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Viver Bem: Especialista dá dicas de alimentação para quem vai realizar o Enem

Estudantes de todo o país realizam neste domingo (24) o segundo e último dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). E, muito além da concentração e estudos prévios, que são indispensáveis para um resultado positivo, a alimentação também precisa ser um ponto de atenção.

 

A sensação de ansiedade é comum em grande parte dos alunos que vão fazer o ENEM, sobretudo pela vontade de ingresso no ensino superior. Para minimizar esse quadro, é recomendada a retirada de alguns alimentos do cardápio do dia anterior. De acordo com a nutricionista do Sistema Hapvida, Michele Arruda, café, energéticos, chás com alto teor de cafeína e bebidas alcoólicas estão entre alguns itens que não devem ser consumidos na véspera, por causarem interferência direta com o sistema nervoso. E para quem quer ir nos fast foods, melhor escolher outro prato no dia que antecede a prova. “Por conter um alto teor de sódio, a comida rápida altera o funcionamento do sistema nervoso central e provoca uma sensação de fadiga no organismo”, explica a especialista.

 

Atenção ao Sistema Imune

Desde que a pandemia teve início no Brasil, um dos assuntos mais discutidos foi o reforço da imunidade. A procura por vitamina c nas drogarias foi altíssima e alimentos como a acerola, por exemplo, passaram a compor a rotina das pessoas. Levando em consideração que os alunos estão realizando suas provas em um período de pandemia, Michele recomenda a ingestão de algumas frutas e verduras que auxiliam no bom funcionamento do sistema imunológico. Entre eles, destacam-se os que são ricos em vitamina C, como a laranja, limão, goiaba, caju e em vitamina a, a exemplo da batata doce. “Alimentos com concentração de ômega 3 também melhoram o sistema imune, como peixes, salmão, castanhas e o azeite extra-virgem”, pontua.

 

Michele lembra ainda que com as temperaturas elevadas, reflexo do verão, o ideal é que os estudantes façam uma alimentação leve no dia da prova. No café da manhã podem ser consumidas frutas, raízes e uma proteína, em quantidades pequenas. O almoço deve ser mais leve para facilitar na digestão, com carnes magras e bastante salada crua. E, um ponto reforçado pela nutricionista é a importância da hidratação ao longo do dia, que não deve ser descuidada.

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Quinta, 14 de Janeiro de 2021 - 10:00

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Já chegou verão, calor no coração. Este é um dos hinos da música baiana que melhor resume a estação que chega no fim do ano para brindar os brasileiros com um sol de dar inveja a quem nos visita. A prática de exercícios físicos começa a ser maior neste período, os dias ficam mais longos e um ponto de atenção não pode ser deixado de lado: a alimentação. Os dias mais quentes carecem de um maior cuidado com o que colocamos no prato e como é feita nossa hidratação diária.


A nutricionista do Sistema Hapvida, Geilma Rocha, explica que o consumo de frutas, verduras e legumes é ainda mais importante nestes dias quentes, por auxiliarem na hidratação e reposição de sais minerais perdidos  com o aumento da sensação térmica. "Nosso metabolismo sofre alterações para se adaptar às altas temperaturas e uma das consequências é o aumento da transpiração. Além disso, atingir e manter a temperatura interna exige menos esforço de nosso organismo e, por isso, temos menor necessidade de alimentos com alta densidade energética, a exemplo de massas, pães e alimentos mais gordurosos", explica.


Diante desta perda natural de líquido, beber água faz-se necessário para evitar outros problemas de saúde mais comuns em estações quentes, como é o caso das pedras nos rins, que têm uma incidência de cerca de 20% maior no verão, quando comparada com as outras estações do ano, segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia. 


Para descobrir a quantidade de água que cada indivíduo necessita tomar diariamente, Geilma conta como o cálculo deve ser realizado. No total, são 35 ml de água para cada 100 g de peso do corpo. Este é um valor básico que deve ser a meta de todos os dias, mas com a elevação da temperatura ou quando ocorre a prática de exercícios físicos, esta quantidade deve ser aumentada. Importante frisar que esses valores valem só para água, sem contabilizar o consumo de sucos e frutas in natura. 


