profissionais de saúde para atender à população.

Governo confirma primeira morte por febre hemorrágica no país após 20 anos
Foto: Divulgação

O Ministério da Saúde confirmou, nesta segunda-feira (20), a primeira morte por febre hemorrágica no país após 20 anos

Um morador de Sorocaba, no interior de São Paulo, morreu em decorrência de complicações causadas pela febre hemorrágica. A vítima é um homem de 52 anos, morador da Vila Carvalho, segundo o G1. De acordo com o ministério, o morador viajou para as cidades de Itapeva (SP) e Itaporanga (SP), locais prováveis de infecção.

Segundo a Secretaria de Saúde de Itapeva, ele esteve na cidade por dois dias no mês de dezembro visitando os filhos e não apresentou nenhum sintoma da doença. O paciente não tinha histórico de viagens internacionais. O ministério está considerando o caso como um evento de saúde pública grave por conta da raridade e da letalidade da doença.

Terça, 21 de Janeiro de 2020 - 00:00

HGE: 54% dos atendimentos são pouco complexos e poderiam ser feitos em UPAs

por Ailma Teixeira / Jade Coelho

HGE: 54% dos atendimentos são pouco complexos e poderiam ser feitos em UPAs
Foto: Reprodução/Google Maps

O desconhecimento da população faz com que o Hospital Geral do Estado (HGE), referência em trauma no Norte e Nordeste do país, acabe empregando recursos em atendimento menos complexos do que está habilitado a fazer. A unidade é especializada no atendimento de pacientes poli traumatizados e múltiplas vítimas, mas dos 65.384 atendidos de 2019, mais da metade (54,45%) foi em busca de clínica médica.

 

O complexo Hospital Geral do Estado 1 e 2 é referência para os atendimentos de média e alta complexidade. É o maior hospital especializado em trauma do Estado da Bahia, possuindo porta aberta para atendimentos de urgências e emergências. A unidade atende as especialidades médicas de cirurgia de coluna, geral, neurocirurgia, oftalmológica, pediatria, queimados, cirurgia reparadora, transplante e Terapia Intensiva (UTI).

 

Diretor da unidade há 18 anos, André Luciano Andrade ressaltou a média de 5.449 atendimentos por mês do HGE, mas lamentou a alta procura de atendimento para casos de clínica médica. “É um hospital de altíssima complexidade, e a população ainda vem aqui, por exemplo, medir a hipertensão, com dor de barriga, vem aqui para ver a cólica. Mas não é a missão do hospital, a missão do Hospital Geral do Estado é realmente atender trauma”, reforçou André.

 

O médico atribui o problema a uma questão cultural da população, que costuma buscar o HGE para situações que poderiam ser resolvidas em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ou outros hospitais. Na visão de André Luciano, as pessoas ainda têm a mentalidade do antigo hospital Getúlio Vargas, “que atendia tudo”.

 

O gestor do HGE destaca que a unidade não deixa de atender ninguém, mesmo que fora da especialidade. Mas considera a demanda de pacientes que não são de trauma um gasto de recursos e energia da unidade, que poderiam ser centrados para o paciente poli traumatizado.

 

“Por exemplo, coluna, nós somos a referência, mas eu não opero hérnia de disco, eu opero a coluna fraturada. Oftalmologia, eu não passo óculos, eu arranco olho, faço enucleação, evisceração. Atendemos muitos pacientes que poderiam ser atendidos em uma UPA, outros hospitais”, apontou André Luciano Andrade.


O problema, na visão do diretor do HGE, se resolveria com uma melhor comunicação para direcionar os pacientes para outras unidades do estado.

Histórico de Conteúdo