Segunda, 22 de Janeiro de 2018 - 11:00

Sete dicas para se maquiar para o trabalho sem errar

Sete dicas para se maquiar para o trabalho sem errar
Foto: Pixabay

De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria Robert Half, feita com 1.775 diretores de RH em 19 países, incluindo 100 brasileiros, 22% dos participantes disseram que a aparência influencia bastante, enquanto 45% considera que influencia significativamente e para 41% influencia pelo menos um pouco. Com o início de 2018, aparecem também novas oportunidades em todos os âmbitos, inclusive no ambiente corporativo. Para começar o novo período com o pé direito, aprender alguns truques de maquiagem para evitar exageros pode ser uma boa pedida, veja algumas dicas:

 

1. Evite erros:

Um olho muito preto não é indicado para o ambiente de trabalho, pois ao longo do dia existe a possibilidade de a maquiagem escorrero que remete à aparência de cansaço. A consultora de maquiagem Vanessa Fernandes aconselha também evitar carregar no contorno do rosto e sombras muito brilhosas. Se você é adepta do olho delineado gatinho, não exagere no tamanho do risco. E não esqueça: sempre que se maquiar correndo, dê uma conferida no espelho, para evitar marcas de bases e rímel craquelado.

 

2. Medo de exagerar:

Segundo a consultora, é comum muitas mulheres irem ao trabalho de cara lavada, justamente por medo de acentuar demais a make. Mas na medida certa não há porque temer, pois a maquiagem usada com parcimônia levanta qualquer look e passa a impressão de pele saudável.

 

3. Preparar a pele de forma adequada:

Ao preparar a pele para o trabalho, evite as bases, que são muito espessas para o dia. Aposte em produtos como BB cream e CC cream, que têm uma textura leve e já vêm com fator de proteção em sua fórmula. Mesmo de dia, aproveite para se beneficiar das vantagens do pó (use com pincel e tire o excesso antes de usá-lo). O produto vai ajudar a tirar o brilho e deixar um efeito mate na pele.

 

4. Noites mal dormidas:

Ao passar uma noite sem dormir bem, no dia seguinte aposte em correção da pele apenas com o corretivo, que vai amenizar as olheiras. Não use lápis preto para não pesar; use curvex antes e passe rímel apenas na parte de cima, deixando o olhar bem vívido. Use um pouco de iluminador no canto interno dos olhos, que deixa o look mais aberto.

 

5. Olhos:

Uma forma de não deixar over é adotar nos olhos um lápis marrom ou nude na linha d´água, que dá mais leveza do que o produto preto. Outra ótima alternativa é adotar um look esfumado discreto, que dá um ar de elegância.

 

6. Peles maduras:

Quanto mais madura a pele, maior a exigência por hidratação, uma boa dica é misturar hidratante com a base. Evite carregar muito nos olhos, aposte em looks esfumados. Outra alternativa é usar primer com efeito de peeling, que dá uma leve esticadinha no rosto.

 

7. Blush e batom:

Os blushes dão um de saúde no rosto, porém não exagere. Os que puxam para os tons de pêssego e rosados são bastante indicados. Em peles morenas e negras, as melhores nuances são bronzes e avermelhados. Fernanda também ensina que nos lábios, o bom senso é a palavra-chave, pois algumas empresas preferem cores mais discretas, como nudes ou rosados. Por serem mais clássicos, os vermelho e vinho são ótimas opções em ambientes corporativos mais descontraídos.

Sociedade Brasileira de Pediatria publica guia sobre saúde oral
Foto: Nitimongkolchai / Thinkstock / Getty Images

Com o objetivo de chamar a atenção para a importância com a saúde bucal das crianças e também durante a gravidez, além de esclarecer as dúvidas dos pais, consultores da Global Child Dental Fund, de Londres, criaram um guia  que já foi traduzido em mais de 10 idiomas. No Brasil, ele foi revisado pela Sociedade Brasileira de Pediatria e replicado no site da instituição. 

 

Em uma das suas três partes, o documento aborda a importância de manter hábitos saudáveis durante os nove meses da gravidez. Entre as medidads aconselhadas estão investir em uma boa alimentação, atentar para a escovação e visitar o dentista pré-natal para tratar as doenças que podem surgir, como a erosão dentária e inflamações na gengiva.

