Quinta, 19 de Julho de 2018 - 08:05

Um doce chá por uma causa nobre!

por Iga Bastianelli

Um doce chá por uma causa nobre!

As Amigas de Dulce, rede de mulheres voluntárias, que trabalham em prol das Obras Sociais de Irmã Dulce com o objetivo de garantir a continuidade do legado aos mais necessitados, estão realizando um chá beneficente. O evento acontece dia 15 de agosto, a partir das 17h, no Yatch Club da Bahia. O ingresso para o chá beneficente custa oitenta reais. A tarde de confraternização contará com muita diversão com a realização de um bingo. Tudo o que for arrecadado será revertido para OSID - Obras Sociais Irmã Dulce que precisa concluir a segunda etapa da Unidade Dona Dulce, unidade de atendimento de emergência a pacientes oncológicos em tratamento.

 

 A OSID que fica no Largo de Roma, na Cidade Baixa, é uma rede de saúde totalmente filantrópica, mantida pelo SUS - Sistema Único de Saúde e por doações. No local as pessoas também podem conhecer, por meio de uma visita ao Memorial, a história da Freira baiana chamada carinhosamente de Anjo Bom da Bahia. A OSID foi fundada por Irmã Dulce, que sempre ajudou aos pobres e necessitados.

 

 Serviço

O QUE - Chá das Amigas de Dulce;

ONDE - Yatch Clube da Bahia, Av. Sete de Setembro, Barra;

QUANDO - 15 de agosto;

HORÁRIO - das 17 às 20:30

VALOR - R$ 80,00 (oitenta reais), a venda na loja Irmã Dulce no Largo de Roma

Aumenta a busca por cosméticos com ingredientes naturais, diz pesquisa
Foto: Reprodução / Pixabay

O levantamento "Power Natural: Vivendo intensamente, mas com saúde",  divulgado pelo Google revelou que a procura pelo termo natural aumentou 70% nos últimos cinco anos, passando à frente até da busca pela palavra saudável, que cresceu 55% no mesmo período.

 

 

De acordo com o site da revista Boa Forma, essa tendência também chegou aos itens de beleza. Isso porque cerca de 80% dos consumidores pesquisados pelo e-commerce Use Orgânico contaram que, na compra de um cosmético eles avaliavam a composição da fórmula e 74,4% priorizavam os ingredientes naturais, seja na alimentação ou nos cuidados com a beleza. Para 48% dos 1 517 entrevistados, um produto com menos componentes químicos são mais atrativos. 

Domingo, 15 de Julho de 2018 - 14:00

Como acabar com a bagunça em casa

Como acabar com a bagunça em casa
Foto: Divulgação

Guardar lembranças como presentes, recordações, prêmios ou algo que tenha valor sentimental é um hábito de muitas pessoas. Entretanto, o exagero pode ser um problema, gerando o acúmulo de objetos que não possuem função e apenas ocupam espaços e atrapalham a organização da casa. Para evitar a bagunça e ter um ambiente mais organizado, basta seguir algumas dicas simples, que vão ajudar a tornar o "quartinho da tranqueira" em um cômodo útil. Confira:

 

Primeiro, desapega!

É comum encontrar objetos sem utilidade que só estão acumulando poeira em casa. Livros, revistas, roupas, CDs, DVDs e brinquedos são alguns exemplos de itens que não são mais utilizados, mas se acumulam em armários e despensas. Mesmo que remetam a algo especial, se não têm uso, não há necessidade de serem guardados. O melhor é fazer uma triagem para otimizar o uso dos espaços. E, para conseguir isso, é preciso uma análise e separação do que realmente é importante e do que será descartado.

Para o armazenamento desses objetos, ou até mesmo de móveis e utensílios maiores, a sugestão é procurar um local adequado. 

 

Organização é essencial

No quarto, caixas organizadoras, como da empresa UpBox, cestas e baús são ótimas opções para armazenamento, pois preservam e protegem objetos. Prateleiras e nichos também podem ser utilizados, principalmente para acomodar itens de decoração e brinquedos. Na sala, móveis com portas e gavetas ajudam a armazenar utensílios, além de já servirem como decoração. O mesmo vale para a cozinha: armários com divisórias permitem que todos os utensílios sejam guardados, evitando exposição e desordem. Toalhas, produtos de higiene, perfumes, cremes, entre outros, podem ser guardados em um armário multifuncional no banheiro.

