Estudo sugere que se alimentar tarde prejudica perda de peso

O horário das refeições pode influenciar na perda de peso, aponta um estudo desenvolvido na Universidade de Múrcia (Espanha) e na Universidade Tufts (Estados Unidos). Pessoas que se alimentam mais tarde têm mais dificuldade para eliminar peso do que aqueles que comem mais cedo. Segundo o jornal Extra, foram reunidas 420 pessoas para um tratamento de perda de peso com duração de 20 semanas. "Novas estratégias terapêuticas devem incorporar não apenas a ingestão calórica e a distribuição de macronutrientes, mas também o tempo de alimentação", sugerem os pesquisadores. O objetivo dos cientistas é relacionar os resultados ao "relógio biológico" humano. 

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Pesquisa mostra que 80% dos brasileiros se esforçam para manter alimentação saudável

A maioria dos brasileiros se esforça para manter uma alimentação saudável, buscando consumir produtos mais frescos e nutricionalmente ricos. O resultado faz parte de levantamento inédito realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).  Segundo informações da Agência Brasil, oito em cada dez brasileiros afirmam que se esforçam para ter uma alimentação saudável e 71% dos entrevistados apontam que preferem produtos mais saudáveis, mesmo que tenham que pagar caro por eles. O mesmo percentual (71%) admite estar satisfeito com a própria alimentação. A pesquisa ouviu 3 mil pessoas com mais de 16 anos em 12 regiões metropolitanas brasileiras, entre setembro e outubro do ano passado. A margem de erro é de 1.8 pontos percentuais. O levantamento também compara os resultados atuais com o último estudo, feito em 2010. Apesar da constatação de que os brasileiros têm buscado se alimentar melhor, a pesquisa verificou algumas contradições. A percepção de “ter comido demais” aumentou nos últimos sete anos, passando de 52% em 2010 para 56% no ano passado. Na hora de escolher entre um alimento mais saudável e outro com melhor sabor, 61% admitiram preferir aqueles mais saborosos – alta de cinco pontos percentuais em relação a 2010. O índice de brasileiros que consideram a comida saudável muito sem gosto também é significativo, de 54% em 2010 e 52% em 2017.

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Anvisa abre consulta sobre rotulagem de alimentos; saiba como opinar

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abriu a possibilidade do envio de contribuições para melhorar a informação nutricional em rótulos de alimentos. De acordo com a entidade, o objetivo é facilitar a compreensão das principais propriedades nutricionais e reduzir as situações que geram engano quanto à composição dos produtos. Na semana passada, a diretoria colegiada da agência aprovou um relatório preliminar de análise de impacto regulatório que investiga as alternativas apresentadas por algumas entidades para a Anvisa, além de experiências internacionais de rotulagem. O documento está disponível na aba Tomada Pública de Subsídios, no site da Anvisa (clique aqui). As contribuições devem ser enviadas via formulário de participação, que possui quatro seções: percepção da sociedade (duas perguntas), análise do impacto regulatório (nove perguntas), design gráfico e comunicação (dez perguntas) e prazo de adequação (uma pergunta). De acordo com comunicado da Anvisa, as mudanças são necessárias porque o modelo atual dificulta o uso da rotulagem nutricional pelos consumidores por problemas de identificação visual, pelo baixo nível de educação e de conhecimento nutricional. Também há confusão sobre a qualidade dos ingredientes e problemas de veracidade das informações, além do uso de termos técnicos e matemáticos, entre diversos outros motivos.

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Alimentos com muito açúcar terão alerta para consumidor, afirma ministro da Saúde

O Brasil vai adotar medidas para alertar o consumidor sobre o excesso de açúcar em alimentos processados. De acordo com anúncio feito nesta terça-feira (22) pelo ministro da Saúde, Gilberto Occhi, o alerta estará contido no rótulo dos produtos. "Estamos engajados na adoção de políticas concretas e efetivas para conter o avanço da obesidade. O Brasil adotará medidas para alertar sobre o excesso de açúcar no rótulo de alimentos processados, e, assim, os consumidores poderão fazer escolhas mais saudáveis. Também estamos estruturando medidas para reduzir o açúcar nesses alimentos", afirmou na plenária da 71ª Assembleia Mundial da Saúde, promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante o encontro, em Genebra, o governo brasileiro apresentou proposta de nova rotulagem de alimentos e também de um acordo com a indústria para redução de açúcar em alimentos ultraprocessados. As medidas, segundo a pasta, têm o objetivo de facilitar a compreensão do consumidor e trazer orientações claras para escolhas mais saudáveis. Dados da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2017, apontam que o excesso de peso atinge 54% da população nas capitais do país, e 18,9% estão obesos. No Brasil, a discussão sobre um novo modelo de rotulagem é conduzida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A proposta da entidade é que o rótulo seja fixado na parte frontal do produto, com advertências em relação ao excesso de nutrientes que podem trazer malefícios a saúde, como sódio, gordura e açúcares.

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Anvisa quer advertência para altos teores de gordura, açúcar e sal em alimentos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (21) um relatório preliminar sobre mudanças nas regras para a rotulagem nutricional de alimentos e bebidas. Ainda em discussão, a medida determina a presença de rótulos de advertência para altos teores de gordura, açúcar e sal nos produtos. Além disso, a Anvisa quer facilitar a comparação entre os alimentos e aprimorar a precisão dos valores nutricionais declarados pela indústria. De acordo com a agência, serão necessárias mudanças porque o modelo atual dificulta a compreensão da rotulagem nutricional pelos consumidores por problemas de identificação visual, pelo baixo nível de educação e conhecimento nutricional. O diretor-presidente da Anvisa e relator do documento, Jarbas Barbosa, ressaltou durante reunião que a rotulagem deve ser simples e compreensível, tanto em termos de informação quanto visualmente. Com a aprovação interna do relatório preliminar de Análise de Impacto Regulatório (AIR), o estudo para proposição de novas regras para a rotulagem de alimentos segue para  etapas de participação social: realização de Tomada Pública de Subsídio (TPS) por 45 dias, mecanismo de consulta aberta à sociedade que tem o objetivo de coletar dados e críticas fundamentadas sobre a análise no relatório realizado; e pesquisas com a população brasileira sobre os modelos selecionados como possibilidades para a solução de problemas referentes à rotulagem. 