 

O arquivo também tem uma parte dedicadaa prevenção nos bebês. Segundo o documento, a amamentação tem um papel fundamental no processo pois é por meio do exercício de sucção que os bebês estimulam os músculos da face, promovendo a respiração nasal e auxiliando no desenvolvimento da fala. O guia não recomenda o uso de mamadeira, mas deixa claro que, se os pais tenham que utilizá-la, devem falar com profissionais sobre os modelos que provocam menos danos.

 

Quando os primeiros dentes aparecerem, deve-se começar a escová-los e também é necessária a visita ao odontopediatra. A alimentação saudável também é ressaltada para essa fase. Na hora da escovação, os consultores indicam o uso de creme dental com flúor, repetindo o ato ao acordar, adormecer e depois das refeições.

 

Foto: Reprodução / Sociedade Brasileira de Pediatria

 

De acordo com o site da revista Bebê, o guia alerta também sobre os problemas que a má higienização pode causar, como cáries e gengivites e reforça a importância de evitar ao máximo que crianças sofram traumas que atinjam a boca. Caso aconteça, elas devem ser levadas para um hospital ou consultório odontológico. Os cuidadores devem escovar os dentes das crianças até que eles completem 7 anso, e até os 10 eles devem escovar os dentes com a supervisão de um responsável.

Sábado, 20 de Janeiro de 2018 - 14:00

Erros que você provavelmente comete na hora de lavar o rosto

Erros que você provavelmente comete na hora de lavar o rosto
Foto: ThinkStock

A limpeza facial pode parecer algo muito fácil, no entanto, ao executá-la de forma correta pode fazer toda a diferença na pele. 

 

1. Abusar dos lenços demaquilantes: Claro que eles são muito práticos na hora de remover maquiagem, mas o uso em excesso pode provocar danos na pele por causa dos elementos químicos que fazem a maquiagem sair com facilidade. Além disso, a própria toalhinha, que muitas vezes é porosa e áspera, pode irritar as regiões mais sensíveis do rosto.

 

2. Usar produtos para "secar" as peles oleosas: Por mais que faça sentido querer investir em produtos que prometem secar a textura da pele, o excesso de sabonetes e espumas faciais muito adstringentes, que retiram toda a oleosidade, mesmo a que a pele necessita para proteção, podendo causar um efeito rebote, fazendo com que o corpo produza ainda mais óleo. Prefira produtos menos agressivos, que limpam os poros sem deixar a pele muito seca.

 

3. Lavar o rosto apenas uma vez: Considerando todos os produtos que são aplicados na pele no dia a dia, como protetor solar, sérum, óleos, e cremes hidratantes, mais maquiagem e poluição, uma lavagem superficial não retira de forma adequada todas essas camadas de produtos, por isso, é necessário repetir a etapa de limpeza mais de uma vez por dia para desobstruir os poros e deixar a pele realmente limpa.

 

4. Exagerar na esfoliação: Por deixar a pele com a sensação fresca, limpa e macia, essa etapa pode dar vontade de repetir sempre. No entanto, exagerar na esfoliação pode prejudicar até mesmo as peles mais resistentes. Por isso, deixe para inserir a esfoliação na rotina uma ou duas vezes na semana.

 

5. Não hidratar a pele: As donas de pele oleosa quase sempre costumam pensar que, ao hidratar a pele, estão contribuindo para deixá-la ainda mais oleosa. No entanto, oleosidade e hidratação são coisas diferentes e hidratantes faciais que não comprometam a oleosidade podem ser encontrados no mercado. 

Quinta, 18 de Janeiro de 2018 - 14:00

Anticoncepcionais podem aumentar risco de câncer de mama

Anticoncepcionais podem aumentar risco de câncer de mama
Foto: iStock / Getty Images

Em meio ao debate sobre as consequências do uso de anticoncepcionais, um estudo feito por especialistas dinamarqueses revelou que a medicação pode afetar a saúde da mulher, sendo indicado como causa de depressão, sobrepeso e aumento do risco do câncer. De acordo com a pesquisa, os métodos contraceptivos baseados em hormônios apresentarm risco 20% maior de causar câncer de mama. Ao contrário do que pensavam os especialisatas, o uso do medicamento com menos estrogênio diminui o risco.

