Candeias: MP e MPF pedem que Pitágoras retifique informações sobre hospital
Foto: Reprodução

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) e o Ministério Público Federal no estado (MPF-BA) questionaram a fala do prefeito de Candeias, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), no caso da intervenção do Hospital Ouro Negro. Segundo os ministérios, a intervenção decretada pela Justiça Federal atinge aspectos pontuais e não a totalidade dos serviços do Ouro Negro. Por conta disso, os promotores de Justiça Andrea Scaff e Millen Castro expediram recomendação ao prefeito da cidade, Dr. Pitágoras (PP), para que ele retifique as informações divulgadas pelo gestor em redes sociais. Em junho do ano passado, a unidade sofreu intervenção judicial, que culminou no afastamento do então prefeito, Sargento Francisco. No dia 6 de abril deste ano, um paciente veio a óbito, e moradores protestaram contra o atual prefeito (ver aqui). Por sua vez, Pitágoras usou as redes sociais e culpou a intervenção pela falta de atendimento (ver aqui). Em resposta ao gestor, os ministérios públicos ainda declararam que “toda a estrutura, pessoal, medicamentos e materiais hospitalares são mantidos pelo Município de Candeias, entidade responsável pela ordenação de despesas do hospital”. As instituições judiciais também afirmam que “diversos relatórios e ofícios elaborados pelo interventor foram encaminhados à gestão municipal de Candeias para a realização de licitações, obras e contratação de pessoal para melhoria da unidade hospitalar”.

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