Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Após suspensão de contrato, Bahiafarma volta a fornecer 100% de insulina usada no SUS
Após um hiato em 2020, a Bahiafarma voltou a fornecer insulina para o Sistema Único de Saúde (SUS) e agora sai da Bahia 100% da insulina humana utilizada na saúde pública do Brasil. A suspensão do fornecimento no ano passado se deu após o Ministério da Saúde suspender contratos com sete grandes laboratórios públicos que produziam 19 medicamentos. Na época, a farmacêutica baiana era responsável por 50% da quantidade de insulina do sistema de saúde brasileiro. De acordo com o presidente da fundação, Tiago Moraes, no final do ano de 2020 um novo contrato com o Ministério foi assinado e a empresa baiana voltou em fevereiro a fornecer a insulina.

Leia mais

Apesar do fácil acesso, escolha de método contraceptivo deve ser feita com médico
Por mais que o acesso seja fácil, a escolha e o uso de um método contraceptivo envolve questões que precisam ser analisadas e conversadas com um profissional de medicina especializado em ginecologia e obstetrícia. Isso porque cada pessoa tem características que precisam ser levadas em conta para definir qual método é o mais adequado para ela. Entre os métodos mais utilizados está a pílula, popular, de fácil acesso e baixo custo, mas que não é indicada no caso de pacientes homens trans, ou com histórico de trombose na família, com sedentarismo, obesidade, hipertensão ou que sofrem de enxaqueca. A médica ginecologista do Hospital da Mulher, Jamile Martins, explica que além do histórico a escolha do método também leva em conta variantes relacionadas a menstruação, como fluxo, período, se sente cólica, quantos dias dura o período menstrual. Ele ainda alerta que não é aconselhável a homens trans que estão em processo de trans sexualização o uso de qualquer método contraceptivo hormonal. Esses pacientes devem utilizar métodos como o Dispositivo Intrauterino (DIU) de cobre ou de cobre com prata. Durante a entrevista a médica explica diferença e questões que envolvem métodos contraceptivos, a relação do anticoncepcional com a Covid-19, trombose, exemplifica contraindicações para certos métodos e ainda fala da reação com outros medicamentos. 

Leia mais

Sexta, 05 de Fevereiro de 2021 - 11:10

Condução da pandemia pelo governo tem prejudicado e desacreditado Anvisa

por Jade Coelho

Condução da pandemia pelo governo tem prejudicado e desacreditado Anvisa
O comportamento e a condução do governo federal da crise sanitária da Covid-19 tem prejudicado a importância e prestígio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), “que sempre foi um órgão que atuou de forma científica e séria”. Essa é a avaliação da epidemiologista e pesquisadora do Instituto de Saúde Coletiva (ISC) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Glória Teixeira. A especialista também é integrante da Rede Covida, um projeto de colaboração científica e multidisciplinar focado na pandemia da Covid-19. A iniciativa foi criada em março do ano passado e reúne profissionais do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia) e a Universidade Federal da Bahia (Ufba). “Nós estamos vendo que ela está ficando um pouco desacreditada. Esse problema é muito mais da forma como o governo federal tem se comportado. Isso não é da área técnica da Anvisa, a gente precisa separar”, argumentou Glória. A professora da Ufba ainda destacou que a população mão deve acusar a Anvisa. “A Agência é o corpo técnico, os dirigentes são passageiros”, ponderou. Nas últimas semanas a agência tem sido alvo de críticas e cobranças da população e também do setor público pelos longos processos e inúmeros critérios para a aprovação de vacinas.  “Temos que valorizar, mas ao mesmo tempo ficar solicitando e trabalhando e tentando mobilizar STF, parlamento, para continuar trabalhando de forma que seja ágil, porque a pandemia assim exige, mas ao mesmo tempo sem abrir mão da questão científica para que a eficácia e segurança das vacinas sejam asseguradas para a população brasileira”, argumentou a professora.  A epidemiologista também ressaltou a importância e necessidade de que o máximo de pessoas sejam vacinadas contra a Covid-19.  Nesse sentido ela ressaltou e condenou as fake News que vem sendo veiculadas e que levantam dúvidas e desacreditam as vacinas. Para ela, essa é uma questão importante que deve ser fortemente combatida, porque pode se tornar um problema de saúde pública. “Foi divulgado um dado de que mais de 75% da população brasileira quer se vacinar. Mas precisamos convencer os outros. Precisamos atuar nesse ambiente pró-vacina Covid para poder falar das outras vacinas”, completou Glória. Durante a entrevista integrante da Rede Covida ainda falou sobre uso de medicamentos sem eficácia comprovada para a Covid-19, o aplicativo TratCov, problemas na cobertura vacinal, fake News, e as temidas variantes do coronavírus.