 

O levantamento foi realizado durante quase 11 anos e publicado no "The New England Journal of Medicine". A pesquisa avaliou 1,8 milhão de muheres na Dinamarca, e acompanhadas pacientes entre 15 e 49 anos, que não tinham câncer, coágulo nas veias ou se submetido a qualquer tratamento para infertilidade.

 

De acordo com o site Catraca Livre, os resultados mostram que, quanto mais tempo os produtos forem usados, maior será o risco. O risco foi 9% maior com menos de um ano de uso e 38% maior com mais de 10 anos de uso. O aumento de 20% no risco de câncer de mama variou entre as idades das mulheres avaliadas e também quanto ao tempo que elas utilizaram anticoncepcionais baseados em hormônios, o que incluia não somente as pílulas, como também adesivos, anéis vaginais, implantes e injeções.

Quinta, 18 de Janeiro de 2018 - 08:05

Como identificar que o bebê está com cólica?

Como identificar que o bebê está com cólica?
Foto: Freepik

Por que os bebês sentem cólicas ainda não se tem uma explicação unânime entre os médicos, mas esse é um incomodo que acontece com a maioria dos pequenos. Às vezes aquele choro diferente, desesperado, sem motivo aparente significa cólica. Mas como saber se realmente é? Existem alguns sinais que servem para te deixar mais atenta, mamãe. Segundo a revista Crescer tudo indica que seu filhote está com dores abdominais se:

* O bebê chora sem parar;

* O rosto fica avermelhado e a expressão é de dor e sofrimento;

* Ele se contorce e flexiona as perninhas em direção ao abdômen;

* A barriga fica endurecida;

* O recém-nascido solta gases;

* As mãos ficam com os punhos fechados.

Cólicas significam o mau funcionamento na digestão do bebê, as vezes muitas gases levam a esse grande incomodo. Mas uma massagem abdominal, ou algum remédio passado pelo médico ajudam bastante.

Terça, 16 de Janeiro de 2018 - 11:00

Saiba como prevenir desidratação infantil no verão

Saiba como prevenir desidratação infantil no verão
Foto: Pixabay

O verão chegou e com ele uma ótima oportunidade para que os pais possam levar os filhos em férias à praia, ao campo ou aos parques da cidade. Porém, é preciso ter cuidado com o sol. Afinal, calor em demasia aumenta o risco de desidratação entre os pequenos. “Crianças e adolescentes são os que mais sofrem com esse tipo de problema, já que, além de ter o organismo mais frágil, comportam um volume menor de líquido no corpo e são sempre muito ativos, o que acelera a perda de água no organismo”, explica Diego Leite de Barros, fisiologista do Hospital do Coração (HCor).

 

Segundo Barros, os pais devem ficar atentos ao problema, que, quando não tratado, pode causar perda de peso, lesão térmica, tontura, fraqueza, desmaios, entre outras consequências mais sérias. “Embora possa ocasionar riscos graves, não é difícil tratar ou prevenir casos de desidratação. Por isso, é imprescindível que os pais saibam reconhecer os sintomas e adotar as medidas necessárias para evitar o problema”, recomenda o fisiologista. 

 

Sintomas

O fisiologista aponta que, como grande parte das crianças não costuma ter o hábito de pedir água regularmente e os bebês nem sempre choram imediatamente quando sentem sede, os adultos precisam ficar atentos a sintomas como boca seca, falta de elasticidade na pele, olhos fundos, prostração, malemolência, urina em menor quantidade ou muito concentrada, sendo expelida em intervalos mais longos do que o comum. “No caso dos bebês, sinais como aprofundamento da moleira, dores de cabeça e choro sem lágrima também podem aparecer em função da desidratação”, acrescenta Barros.

 

Prevenção          

Basicamente, a desidratação é prevenida por meio da ingestão regular de líquido. Por isso, nos dias mais quentes, é preciso incentivar que as crianças tomem constantemente água, chás ou sucos naturais. “Já refrigerantes, entre outros tipos de bebidas industrializadas, devem ser evitados. Afinal, não hidratam da maneira ideal e sempre contêm muitas calorias”, revela o fisiologista. 

