Quinta, 13 de Setembro de 2018 - 20:00

Alimentação pode ajudar no alívio e atraso da menopausa

Alimentação pode ajudar no alívio e atraso da menopausa
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Com a chegada da menopausa, muitas mulheres sofrem com as manifestações dos hormônios no fim da vida reprodutiva. De acordo com o site da revista Saúde, 80% delas sofrem com o calor excessivo e suor intenso. Além de sintomas como falta de libido, vagina ressecada, insônia e até depressão. A partir disso, muitos especialistas estão buscando alternativas para atrasar ou amenizar as consequências desse fenômeno.

 

Uma pesquisa inglesa revelou que a dieta pode interferir na chegada da menopausa. A conclusão surgiu da análise dos hábitos nutritivos de 914 mulheres com idades entre 40 e 65 anos. Os cientistas da Universidade de Leeds descobriram que, entre aquelas que comiam mais peixes e legumes frescos todos os dias, o fim da menstruação chegou até três anos mais tarde do que a média britânica (51 anos).

 

Em contrapartida, quem consumia um cardápio rico em carboidratos simples como massas e a arroz, teve a menopausa antecipada em até um ano e meio.

 

De acordo com os especialistas, a ingestão de ômega-3, vitaminas e outros antioxidantes favorecem o bom funcionamento das células, inclusive as dos ovários. A pesquisa não encerra a questão, mas reitera a necessidade de manter uma alimentação balanceada.

Saiba quais são os cuidados essenciais para manter os cabelos saudáveis
Foto: Reprodução / Pinterest

Não é preciso ir a salões caros e nem ser um especialista para saber que há cuidados simples importantes, que se adotados no dia a dia, contribuem para o crescimento e fortalecimento das madeixas. Confira as dicas da tricologista Ana Carina Bertin dadas a coluna Ela, do jornal O Globo:

 

LAVAGEM DOS FIOS

A especialista aconselha que a higienização dos cabelos deve ser frequente. De acordo com ela, em cidades muito poluídas, quanto mais lavagens, menos queda dos fios. Além de não ser proibido lavá-los todos os dias, é indicado passar xampu ao menos duas vezes. É importante também enxaguar bastante para evitar acúmulo de resíduos.

 

CUIDADO COM OS CREMES

A tricologista destaca que os cosméticos mais oleosos como cremes e condicionadores não devem ser aplicados no couro cabeludo. Segundo ela, os óleos têm efeito inflamatório que potencializa a queda e o afinamento dos fios.

 

ALIMENTAÇÃO

O baixo consumo de proteína resulta em cabelos mais fracos. A especialista sugere que é importante caprichar em alimentos lácteos, alimentos ricos em zinco e folhas verde-escuras e ovos para ajudar no processo de crescimento.

 

NÃO PENTEIE MUITO

O mais indicado é desembaraçar uma ou duas vezes por dia, no máximo, principalmente para quem sofre com excesso de oleosidade.

 

USO DO SECADOR

Para quem não deixa de usar o secador, é fundamental que selecione uma temperatura média ao usá-lo. Além de deixar uma distância de quatro dedos dos fios.

 

LIMPEZA PROFUNDA

O xampu de limpeza profunda só pode ser usado uma vez por semana. Esse tipo ajuda a remover resíduos que os produtos convencionais não conseguem retirar.

 

RAIOS SOLARES

Além da pele, o couro e cabelos necessitam de proteção solar. A área é a terceira mais comum no aparecimento de câncer de pele.

Quinta, 13 de Setembro de 2018 - 08:05

Menopausa: uma fase de muitas mudanças para a mulher

Menopausa: uma fase de muitas mudanças para a mulher

 

A menopausa é uma fase marcante na vida da mulher. Em Salvador, o Marco Zero é um projeto que propõe uma ressignificação sobre a chegada da menopausa na vida de cada mulher e fornece meios de preparar o corpo para essa fase de mudanças. Três profissionais fornecem o pilar do projeto: Cláudia Vieira (educadora física), Suzana Vieira (psicanalista) e Thaís Rosa (nutricionista).?