Leia mais

Sexta, 08 de Janeiro de 2021 - 11:10

Máscaras devem ser usadas mesmo após pessoa ser vacinada contra Covid-19

por Jade Coelho

Máscaras devem ser usadas mesmo após pessoa ser vacinada contra Covid-19
O Brasil tem assistido outros países do mundo aprovarem e darem início à vacinação emergencial de suas populações contra a Covid-19. É fato que não há data definida para o início da imunização por aqui, mas nunca se esteve tão próximo disso. O que muita gente não sabe, e até se engana em relação ao assunto, é que com a vacinação em curso os cuidados e o uso de máscaras serão deixados de lado. O imunologista baiano Gustavo Cabral explica que mesmo depois de vacinadas as pessoas podem transmitir o vírus e por isso o EPI e a prática de distanciamento e higiene das mãos com rigor devem se manter durante todo 2021. Isso porquê as vacinas protegem contra a Covid-19, e não contra o coronavírus. Os imunizantes reduzem a carga viral e evitam que os casos evoluam para graves, com a necessidade de hospitalização e UTI. Cabral é baiano nascido em Tucano, graduado em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado da Bahia (Uneb), mestre em imunologia na Universidade Federal da Bahia (Ufba), doutor pela USP e pós-doutor em Oxford, na Inglaterra, e em Berna, na Suíça, onde estudou imunologia aplicada à vacina. Atualmente ele é pesquisador da Fapesp, onde vem estudando sobre vacinas contra Covid-19 e outras doenças. O cientista reforça a confiabilidade e eficácia das vacinas. E explica que as da Covid-19 que estão sendo aplicadas por alguns países seguem sendo analisadas por toda a comunidade científica. Um fato destacado por ele para tranquilizar a população é de que até o momento milhares de pessoas já receberam doses em vários países e não há nenhum registro de reação adversa grave. “A análise continua até que se tenha o licenciamento, se houver qualquer problema, qualquer um desses órgãos impedem imediatamente a vacina ou qualquer medicamento”, explicou ao citar como exemplo a Anvisa e o FDA, que é a agência regulatória de medicamentos dos Estados Unidos.  Cabral diferenciou as técnicas usadas pelos laboratórios para desenvolverem as vacinas que estão no plano de aquisição do Ministério da Saúde. Ele explicou que a tecnologia mais conhecida é a da Sinovac com o Instituto Butantan, que juntos desenvolveram a Coronavac. Esse imunizante utiliza o vírus desativado, uma técnica já disseminada e utilizada em todo o mundo. “É uma vacina que é de ‘vírus morto’, uma estratégia bem conhecida e já utilizada para várias outras vacina, por exemplo a da gripe que a gente toma todo ano, a da raiva, a da hepatite A”, disse o imunologista, ao acrescentar que ela tem limitações, mas que é eficiente e adaptável ao programa de imunização do Brasil. Quanto à vacina que usa o chamado RNA mensageiro, que é o caso da candidata da Pfizer, ele explica que a tecnologia é inovadora e ainda não existe em nenhum imunizante previamente licenciado para uso humano. “Então tem um cuidado diferente porque a gente não pode prever completamente os efeitos colaterais a longo prazo. A curto e médio prazo ela tem se comportado bem. Isso não nos dá medo, mas ficamos em alerta”, sinalizou. Durante a entrevista, Gustavo Cabral ainda comentou sobre a condução e gestão da crise sanitária pelo governo brasileiro; o rigor científico e respostas da comunidade científica ao erro de dosagem da vacina de Oxford/Astrazeneca; a infraestrutura do Brasil para a vacinação; e a possibilidade de agravamento da crise por causa da corrida dos municípios e do setor privado pela aquisição de vacinas. 

Leia mais

Terça, 02 de Junho de 2020 - 19:10

Vilas-Boas prevê crescimento de 70% no número de casos de Covid-19 em junho

por Fernando Duarte / Jade Coelho

Vilas-Boas prevê crescimento de 70% no número de casos de Covid-19 em junho
O secretário da Saúde do estado, Fábio Vilas-Boas, prevê que a Bahia deve registrar um crescimento de cerca de 70% nos casos do novo coronavírus até o fim do mês de junho. O número representa mais de 10 mil casos. O gestor participou da Live do BN desta terça-feira (2) e afirmou que a previsão é de que o estado atinja o platô, quando o número de casos não cresce durante um período considerável de dias, em cerca de três semanas e que até o fim do mês a Bahia some 30 mil casos do novo coronavírus.