 

É necessário lembrar também que problemas como vômito, diarreia ou febre podem acelerar o processo de desidratação entre os mais jovens. Por isso, é importante evitar o consumo de produtos perecíveis de procedência desconhecida que possam conter bactérias e provocar intoxicação alimentar, como ovos, maionese e carne. “As crianças também não podem ficar no sol por muito tempo", alerta o especialista. "Além de fazê-las perder liquido por meio do suor, o contato prolongado com os raios solares pode causar insolação”, completa. “O ideal é que elas evitem a exposição solar direta, entre 10 e 16 horas, e façam sempre uso de protetor solar, bonés e guarda-sóis, caso estejam na praia ou na piscina, por exemplo”, recomenda Barros. 

 

Tratamento

O tratamento acontece de acordo com o grau do problema. Quando se trata de uma situação leve ou moderada, a criança deve beber água aos poucos, em pequenas quantidades e, conforme for se recuperando, ingerir isotônicos, chupar picolés de fruta ou mesmo cubos de gelo. Se os pequenos sofrerem desidratação por causa da grande exposição ao calor, é importante, além de fazê-los ingerir liquido, remover o excesso de roupa e afrouxar as peças que não podem ser retiradas. Em seguida, é preciso colocá-los em um local refrigerado com ar condicionado ou, se não for possível, na sombra cobertos com uma toalha molhada para baixar a temperatura corporal. “Evite compressas com gelo. O frio excessivo causa a contração dos vasos e tremores, o que diminui a perda de calor necessária nessas situações”, diz Barros.

 

Já em casos graves de desidratação, a primeira medida a ser tomada é encaminhar a criança a um pronto socorro. Lá, os médicos restaurarão o volume sanguíneo e de outros fluidos corporais por meio de um processo de reposição de líquido via oral ou intravenoso, caso a criança sinta náusea. Em seguida, irão verificar a causa do problema por meio de exames de sangue e urina. Simultaneamente, procurarão baixar a temperatura corporal, caso uma superexposição ao calor tenha ocorrido. “Por meio de todas essas medidas, a criança pode se recuperar completamente. Contudo, o melhor é que os pais procurem tomar o máximo de cuidado para que os seus filhos possam aproveitar o verão com saúde e disposição”, conclui o fisiologista do HCor.

Verão torna a candidíase vaginal mais frequente, veja como se prevenir
Foto: Voyagerix / ThinkStock

O verão está agitando as praias e piscinas de todo o país e por isso, as mulheres devem ter cuidado redobrado com a candidíase. Segundo o ginecologista e obstetra Élvio Floresti Junior, os fungos agentes causadores deste mal preferem locais quentes e úmidos. E nesta época, além do calor, também é comum o uso prolongado de roupas de banho como biquínis e maiôs, fazendo com que a frequência do problema seja ainda maior.

 

De acordo com o especialista, outro fator que pode causar a doença é a utilização de roupas muito apertadas, calcinhas de tecidos sintéticos e o uso de antibióticos. "Este tipo de medicamento pode alterar a flora de proteção vaginal e facilitar o aparecimento da candidíase", explica o especialista.

 

O fungo mais frequente entre as diversas espécies agentes da Candidíase é a Candida Albicans. Este fungo está presente em nosso organismo e normalmente fica localizado no intestino sem fazer mal algum. "Quando há queda de resistência do organismo ou modificação do ph vaginal, este fungo, por ser oportunista, prolifera e causa os sintomas conhecidos como irritações, pruridos, entre outros", diz doutor Élvio. "É importante ressaltar que você não adquire o fungo na praia, apenas dá para eles um ambiente favorável para se desenvolver rapidamente", esclarece.

 

Entre as principais medidas para evitar a candidíase nesta época do ano estão a preferência por calcinhas de algodão, evitar o uso de calças apertadas ou de materiais sintéticos, não ficar muito tempo com o mesmo biquíni molhado na praia ou na piscina e optar por saias e roupas leves ao invés de calças jeans, para que a região não fique tão abafada.