Fisicamente a menopausa é a data que marca a útilma menstruação. Esse marco ocorre, em média, entre 48 e 51 anos de idade, devido à interrupção da produção dos hormônios femininos pelos ovários. Cientificamente, com a proximidade do final dos 30 anos, os ovários começam a produzir menos estrogênio e progesterona - hormônios que regulam a menstruação - causando sintomas como a diminuição da fertilidade, perda de massa muscular, problemas cardiovasculares, depressão, entre outros. 

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O Projeto

Fundado em setembro de 2017, o projeto surgiu da experiência pessoal das duas profissionais que estão vivenciando essa fase e da prática profissional que mostrou que as mulheres estão despreparadas e desinformadas para a chegada da menopausa. Então com esse intuito o Marco Zero visa informar e orientar a mulher sobre como lidar melhor com todas as mudanças.

Para Claúdia Vieira, fundadora do projeto, a menopausa não deve se tornar uma sentença. É preciso deixar claro que diversos fatores influenciam o desenrolar do processo. Não é apenas uma questão hormonal. Há fatores psicossociais que podem estar na gênese dos transtornos psíquicos. Por exemplo, a mulher que se dedicou plenamente à família e a educação dos filhos se depara com os filhos saindo de casa, e vive a síndrome do ninho vazio culminando com o período da menopausa.

 

Confira algumas das principais dúvidas sobre a menopausa respondidas pelas profissionais do Projeto Marco Zero:

1. Como posso saber se estou na menopausa? Considera-se que a mulher está na menopausa após a ausência de menstruação por um período de 12 meses. Antes disso é o período do climatério, no qual pode ocorrer falhas na menstruação e início de alguns sintomas. Consulte o seu ginecologista para uma orientação segura. 

2. Posso retardar a chegada da menopausa? Não. Porém, pode se preparar praticando exercício físicos e adotando uma alimentação saudável. Conscientizando-se de que é uma fase inerente à mulher, portanto é fundamental a aceitação. 

3. Devo fazer terapia de reposição hormonal (TRH)? Esta é uma decisão que você deve tomar junto com o seu ginecologista, pois cada caso é um caso. Tenha em mente que você vai fazer a escolha certa e que não tem certo ou errado e sim o que é melhor pra você. 

4. Como amenizar os sintomas de menopausa? Independente da sua escolha em relação a terapia de reposição hormonal (TRH) é importante rever os hábitos, pois será de suma importância a prática do exercício físico e um plano alimentar adequado à essa fase, monitorados por profissionais. 

 

Quinta, 06 de Setembro de 2018 - 08:05

Relacionamento abusivo pode desencadear diversos tipos de violência contra a mulher

por Rafaela Souza

Relacionamento abusivo pode desencadear diversos tipos de violência contra a mulher

Apesar da Lei Maria da Penha ter completado 12 anos, os dados quando o assunto é violência contra a mulher não tem sido animadores. Neste semestre, só o Ligue 180 -  Central de Atendimento à Mulher, por exemplo, registrou quase 80 mil casos de violências contra as mulheres. Além do número alarmante de feminicídios 78 casos, três em cada dez denúncias foram de violência psicológica e 665 tentativas de assassinatos.

 

Esse tipo de violência pode começar normalmente quando numa relação já não existe mais respeito. Em entrevista ao BN Mulher, a psicóloga Georgia Favila esclarece que os exageros normalmente começam “quando o homem tenta/exerce o domínio sobre a mulher, cerceando a liberdade e direito de decisão, através de agressão física e psicológica no sentido de gerar questionamentos acerca de seu raciocínio e/ou escolhas”, relata. Para ela, o relacionamento pode se tornar abusivo de uma forma silenciosa, a ponto de que a vítima não consiga entender ou simplesmente se afastar.

 

Segundo Favila, as vítimas desses relacionamentos são geralmente mulheres com a autoestima fragilizada e envolta em manipulações que a tornam refém da relação simbiótica. “O agressor tende a intensificar as manipulações, de modo a manter a vítima sempre dependente emocionalmente”, destaca. A especialista sugere que as mulheres busquem fortalecer o seu lado emocional e não sintam vergonha de procurar ajuda profissional.

 

Como ajudar a vítima?