 

 

Ter uma rotina de organização ajuda a manter a casa em ordem. Quanto menos objetos espalhados, mais fácil será a limpeza e a conservação do ambiente - além da sensação de leveza proporcionada por locais mais funcionais.

Uma em cada cinco brasileiras tem risco de sofrer um infarto
Foto: Divulgação

 

Nos últimos anos, a mulher vem ocupando grande espaço no mercado de trabalho, o que a leva a uma dupla ou tripla jornada de trabalho, considerando a sua atenção também com as tarefas domésticas e os cuidados com os filhos. Além disso, elas estão cada vez mais expostas a fatores de risco, como o uso de anticoncepcionais, tabagismo, álcool, diabetes e hipertensão, o que tradicionalmente não era comum.

 

Segundo o neurologista e membro da Socesp Dr. Alexandre Pieri, "a incidência das doenças cardiovasculares nas mulheres é menor do que em homens, mas quando já adoecida, a chance do óbito é maior, principalmente quando associado à idade". O especialista explica que, ao atingir a menopausa, a mulher diminui a produção de estrogênio, um grande aliado do coração. Este hormônio estimula a dilatação dos vasos, facilitando o fluxo sanguíneo. "É bom que as mulheres estejam sempre atentas aos sintomas de doenças cardiovasculares, pois, muitas vezes, elas se confundem com problemas na coluna, cansaço ou até mesmo dor no braço", alerta.

 

Dentre os fatores de risco de doenças cardiovasculares, estão a hipertensão, sedentarismo, colesterol alto, alimentação irregular, obesidade, estresse, tabagismo, alcoolismo e diabetes. Além disso, realizar exames periódicos, evitar o excesso de sal e álcool, praticar atividades físicas e cuidar de sua saúde emocional são dicas importantes para que a mulher tenha uma vida mais saudável e com menores chances de sofrer um infarto ou AVC.

 

Sobre a SOCESP

A Socesp - Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 1976. Regional da Sociedade Brasileira de Cardiologia e Departamento de Cardiologia da Associação Paulista de Medicina, conta com cerca de 8 mil sócios. Os principais objetivos da Socesp são contribuir para a atualização dos cardiologistas do estado e difundir o conhecimento científico gerado pela própria Socesp aos profissionais da saúde que atuam na Cardiologia e para a população.

Sábado, 07 de Julho de 2018 - 14:00

Como regular o sono das crianças na volta às aulas

Como regular o sono das crianças na volta às aulas
Foto: Reprodução / Shutterstock

Recuperar a rotina de descanso é fundamental para garantir o bom desenvolvimento das crianças na escola. Com o final do recesso junino, é preciso restabelecer, aos poucos, a rotina de sono dos pequenos. Para os que dormiam pouco e acordavam tarde no pique das férias, é hora de fazer uma pausa e dar aquele alô para a realidade — especialistas indicam que a readaptação dos horários seja feita ainda durante os dias livres, para que as crianças não fiquem com sono durante as horas na escola.

 

A boa rotina de sono garante um bom funcionamento do organismo que, consequentemente, vai garantir uma capacidade melhor de aprendizado da criança e a manutenção dos níveis de secreção hormonal. Para a médica especialista em sono, Aliciane Mota, do Instituto Brasiliense de Otorrinolaringologia (IBORL), crianças que não dormem bem tendem a ficarem agitadas e com dificuldades de concentração.

 

"Os hábitos de meses podem ser pedidos facilmente em poucos dias ou semanas de um recesso sem regras", ressalta. No sono, segundo a especialista, vários hormônios estão envolvidos, como por exemplo as endorfinas, serotoninas, leptina, e, principalmente, o hormônio do conhecimento, conhecido como GH e que é extremamente importante nesta fase da vida. "Esses hormônios são secretados principalmente quando se tem uma boa qualidade de sono, e se isso é alterado, toda a produção hormonal também sofre mudança", considera Aliciane.