 

A medida mais indicada é procurar um especialista para um diagnóstico efetivo da doença feito por um exame ginecológico. "Após a consulta com um ginecologista, o tratamento é feito com cremes vaginais fungicidas associados ao tratamento oral. Mas caso a ocasião não permita que a pessoa busque ajuda médica rapidamente, outra opção são os tratamentos com banhos de assento feito com bicarbonato de sódio ou ácido bórico", alerta o médico. Existem diversos tipos de tratamentos para a candidíase, mas é comum que ocorra uma reincidência. Por isso, muitas vezes o tratamento deve ser feito por um período mais longo.

Momento entre amigas, conheça mais sobre o chá de lingerie!

Todo mundo tá cansado de saber que quando tem casamento na área logo aparece o chá de casa nova, ou quando tem mulher grávida é tempo de chá de fraldas ou o próprio chá de bebê. Mas e chá de lingerie? Tão importante quanto os outros, é uma boa forma de relaxar e se divertir durante as tensões e ansiedades que rodeiam as vésperas do casamento.

O site Papel e Estilo dá algumas dicas.  O bom é que o pesado da organização fique divido entre madrinhas e parentes próximas a noiva, sabendo que é uma reunião somente para as amigas mais próximas, até por que o conteúdo é muito íntimo.

Primeira coisa é ter uma lista de convidadas, mais lista de lingerie. Os itens deste última lista podem ser conjuntos, peças únicas, separada por cores, tecidos diferentes. Sempre bom pensar  que tipo de lingerie agradaria a noiva?

Uma das ideias do Papel e Estilo é fazer desse chá uma surpresa, se esse for o caso, tenha cuidado para tudo agradar a futura esposa, converse com a mãe dela ou até sonde com cautela a própria noiva.

Quanto ao cardápio numa reunião dessas são indicadas as comidinhas mais leves, espumantes, vinhos, tudo para descontrair!. E claro, as brincadeiras não podem faltar!  A festinha é quase uma despedida de solteira.

Outra dica que o BN Mulher pesquisou com especialistas em eventos é inserir conteúdo ao chá. Por que não convidar uma sexóloga ou alguma palestrante para falar de temas mais picantes ? Ou uma psicóloga de casais para falar sobre relacionamento. Logicamente sempre temas descontraídos e alegres.

Quarta, 10 de Janeiro de 2018 - 14:00

Nutricionista alerta para o perigo das dietas radicais

Nutricionista alerta para o perigo das dietas radicais
Foto: Pixabay

No verão, algumas pessaos sentem a necessidade de se livrar de alguns quilinhos extras e às vezes adotam práticas alimentares radicais, como excluir totalmente determinados alimentos, exagerar nos exercícios físicos ou até usar medicamentos sem prescrição médica. Medidas como essas, além de não serem eficazes a longo prazo, podem gerar sérios problemas de saúde. Mas então, como conseguir chegar ao peso ideal e manter a saúde em dia? A nutricionista Mayra Fiuza Silva, profissional cadastrada na plataforma Doutor123, separou dicas sobre as dietas que estão em alta e quais os perigos que elas apresentam.

 

Dieta Low Carb:
Como o próprio nome já diz, low (de baixo) e carb (de carboidrato), a dieta propõe reduzir a quantidade diária de carboidratos ingeridos e prioriza a alimentação baseada em vegetais e legumes, frutas com baixo teor de açúcar, oleaginosas e alimentos ricos em proteínas como carnes magras, leites desnatados e queijos brancos. A proposta é reduzir o nível de insulina na corrente sanguínea, uma vez que as células se obrigam a liberar a gordura estocada para suprir a necessidade de energia, o que resulta na perda de peso logo nos primeiros dias. Com resultados rápidos, os adeptos tendem a ficar empolgados e optam por abolir definitivamente o carboidrato, o que não é recomendado. O ideal é adequar o consumo desse grupo alimentício e escolher boas fontes do nutriente. A low carb proporciona uma maior saciedade e os picos de fome são reduzidos.

 

Dieta Glúten Free:
O Glúten é uma proteína presente naturalmente em diversos cereais, como cevada, trigo e centeio. Atualmente, cerca de 1% da população mundial possui a doença celíaca, ou seja, quando o glúten não é bem aceito pelo intestino e gera diversas reações como diarreia, gases e inchaço. Com a popularidade do assunto, muitas pessoas que não têm restrição à proteína decidiram bani-la com o intuito de emagrecer.
É preciso ter atenção e cautela, pois quando retiramos indiscriminadamente algo da nossa alimentação sem que tenhamos algum problema de saúde que justifique isso, podemos induzir nosso organismo a desenvolver patologias associadas à essa remoção. O próprio Conselho Regional de Nutricionistas emitiu o parecer técnico discorrendo sobre essa restrição do consumo de glúten como medida terapêutica.