De acordo com a psicóloga, os familiares e amigos devem e podem buscar “meios de expor à vítima situações semelhantes, para que esta possa perceber no outro, a similaridade do seu caso”. Pois, a verdade é que essas vítimas, muitas vezes, têm dificuldade de enxergar ou até mesmo admitir que estão passando pelo problema.

 

Além disso, ela destaca que a ajuda profissional ainda é a mais adequada para as vítimas. “A psicologia auxilia na conscientização da vítima quanto a sua condição, fortalecendo-a psico-emocionalmente, auxiliando na criação e aumento da sua autoestima, para então desvencilhar essa vítima do seu algoz”, completa.

 

Denuncie: Ligue 180- número da Central de atendimento à Mulher

Além das violências doméstica, física e psicológica, o Ligue 180 registra ainda casos de violência sexual, moral, patrimonial, obstétrica, no esporte, cárcere privado, crimes cibernéticos e agressões contra mulheres migrantes e refugiadas. As denúncias são encaminhadas para a Defensoria Pública e Ministério Público e outras instituições da rede de proteção das mulheres. A Central também orienta sobre a Lei Maria da Penha e outros dispositivos legais de defesa dos direitos das mulheres. O canal de denúncias pode ser acessado no Brasil e em mais 16 países: Argentina, Bélgica, Espanha, Estados Unidos, França, Guiana Francesa e Inglesa, Holanda, Inglaterra, Itália, Luxemburgo, Noruega, Paraguai. A ligação para o 180 é gratuita e pode ser feita inclusive nos feriados e fins de semana.

Alongamento capilar: Conheça os cuidados necessários antes de aderir a técnica
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Os cortes curtos têm feito à cabeça de muitas famosas nos últimos tempos, porém, os cabelos compridos continuam no coração de muitas mulheres. Por isso, pessoas que gostam dos fios longos, mas por algum motivo não conseguem atingir o tamanho ou simplesmente querer aderir a uma mudança de look, recorrem ao alongamento capilar.

 

No entanto, antes da aplicação das extensões é necessário ter conhecimento de alguns pontos para que a escolha seja bem feita, a fim de evitar problemas futuros. Confira agora quatro dicas para você saber o que levar em consideração antes do procedimento:

 

ESCOLHA DOS FIOS NATURAIS

Essa parece ser uma dica banal, mas que merece atenção. Muitas mulheres cometem o erro de escolher extensões que não sejam compatíveis com o cabelo natural, ficando com um resultado longe do esperado. A especialista em alongamento Ana Paula Silva, afirma: “Esse primeiro passo é muito importante, pois a escolha correta do alongamento levará a um efeito mais harmonioso”, ressalta.

 

AVALIAÇÃO DOS FIOS

É necessário também que o profissional avalie a condição dos fios naturais. Segundo Ana Paula é necessário levar em consideração a técnica que será empregada e também o peso dos fios.

 

MANUTENÇÃO

Todos os tipos de alongamento precisam de manutenção, que podem ter um intervalo de 2 a 3 meses. Entre cada manutenção é importante manter certos cuidados diários, como: pentear sempre antes de dormir, para evitar a formação de nós, usar produtos adequados, de preferência com fórmulas sem sal e fazer hidratações semanais;

 

LAVAGEM

Com o alongamento é preciso ter ainda mais atenção e cuidado no momento da higienização dos cabelos. Desembaraçar os fios com as pontas dos dedos antes de lavar é uma boa dica para evitar problemas no momento de condicionar.

 

Essas são algumas dicas que podem fazer com que a paixão por madeixas compridas só aumente. Ana Paula também lembra: “As mulheres têm que contar com o alongamento de cabelos como uma opção e não se tornarem escravas dele. É fundamental cuidar para que o cabelo da cliente esteja tão bonito e saudável quanto a extensão”, completa.

Nos EUA, índice de mães amamentando cresce, mas elas param antes do recomendado
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O órgão do departamento de saúde do governo americano, Centers for Disease Control and Prevention (CDC) divulgou que as mulheres estão amamentando mais nos Estados Unidos, no entanto, elas fazem por um período mais curto que o recomendado pelos médicos. O relatório sobre amamentação foi publicado na última semana pelo órgão.