 

O tempo de sono varia de acordo com a idade da criança. Quanto mais velha, menor a quantidade de horas necessárias de repouso. "Comumente isso não é respeitado pelos adultos, já que a maioria dos pais tendem a colocar na criança a rotina da casa, uma rotina de adultos. E os pequenos acabam dormindo poucas horas, com menos qualidade e um sono mais agitado", acrescenta. Em geral, as crianças com idade pré escolar, entre 3 e 5 anos, precisam de 13 horas de sono por dia. Enquanto as de idade entre 6 e 12 anos devem dormir ao menos 10 horas.

 

 

O exagero de atividades estimulantes como jogar vídeo game e correr, por exemplo, comuns no período de férias, pode estar entre os fatores que colaboram para uma má noite de sono para crianças. "Algumas brincadeiras estimulam demais a função cerebral e, além de atrasarem o horário de dormir, acabam causando interrupções no sono durante a noite", finaliza a médica. A falta de rotina, mudanças de ambiente, problemas familiares e escolares também podem afetar diretamente a qualidade do sono dos pequenos.

 

Dicas para readaptar a rotina das crianças:

Leve-as para dormir mais cedo, por volta das 19h, 20 e 21h, antes de todos os adultos irem para cama;

Mantenha uma rotina rígida para que a criança saiba diferenciar noite e dia;

Sonecas durante o dia são aceitáveis, desde que não sejam exageradas e comprometam o descanso a noite;

Durante o dia deixe as janelas abertas e todos os sons ambientes da casa liberados, enquanto a noite, priorize um local silencioso e no quarto da criança um ambiente escuro ou com luz baixa.

Musa Plus Size do Bahia tem como missão quebrar padrões estéticos e inspirar

Bem resolvida com o corpo, consciente e dona de si. É assim que Thais Galvão, Musa Plus Size do Bahia 2018, sente-se e demonstra aos demais em qualquer lugar que chega. Porém, nem sempre a realidade foi essa. Antes de ganhar o concurso virtual do time tricolor que aconteceu em abril, também já participou de outras disputas de beleza da mulher gorda, Thais lutava contra a balança. Durante anos ela tentou se enquadrar num padrão social imposto de mulher com manequim 38. “Eu uso 48. Meu manequim até pouco tempo era desprezado pela maioria das marcas. Não era fácil encontrar roupas modernas e bonitas além de ser praticamente invisível socialmente e imã de piadas gordofóbicas. Passei anos fazendo todo tipo de dieta para diminuir meu manequim, me enquadrar em um padrão que não se adequa ao meu corpo para me sentir aceita. Até que descobri que minha maior qualidade era justamente não fazer parte do padrão. Minha beleza está em ser eu mesma!”

 

A batalha com o espelho de pessoas acima do peso é pontuada pela nutricionista Claudia Figueiredo como uma questão que requer cautela. Para ela, os padrões de beleza atuais da nossa sociedade têm perpetuado o estereótipo de esbelto e atlético, principalmente entre as mulheres. “Motivadas por diminuir o descontentamento com o corpo e deixar de ser alvo de discriminações elas entram em uma batalha com a balança. Considerando todas as possibilidades (mesmo que não saudáveis) no enfrentamento da obesidade, as mulheres podem comprometer tanto a saúde física quanto desencadear sentimentos autodepreciativos, de autoindulgência e ansiedade, deixando-a suscetível ao isolamento social”. Claudia ressalta, com isso, a necessidade da busca de profissionais sérios que possam reforçar o sentimento de amor próprio, autoconhecimento, respeito ao próprio corpo, tudo isso aliado ao acompanhamento nutricional.
 

A musa plus size do Bahia fez terapia durante um ano, recuperando a autoestima também com as participações em concursos. Hoje, ela tem uma agenda de ensaios fotográficos generosa e divulga constantemente em veículos de imprensa a valorização das gordas, combate à gordofobia e elevação da autoestima. Para Thaís, não se pode achar o adjetivo “gorda” algo negativo, enquanto o “magra” uma palavra positiva. “A palavra magra ainda é utilizada como um elogio às mulheres. Falar a uma mulher que ela está mais magra soa como uma vitória ao passo que a palavra gorda soa justamente o contrário. Somos criadas para não conceber a palavra gorda em nossas vidas mas, e como faz quando essa é a sua estrutura corporal? Essas palavras devem ser usadas apenas como adjetivos e ser gordo não pode nem deve ser ofensa”, explica.