Leia mais

Terça, 18 de Fevereiro de 2020 - 11:10

Sarampo tem transmissibilidade maior, mas letalidade menor que coronavírus

por Jade Coelho

Sarampo tem transmissibilidade maior, mas letalidade menor que coronavírus
Apesar da alta transmissibilidade, o coronavírus não deve ser uma preocupação imediata dos brasileiros e o Carnaval está a salvo. É o que afirma o médico infectologista da Vigilância Epidemiológica do Estado, Antônio Bandeira, ao citar os números reprodutivos do novo vírus, que é a média de quanto uma pessoa eficazmente contamina outra. “Isso para o coronavírus está sendo estimado na faixa entre três e quatro. Ou seja, uma pessoa consegue eficazmente transmitir para quatro pessoas”, esclareceu. Para explicar melhor sobre o novo vírus que vem assustando as pessoas do mundo inteiro, o infectologista comparou os números do coronavírus com outro já conhecido pelos brasileiros: o sarampo. Antônio Bandeira destaca que o sarampo é uma doença imunoprevenível que apresenta surtos esporádicos, a exemplo da situação vivida em alguns estados brasileiros em 2019. “Uma pessoa com sarampo contamina 15 a 20 pessoas, então a taxa de transmissão é muito maior”, explicou o especialista. Entretanto, o integrante da Vigilância Epidemiológica do Estado fez um alerta: “a mortalidade do sarampo, ao que tudo indica, é menor do que a do coronavírus”. “Se a gente comparar, o sarampo tem muito mais chance de transmitir. Transmissibilidade maior, mas uma letalidade menor”, completou. Em 2019 o Brasil perdeu o certificado de erradicação da doença. Desde então o Ministério da Saúde (MS) vem empregando esforços para recuperar a certificação. Para Bandeira, contudo, isso depende de um esforço coletivo: além do MS, os estados e municípios e a própria população devem fazer sua parte. “As pessoas têm responsabilidade com a sua saúde e com a saúde dos outros. Elas têm que se vacinar e tem que levar seus filhos para serem vacinados. É fundamental. Não adianta fazer um investimento público enorme e depois as pessoas não se vacinarem”, comentou. Durante a entrevista o médico infectologista ainda falou de Infecções Sexualmente Transmissíveis, calendário de vacinação de adultos, vacina contra o HPV, epidemia de dengue e deu dicas para evitar contaminação por vírus. 

Leia mais

'Todo mundo precisa de terapia', mas saúde mental ainda é estereotipada, alerta psicóloga
Em meio às várias cores de campanhas de saúde durante o ano, o mês de janeiro é branco e tem como foco a saúde mental. Mas Psicologia e Psiquiatria, profissões que tratam da mente, ainda são vistas com preconceitos e estereótipos. Segundo a psicóloga da rede Hapvida, Marta Érica Souza, esse é um problema histórico e que precisa ser combatido diariamente para não trazer ainda mais prejuízos para a sociedade. “Esse estereótipo foi criado por nós. Pra você ter ideia, há 20, 25 anos, se você pegar um livro de psiquiatria, vai estar exemplificado que vida social, financeira, política, não trazem nenhuma possibilidade da pessoa ser ansiosa e depressiva, não são nenhum pré-sintomático para aquilo”, lembrou Marta Érica. A profissional acredita que campanhas como o Setembro Amarelo e o Janeiro Branco contribuem positivamente para a desconstrução da ideia de que psicólogos e psiquiatras são profissionais que tratam de "gente louca". Na verdade, segundo a especialista, todas as pessoas precisam olhar para si e fazer terapia. “Até para entender, compreender e conseguir conviver com as pessoas que acham que não precisam de terapia”, defendeu a psicóloga. Durante a conversa Marta Érica ainda falou sobre depressão, ansiedade, de automutilação de crianças e adolescentes, como lidar como tragédias e trabalhar as expectativas para o ano novo, e ainda sobre a influência das redes sociais na autoestima e nas relações entre as pessoas.

Leia mais

Educação alimentar para crianças deve começar em casa e seguir na escola, avalia nutricionista
A fim de combater a obesidade infantil, além de campanhas de conscientização dos pais, é preciso ensinar, desde pequenos, os brasileirinhos a comerem bem e fazerem boas escolhas alimentares. Essa é a opinião da nutricionista Thais Vieira Viana, mestre em Alimentos, Nutrição e Saúde e professora do curso de Nutrição da FTC. Para ela, os pais devem fazer essa educação em casa, mas ela também tem que estar presente nas escolas. E o ideal seria uma disciplina no currículo das unidades de ensino. “ Mesmo que se tenha educação alimentar dentro de casa, disciplinas voltadas para nutrição para que elas sejam implantadas no currículo das escolas. Assim a alimentação saudável  seria um tema abordado desde os primeiros anos escolares”, justificou a especialista.  A profissional é contra a medida defendida durante um seminário da Organização das Nações Unidas (ONU) de aumentar o preço dos impostos sobre as refeições com excesso de açúcar, para que as pessoas "pensem duas vezes" antes de comprar o produto. Thais acredita que ensinar a população a ler os rótulos seria uma medida mais eficaz. Durante a entrevista a nutricionista ainda falou sobre o consumo de alimentos ultraprocessados, dietas, cuidados com intoxicações alimentares com a bebida e as ceias de Natal e Ano Novo e a prática de jejum intermitente. Confira a entrevista completa na coluna Saúde.