 

Segundo o site Universa, os bebês nascidos em 2015, ano de referência do estudo, 83,2% foram amamentados logo após o parto, 57,6% continuaram alimentados através do peito após seis meses e 35,9% ainda estavam contando com o leite materno aos 12 meses de vida. Estes últimos dois dados, aliás, são maiores do que aqueles observados entre os bebês nascidos em 2014.

 

"Apesar de haver a recomendação [da Academia Americana de Pediatria] para que os bebês sejam amamentados exclusivamente pelos seus primeiros seis meses, menos de 50% das crianças são exclusivamente amamentadas no peito por seis meses, informa o relatório.

 

O CDC ainda apontou que, em 2018, apenas 49% dos empregadores do país oferecem uma locação à parte no local do trabalho para que mães possam fazer a ordenha de leite, uma das dificuldades que podem estar relacionadas aos baixos índices de amamentação por mais de três meses.

Câncer de mama em mulheres jovens não é hereditário, diz estudo
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Em muitos casos, o câncer de mama em mulheres jovens, de 20 a 35 anos, está associado à herança genética. No entanto, um estudo publicado na revista americana Oncotarget apontou que esse não é o principal motivo para o surgimento da doença nessa faixa etária.

 

A pesquisa revelou que cerca de 80% dos casos têm origem por mutações nas células da mama não herdadas pelos pais. Segundo o site da revista Women's Health, ela foi realizada pelo Centro de Investigação Translacional em Oncologia (LIM 24) do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), com apoio da FAPESP.

 

Para a conclusão, foram analisados os  casos de 79 mulheres com menos de 36 anos e diagnosticadas com câncer de mama. Entre elas, treze (16,4%) apresentaram mutações germinativas nos genes BRCA1 e 2, que são alterações que têm a hereditariedade como base. O estudo identificou ainda outros genes herdados, que são menos comuns que o BRCA1 e 2.

 

Para Maria Aparecida Koike filgueira, uma das autoras do estudo e pesquisadora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, “dentre todos os tumores que acometem pacientes jovens, 25% são câncer de mama. É também o tipo mais comum em jovens. Há poucos estudos nessa área. Enquanto existem 2 mil tumores de mama sequenciados e disponíveis em bancos de dados, apenas 29 que acometem mulheres jovens tinham sido caracterizados”, explica.

 

De acordo com a pesquisadora, as células da mama se proliferam a cada ciclo ovulatório e em morte celular, o que faz com que elas tenham maior chance de uma mutação ao acaso. “Mais de 40% dos casos estudados apresentaram mutação em gene sem origem hereditária que codifica proteína de reparo de DNA. Sendo assim, o surgimento do câncer veio de um problema em algum sistema de reparo de DNA, que se originou própria célula da mama e não foi herdado”, completa.

Quarta, 29 de Agosto de 2018 - 14:00

Fatores físicos e emocionais podem afetar ciclo menstrual

Fatores físicos e emocionais podem afetar ciclo menstrual
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Menstruação atrasada nem sempre significa gravidez. Estresse, infecções, uso de alguns medicamentos, distúrbios endócrinos, distúrbios alimentares (anorexia e bulimia), magreza excessiva ou obesidade e Síndrome dos Ovários Policísticos são alguns dos inúmeros fatores que podem interferir na regularidade do ciclo menstrual.

 

“Quando o ciclo sofre alterações na sua regularidade ou no seu fluxo, é preciso investigar. Se a menstruação atrasa, a mulher deve procurar seu ginecologista para identificar a causa. Se a gravidez for descartada, a ausência de menstruação pode ser associada a alguma doença, como miomas uterinos ou problemas de tireoide”, explica o ginecologista Jorge Valente, diretor médico do CEPARH (Centro de Pesquisa e Assistência em Reprodução Humana).

 

 A menstruação dura entre dois e sete dias, mas em média sua duração fica em torno de quatro dias. O ciclo menstrual - período que vai do primeiro dia da menstruação até o primeiro dia da próxima menstruação  - varia de 25 a 35 dias em média para a maioria das mulheres.

 

Segundo o médico, hábitos de vida, como dietas restritivas ou atividade física em excesso, também podem afetar a produção hormonal e, consequentemente, a ovulação. A atividade física extenuante e as dietas de restrição alimentar e baixo consumo calórico também podem causar atrasos e irregularidades no ciclo menstrual. “Com frequência, atletas e mulheres que malham excessivamente apresentam quadro de amenorreia (ausência de menstruação por 3 meses ou mais)”, explica o especialista.