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Alface contaminada causa morte nos EUA; foram registrados 149 casos em 29 estados

O consumo de alface contaminada causou uma morte, nos Estados Unidos, e levou 64 pessoas ao hospital. De acordo com dados do Center for Disease Control (CDC), um total 149 pessoas passaram mal até o momento, em 29 estados. O problema está relacionado à alface romana plantada em Yuma, no estado do Arizona, e comercializada em todo o país. O alimento está contaminado com a bactéria Escherichia coli, que provoca sintomas tradicionais de infecção, como diarréia e vômito. Em alguns casos, a contaminação pode produzir uma toxina que causa síndrome hemolítico-urêmica, um tipo de comprometimento renal que pode levar à morte ou deixar sequelas permanentes. Segundo a revista Super Interessante, ainda não há informações de como a alface foi contaminada. O governo dos EUA ainda não determinou o recolhimento dos pés de alface. Até o momento, há apenas uma orientação para que a população não consuma o produto de Yuma.

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Anvisa proíbe lote de peito de frango devido a bactéria que pode causar meningite

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a distribuição e comercialização de um lote de peito de frango congelado da marca D+ Alimentos, devido à presença de bactérias. De acordo com o órgão, foi detectada a presença da bactéria Listeria monocytogenes, que pode causar doenças como a meningite, no lote 0320 do produto. A Anvisa informou que o comunicado de recolhimento do produto foi emitido pela própria empresa. Todo o estoque existente deve ser recolhido do mercado.

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Consumo de macarrão é aliado na perda de peso, aponta pesquisa

Ao contrário do que sempre se acreditou, o macarrão pode ser considerado um aliado na perda de peso. Pesquisadores do Hospital St. Michael, em Toronto, Canadá, monitoraram o peso corporal, massa muscular, gordura corporal e circunferência abdominal de um grupo de pessoas durante 12 semanas. Eles consumiam, em média, três porções (meia xícara) de massa por semana, ao invés de outros carboidratos. Foi observado que não houve aumento de peso. Pelo contrário, cada participante perdeu uma média de meio quilo. O estudo concluiu, segundo o Huff Post Brasil, que o macarrão tem baixo índice glicêmico, então pode ser considerado um carboidrato "bom". Isso significa que ele induz menos picos de açúcares do que outros carboidratos. "O macarrão, no contexto de padrões dietéticos com baixo índice glicêmico, não afeta negativamente a gordura corporal e até reduz o peso corporal e o IMC (Índice de Massa Corpórea) em comparação com padrões alimentares de alto índice glicêmico", explicam os pesquisadores.

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Consumo de bebidas açucaradas aumenta risco de morte por doenças cardíacas

O consumo de bebidas açucaradas está ligado ao risco de morte prematura por doenças do coração. No entanto, alimentos açucarados não têm o mesmo efeito. Pesquisadores da Emory University, nos EUA, monitoraram um grupo de adultos com mais de 45 anos de idade durante seis anos. O risco de morrer de doenças cardíacas foi maior entre aqueles que bebiam cerca 709 mililitros de bebida açucarada, em relação aos que consumiam menos de 29 mililitros. Os cientistas acrescentaram, segundo o jornal O Globo, que foi estabelecida apenas uma associação, não uma relação de causa e efeito. "Pretendíamos descobrir se os açúcares adicionados aumentam o risco de morte por doença cardíaca ou outras causas e, em caso afirmativo, se existe uma diferença de risco entre bebidas açucaradas e alimentos açucarados", disse a pesquisadora-chefe do estudo, Jean Welsh. "Acreditamos que este estudo acrescenta dados sólidos ao que já existe, destacando a importância de minimizar as bebidas açucaradas em nossa dieta". Foram analisados dados de quase 18 mil participantes do estudo Razões para Diferenças Geográficas e Raciais no Acidente Vascular Cerebral. Bebidas açucaradas incluíam refrigerantes e sucos de frutas, enquanto alimentos açucarados seriam sobremesas e cereais matinais. Welsh explicou que o consumo das bebidas faz com que o corpo seja atingido por uma "inundação de açúcar", mas sem fornecer nutrientes. Já os alimentos açucarados contêm nutrientes que retardam o metabolismo, como gorduras ou proteínas. 

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Dieta rica em gordura durante amamentação aumenta risco de obesidade para bebê

Fundamental para a saúde do bebê, a amamentação é fonte de anticorpos e nutrientes. No entanto, algumas situações específicas podem contribuir para problemas saúde. Um estudo coordenado por Mengjie Wang, pesquisadora na Universidade de Toledo, em Ohio (EUA), mostrou que mães adeptas de uma dieta rica em gordura podem contribuir para que os bebês desenvolvam obesidade na fase adulta. Segundo o G1, os estudos foram feitos com o uso de camundongos. Outra informação é uma tendência maior à puberdade precoce nesses casos. "Nossos resultados reforçam os resultados de estudos anteriores de que a obesidade infantil causa puberdade avançada e distúrbios metabólicos na idade adulta", afirmou Wang em nota. 

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