Leia mais

Quinta, 07 de Novembro de 2019 - 11:10

Recursos insuficientes tornam secretários municipais de saúde 'gestores do desafio'

por Bruno Leite / Jade Coelho

Recursos insuficientes tornam secretários municipais de saúde 'gestores do desafio'
O papel dos secretários municipais de saúde como gestores do SUS foi apelidado de “gestão do desafio” por Stela Souza, Presidente do Conselho Estadual dos Secretários Municipais da Bahia (Cosems). Para ela, que é responsável pela pasta no município de Itaparica, a lista de dificuldades enfrentadas pelos gestores se perde de vista, mas o problema começa pelos recursos. “O desafio é que o recurso nunca é suficiente”, disse categoricamente Stela. Também diretora do Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), ela destaca que os gestores são obrigados a lidar com o “subfinanciamento da saúde”, e que à frente do Cosems luta para ouvir as demandas do municípios e buscar respostas junto à Secretaria Estadual de Saúde da Bahia (Sesab) e ao Ministério da Saúde (MS). O combate ao mosquito Aedes aegypti, o crescimento de 685% nos casos prováveis de dengue em comparação com 2018 na Bahia e as medidas e estratégias para lidar com esses problemas também foram citados por Stela Souza. O alto índice de casos foi considerado por ela como perigoso. “Esse aumento mostra que nós estamos em uma curva muito perigosa”, avaliou a titular do Cosems. A presidente também lamentou os baixos estoques de larvicida e inseticida com que os municípios tem tido que lidar. Os produtos auxiliam no combate ao Aedes aegypti, que transmite a dengue, zika e chikungunya. “A gente está tendo alguns problemas com falta e redução de larvicida, o Ministério [da Saúde] está com dificuldade de passar”, atribuiu. Durante a entrevista Stela Souza ainda comentou sobre a dificuldade de atingir metas de vacinação, o desabastecimento da vacina pentavalente, a autonomia dos municípios, o programa Mais Médicos e o Médicos pelo Brasil e o óleo que atinge a costa do Nordeste.

Leia mais

Depressão pode encurtar vida de pessoa em até 15 anos se não for tratada, alerta psiquiatra
Ainda alvo de muito preconceito, a depressão está na lista das doenças mais incapacitantes do mundo, com reflexos que podem levar ao déficit cognitivo, problemas de memória, de aprendizado, de expressão de emoções e raciocínio, de acordo com presidente da Associação dos Psiquiatras da Bahia e professora da Universidade Federal da Bahia (Ufba) e FTC, Miriam Elza Gorender. O pensamento de que a doença é uma “dor da alma” e que pode ser superada apenas com pensamentos positivos e força de vontade deve ser abolido, de acordo com a médica, que explica que a depressão “é uma doença do corpo, não é um estado de espírito, um mau humor ou uma questão emocional”. “É uma doença que encurta a vida da pessoa em cerca de 10 a 15 anos se não for tratada”, advertiu ao destacar a importância que se deve dar à saúde mental das pessoas. “A Organização Mundial de Saúde (OMS) há vários anos decreta que não há saúde sem a saúde mental”, frisou. A especialista ainda comenta dados de pesquisas recentes que revelam crescimento no número de casos de depressão. A psiquiatra aponta que esse aumento pode ser relacionado à exposição das pessoas a ambientes cada vez mais estressantes. Então “quando a pessoa vive em um ambiente mais tranquilo, existe menos possibilidade de haver um desencadeamento de um primeiro episódio depressivo”, assegurou a médica. A campanha Setembro Amarelo, que durante todo o mês chama a atenção para a prevenção ao suicídio e cuidado com a mente, foi destacada e elogiada pela psiquiatra. No entanto, um alerta sobre a maneira como se contribui foi feito. Para Miriam, é preciso ter cautela ao oferecer ajuda a alguém em crise, apesar da boa intenção é possível causar mais mal do que bem, porque “não basta dar um ombro para resolver o problema da pessoa”, é preciso orientar para que se procure um profissional adequado e capacitado. Durante a entrevista a psiquiatra ainda trata do Dia Mundial da Saúde Mental, automutilação de jovens, uso de redes sociais e questionamentos sobre o Transtorno de Personalidade Antissocial.

Leia mais

Histórico de Conteúdo