 

Do passado, Thais só quer o aprendizado, pois as lembranças dos comentários maldosos sofridos e um relacionamento abusivo vivido por três anos serviram para torná-la uma mulher poderosa. “Eu tenho saúde e cuido muito bem dela, pois, é meu maior tesouro. Eu ser gorda não significa em absoluto que eu seja doente. Nesse processo de conscientização do meu ser aprendi a ser feliz como sou. Não estou acima do peso, não estou doente, não sou carente e aprendi a ser feliz e me respeitar como uma mulher gorda. É preciso que as mulheres entendam seu valor e busquem a felicidade de dentro para fora. Não precisamos nos adequar ao que o mundo impõe como regra de beleza, mas devemos lutar para que o mundo nos enxergue como mulheres maravilhosas que somos e respeitem nossas curvas”, afirma Thais.

Após quimioterapia, 'ovário artificial' pode ser opção para ajudar mulheres a engravidar
Foto: Reprodução / Pixabay

Muitas mulheres sofrem com problemas para engravidar depois que são submetidas a tratamentos com quimioterapia e radioterapia. Pensando nisso, cientistas do Rigshospitalet, em Copenhague, na Dinamarca, desenvolveram um “ovário artificial”, construído com tecidos e ovos humanos, que pode ser implantado em sobreviventes do câncer. Segundo o jornal O Globo, o experimento ainda está na fase inicial e precisa de mais testes clínicos. A técnica também pode beneficiar mulheres com esclerose múltipla e beta talassemia, doenças que exigem tratamentos que afetam a fertilidade. Atualmente, mulheres diagnosticadas com câncer e que desejam ser mães podem congelar tecidos do ovário antes dos tratamentos. Mas, segundo os estudiosos, em alguns casos específicos de tumores, as células cancerígenas podem afetar esses tecidos. O que faz com que essa técnica não seja indicada. Eles acreditam que os "ovários artificiais" podem ser uma opção mais segura. Até o momento a técnica só foi aplicada em camundongos, a expectativa é que os primeiros testes com humanos aconteçam dentro de três a cinco anos.

Conheça as técnicas mais utilizadas para reparação das sobrancelhas
Foto: Reprodução / Pinterest

As sobrancelhas realçam o olhar e destacam a beleza das pessoas, além de  dar a impressão de um rosto mais fino, diminuindo o tamanho do nariz e da testa. Sejam grossas, cheias, curvadas ou finas, elas moldam o formato do rosto e fazem uma grande diferença na fisionomia. “As sobrancelhas são um protetor natural dos olhos, evitando que sujeiras, suor e outros elementos as irritem. É preciso ter atenção com as sobrancelhas, porque afinar demais ou engrossá-las muito pode conferir um aspecto artificial ao rosto, ficando em desarmonia com a fisionomia e a beleza natural”, afirma a Dra. Edith Horibe, cirurgiã plástica, PhD pela Faculdade de Medicina da USP.

 

 

A médica conta que hoje em dia a tendência é que a sobrancelha fique o mais natural possível, para não deixar um ar pesado, fechado e sem expressão. E lista as principais técnicas de reparação:

Rarefação de pelos: ocorre principalmente nas mulheres que realizaram depilação por muito tempo, quando a moda era sobrancelha fina, e os pelos pararam de crescer. Os tratamentos disponíveis são: maquilagem definitiva e implante de sobrancelhas.

Dermopigmentação permanente: deve ser realizado por profissional habilitado e com grande experiência no ramo, pois o resultado é definitivo. No geral, utilizam-se tinturas à base de vegetais ou minerais. A qualidade de pigmento é muito importante para que não haja o apagamento precoce ou a transformação da cor (preto para o azulado). A tonalidade mais utilizada é o preto e o marrom, seguindo a cor dos cabelos ou dos olhos. 