Que tal uma "geladinha"?
Não é incomum ouvir entre as pessoas que vão tomar uma cerveja para refrescar. Mas, sobre este consumo de bebida alcoólica, Geilma alerta que o líquido tem apenas uma pequena parte de água, mas seu organismo não entende a presença de tanto líquido presente na bebida. "Dentro deste processo, quando o álcool é absorvido pelas células da parede intestinal, ele acaba atrapalhando a absorção de água. O etanol eleva a pressão arterial e aumenta a produção de suor, contribuindo ainda mais para a desidratação", explica. Nessas fases de absorção e liberação da bebida, são perdidos alguns sais minerais (como o sódio e o potássio) e importantes vitaminas (complexo B). Além disso, a concentração de glicose no sangue, principal fonte de energia do nosso cérebro, é reduzida. O ideal, de acordo com a nutricionista, é moderar o consumo e sempre alternar com a ingestão de água.

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Viver Bem: Você sabia que muitos exames de sangue não exigem jejum?

No Brasil, é cultural que os laboratórios estejam mais cheios no período da manhã, já que a maioria das pessoas acreditam que o jejum é obrigatório para os exames de sangue. Mas você sabia que muitos exames não precisam de jejum para serem utilizados? De acordo com a superintendente de serviços de diagnóstico por imagem e laboratorial do Sistema Hapvida, Cidéria Costa, estudos recentes indicam que o consumo de alimentos antes da realização dos exames, desde que habituais, causam baixa ou nenhuma interferência nas análises.


“De acordo com a normatização atual, a flexibilização do jejum evita que o paciente diabético, por exemplo, corra o risco de uma hipoglicemia por conta do jejum prolongado. Outro benefício decorrente da flexibilização é a otimização do fluxo de coleta, com mais horários disponíveis para atendimento. São poucos os exames que necessitam de jejum hoje, e geralmente estão relacionadas à glicemia. Os demais exames podem ser realizados sem jejum ou de acordo com a solicitação médica”, explica Cidéria.


Entre os exames que não necessitam de jejum estão: hemograma, exames relacionados a função tireoidiana, entre outros, não exigem que o paciente fique durante um longo período sem comer para realizar a coleta. Uma dúvida frequente está relacionada à ingestão de água, se ela interfere ou não no jejum. “Beber um pouco de água não vai interferir no exame que exige jejum”, explica.


Os únicos exames que necessitam de jejum, são:  Peptídeo C, Glicemia, Curvas Glicêmicas, Curvas Insulinêmicas, Tolerância à Lactose, Tolerância à Glicose, Absorção de xilose. Se seu exame não é nenhum desses, não há necessidade de jejum para realizá-lo.

 

Medidas de prevenção à Covid-19 no laboratório

A pandemia da Covid-19 mudou a rotina do planeta e a recomendação das autoridades de saúde é que as pessoas fiquem em casa, sempre que possível. Mas, em algumas situações como a realização de exames, é necessário se deslocar até um laboratório. Para reduzir o risco de contaminação, tanto de quem precisa fazer o exame quanto das outras pessoas que estão aguardando, é necessário tomar alguns cuidados.


A primeira orientação é evitar a ida ao laboratório ou em qualquer outro lugar se a pessoa apresentar sintomas de gripe comuns, como coriza, tosse e febre, por exemplo. Inclusive, para os pacientes da Hapvida é possível passar por uma teleconsulta por vídeo sem sair de casa. Basta acessar o site da operadora e solicitar o serviço.


Caso a pessoa não apresente sintomas e realmente necessite ir até um laboratório para a realização de exames, é preciso utilização das medidas de prevenção e evitar levar acompanhantes. Vale reforçar sobre a utilização das máscaras, álcool em gel e higienização das mãos, além de praticar o distanciamento das pessoas. Caso a pessoa esteja aguardando em uma fila, é necessário estar pelo menos a um metro e meio de distância da outra pessoa.

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Entre os diversos tipos de tumores existentes, o câncer de colo uterino atinge especificamente um público: as mulheres. Somente neste ano, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima o surgimento de 6.540 novos casos no país e o fator prevenção deve ser priorizado para que esses números não se tornem mais alarmantes.

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