 
De acordo com o médico, fatores emocionais também podem ser responsáveis pela irregularização do ciclo menstrual. "A ansiedade, o estresse e o nervosismo interferem diretamente na produção hormonal, podendo atrasar ou antecipar a menstruação”, esclarece. Os níveis elevados de tensão também podem causar uma disfunção da hipófise, glândula endócrina responsável pela regulação hormonal.

 

É comum também que mulheres que estejam amamentando fiquem meses sem menstruar. A ação da ocitocina (hormônio responsável pela ejeção do leite materno) e da prolactina (principal hormônio responsável pela produção do leite materno) pode suprimir a menstruação. No entanto, o médico Jorge Valente enfatiza: “a ausência de menstruação, neste caso, não significa que a mulher não pode engravidar. É importante que neste período ela também use métodos anticoncepcionais se quiser evitar uma nova gravidez”.

 

Além disso, o uso de alguns medicamentos, como ansiolíticos, antidepressivos e antibióticos, também pode desregular o ciclo menstrual e causar atrasos na menstruação.

Terça, 28 de Agosto de 2018 - 14:00

Veja alimentos que ajudam na melhora da saúde da pele

Veja alimentos que ajudam na melhora da saúde da pele
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Os cuidados com a pele vão além do uso de cosméticos e produtudos de beleza.De acordo com o site da revista Claudia, existem alimentos que não devem ficar de fora na hora das compras. Isso porque além de serem saudáveis, eles contribuem para a melhora da saúde e aspecto da pele. Confira!

 

CENOURA

O legume que é rico em betacaroteno e vitaminas, além de ser importante para a visão, desempenha um grande papel no processo de hidratação da pele. Segundo a Claudia, a cenoura ajuda na produção de colágeno e elastina.

 

ALHO

A erva que é muito utilizada com tempero, também pode ser muito eficaz para combater o excesso de oleosidade da pele e aumentar o processo de cicatrização. Isso acontece devido a presença de enxofre, que é responsável pela renovação celular.

 

MANGA

A fruta é fonte de vitamina A e de água, o que proporciona um brilho natural a pele.

 

MORANGO

Por conta da abundância em vitamina C, as frutas vermelhas em geral, promovem a revitalização da pele e auxiliam na elasticidade e combate a desidratação.

 

ABACATE

A fruta ajuda no combate as olheiras abaixo dos olhos devido a presença de vitaminas A, D e E.

Segunda, 27 de Agosto de 2018 - 14:00

Como fazer o esmalte durar mais tempo nas unhas

Como fazer o esmalte durar mais tempo nas unhas
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Ficar com as unhas feitas por mais tempo é sonho da maioria das mulheres. Pode parecer difícil, mas segundo o site da revista Claudia, não há complicações e nem é necessário investir muito para prolongar o efeito da manicure. Confira as dicas!

 

ESCOLHA UM SABONETE NEUTRO

Não é novidade que alguns sabonetes e detergentes podem ser agressivos para a pele das mão e unhas. Além disso, o excesso desses produtos pode causar ressecamento na pele e unhas e diminui a durabilidade do esmalte. Segundo a Claudia, o mais indicado é usar sabonetes hidratantes específicos para as mãos ou uma versão neutra, como os de bebê.

 

Foto: Reprodução / Instagram

 

NÃO BALANÇAR A EMBALAGEM

Chacoalhar o vidro do esmalte pode até parecer inofensivo para você, mas não para a fórmula do esmalte. Isso porque, ao fazer isso, a fórmula do esmalte cria bolhas de ar que vão interferir na fixação do produto e no aspecto final. O recomendado é que ao invés do balanço, você incline a embalagem delicadamente e mexa o pincel com calma.

 

USE A BASE CORRETA

De acordo com a Claudia, entender que tipo de cuidado a sua unha precisa é essencial na hora de escolher a base mais adequada. Pode ser para unhas fracas ou enfraquecidas, com ondulação, descamação ou, ainda, com falta de vitaminas.

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