'Consórcio Nordeste é um marco para gestão pública', avalia Rui Costa
Foto: Mateus Pereira/ GOVBA

Prestes a finalizar a gestão como primeiro presidente do Consórcio Nordeste, o governador Rui Costa (PT) avaliou a proposta do bloco como um marco para a gestão pública. A iniciativa garantiu um legado de economia aos estados ao proporcionar a modalidade de compra coletiva e busca por novos investimentos estrangeiros. 


O grupo, que reúne governadores dos nove estados nordestinos, aponta, entre outras conquistas, as missões internacionais e a compra coletiva para abastecer farmácias de hospitais, ambulatórios e postos de saúde públicos, que gerou uma economia de quase R$50 milhões. 


“Os estados da nossa região têm dificuldades em comum, principalmente orçamentárias, que o Consórcio Nordeste conseguiu transformar em oportunidades, seja no saneamento, no turismo, na infraestrutura, na energia, no meio ambiente, na saúde. A união, realmente, tem nos dado força em prol dos mais de 57 milhões de nordestinos para os quais trabalhamos com afinco, com ganhos a curto, médio e longo prazo. A criação do Consórcio é um marco na gestão pública de todo o Nordeste”, avalia o governador. 


Na liderança do grupo, Rui Costa na gestão ainda abriu negociações para oportunidades de acordos comerciais e parcerias com países europeus. Em novembro do ano passado, liderou a missão internacional na Europa, apresentando o Consórcio Nordeste e oportunidades para representantes governamentais e potenciais investidores na França, Itália e Alemanha. No combate ao coronavírus, formou também o Comitê Científico, coordenado pelo cientista Miguel Nicolelis, para auxiliar os estados no enfrentamento à pandemia.
 

Quem assume a presidência pelo próximo biênio é o governador do Piauí, Wellington Dias, conforme votação online realizada na manhã desta segunda-feira (28) entre os nove governadores (reveja).

Histórico de Conteúdo