 

Jejum intermitente:
Como o próprio nome já diz, é um tipo de jejum que inicia e recomeça por intervalos, que são definidos de acordo com a necessidade e disponibilidade de cada pessoa. Os protocolos mais comuns da prática são: jejum de 12 horas, de 16 horas e de 18 horas. O objetivo é fazer com que o corpo utilize os estoques de gordura e resulte em perda de massa gorda. Apesar de simples, a estratégia exige cuidado, pois para iniciá-la, o indivíduo já deve fazer refeições saudáveis e balanceadas ou o processo ficará muito mais complicado e de fácil desistência. Como qualquer outra mudança brusca na alimentação, o jejum intermitente também exige acompanhamento médico e não pode ser feito por qualquer pessoa. A dieta não é aconselhada para crianças, gestantes e idosos.

Férias pode ser o momento ideal para fortalecer a relação de pais e filhos
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As férias chegaram e este é o período ideal para estreitar o convívio familiar, pois, durante o ano, o trabalho dos pais, a escola e a correria diária acabam deixando pouco tempo para brincadeiras e para o lazer familiar. Segundo a neuropediatra Dra. Karina Weinmann, a convivência familiar é fundamental para o desenvolvimento infantil. “Sabemos que na prática nem sempre os pais estarão com energia e disposição para brincar com as crianças depois de um dia exaustivo no trabalho. Por isso, é preciso aproveitar esse recesso no final do ano e as férias escolares para estar mais disponível para a criança”, explica ela.

 

A neuropediatra também alerta que nas férias os pais devem incentivar brincadeiras ao ar livre e reduzir ao máximo o uso de aparelhos eletrônicos, como celulares e computadores. “Esse uso excessivo da tecnologia é muito prejudicial para crianças e adolescentes" adverte ela. "Pode atrasar a fala, levar a criança a não aprender a interagir socialmente e se fechar. Sem contar nos prejuízos motores e na contribuição para o aumento de peso devido ao fato de ser uma atividade sedentária”, completa a médica. 

 

Há muitas atividades que podem ser feitas tanto em casa, como nas viagens. Além das básicas, como jogar bola, empinar pipa, brincar de esconde-esconde, pega-pega, etc., confira outras sugestões:

 

Explore a sua cidade: Para quem não pode viajar, a dica é explorar a cidade. Visite parques que você nunca levou as crianças, praças e outros lugares ao ar livre. Aproveite para fazer um piquenique, jogar bola, empinar pipas, levar a bicicleta. Lembre-se de interagir com a criança e ajudá-la a fazer novas descobertas, como animais, árvores, subir em brinquedos, fazer trilhas, etc.

 

Um pouco de cultura: Muitas cidades possuem museus, planetários e outros espaços que podem ser desconhecidos para a criança. Escolha de acordo com a idade e aproveite.

 

Sujar faz bem: O calor é ótimo para inventar brincadeiras sensoriais. Lama, tinta e tudo que possa incentivar o tato são ótimas atividades para trabalhar o processamento sensorial. Vale até gelatina na banheira. Sujar faz bem para a criança, ela precisa ter esse contato com terra, água, tintas e outras texturas. Comer fruta com a mão e se lambuzar também é uma ótima ideia. 

 

Pequenos chefs: Organize uma receita fácil e peça ajuda da criança. Fazer um bolo, uma vitamina, etc. Lembre-se de não envolver a criança com facas ou fogo, mas o restante da receita como bater, quebrar os ovos, colocar a farinha, etc. são atividades importantes para desenvolver a autonomia.

 

Acampadentro: Uma atividade ótima é o acampamento. Você pode bolar um no quintal de um parente caso more em um apartamento. Vale contar histórias, ler livros, ouvir música, etc. Chame os amigos ou primos para se tornar ainda mais divertido.
Há outras brincadeiras que podem ser feitas, como pular amarelinha, corre cotia, dança da cadeira, estátua, morto-vivo, etc.

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