Implante de Sobrancelhas: geralmente é realizado retirando-se uma pequena faixa de cabelo da parte posterior da cabeça, que é segmentado em microimplantes contendo 1 a 2 fios de cabelos cada. Estes fios são implantados um a um, com angulação de cerca de 15 graus da pele, com auxílio de uma agulha descartável. Pode-se repetir o procedimento após 6 meses, caso se queira aumentar a densidade da sobrancelha. A vantagem deste método é que a sobrancelha fica reconstituída naturalmente, com pelos da própria pessoa e a desvantagem para este método é a necessidade de cortar os pelos regularmente.

Existem também os implantes com fios artificiais, que não necessitam de ser cortados e não requerem área doadora. Como desvantagem, podem causar reações alérgicas, pois o organismo tende a rejeitar os implantes artificiais.

Excesso de Pelos: pelos em grande quantidade são antiestéticos e causam sensação de agressividade. Pode-se retirar o excesso com pinças, agulhas ou depilação a laser, um método que apresenta resultados duradouros sem causar danos à pele. No geral, bastam de 3 a 5 aplicações para diminuir cerca de 80% dos pelos da região afetada.

Queda da Cauda da Sobrancelha: o processo de envelhecimento da face faz com que as sobrancelhas “escorreguem” pelos ossos da face, aproximando-se mais das pálpebras, diminuindo a distância entre elas. Subir a cauda da sobrancelha é um procedimento cirúrgico que pode ser realizado por diferentes técnicas.

Essas técnicas são modernas e contribuem para melhorar, rejuvenescer e modificar as sobrancelhas

Sexta, 29 de Junho de 2018 - 14:00

Inverno é a melhor época para fazer peelings faciais

Inverno é a melhor época para fazer peelings faciais
Foto: Reprodução / Pinterest

Se você deseja realizar algum procedimento facial, saiba que as baixas temperaturas são grandes aliadas para o sucesso do tratamento. Segundo o site da revista Claudia, os meses de outono e inverno são os melhores para a realização de peelings químicos e procedimentos mais abrasivos, pois a intensidade da radiação solar é menor e a recuperação da pele é mais segura. Isso porque nos peelings químicos são utilizadas substâncias químicas que agridem a pele para promover a sua renovação. O procedimento proporciona benefícios como clareamento, melhora da textura e tonificação da pele. Normalmente, são indicados para o tratamento de manchas, acne e rugas. Os peelings químicos podem ser classificados em superficiais, médios e profundos, de acordo com a substância utilizada e a profundidade atingida.

 

Superficiais
Provocam uma rápida descamação e vermelhidão por cerca de cinco dias. São feitos em 4-8 sessões com intervalo de 15 dias.

 

Médios
Atingem profundidade intermediária e são indicados para tratar cicatrizes de acne e envelhecimento moderado da pele, como linhas de expressão e rugas finas. Devido a descamação mais intensa, a recuperação demora até 10 dias e pode ser feito a cada 3 meses.

 

Profundos
Geralmente, os peelings profundos são feitos com fenol e atingem a maior profundidade da pele. Por isso, são mais indicados para peles com muitas rugas e flacidez. Esse tratamento só pode ser indicado antes de uma avaliação prévia da função cardíaca, hepática e renal. A descamação dura até 15 dias e a vermelhidão pode persistir até um mês.

Pesquisa aponta que em duas décadas é crescente a taxa de suicídios entre as mulheres
Estilista Kate Spade cometeu suicídio | Foto: Reprodução / Instagram

Após a morte da estilista americana Kate Spade há quase um mês, no último dia 5 de junho, a causa da sua morte virou tema para reflexões. A estilista foi encontrada no apartamento dela com sinais de que havia cometido suicídio. Não demorou muitos dias e o resultado da autópsia confirmou a suspeita. Kate deixou uma filha de treze anos, o marido, Andy Spade e a sua marca Frances Valentine. De acordo com os familiares, a famosa designer já sofria de depressão há alguns anos e estava em tratamento.

 

Logo depois da repercussão do caso de Kate Spade, foi divulgada uma pesquisa realizada nos Estados Unidos apontando que o crescente número de suicídios é maior entre as mulheres e se tornou a décima causa de morte no país. Segundo os dados do Centro para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC na sigla em inglês), a taxa de suicídios cresceu 25% em menos de duas décadas.

 

Assim como Kate, muitas mulheres no mundo inteiro sofrem com o excesso de cobranças e isso acaba refletindo na saúde emocional. Para a psicóloga Marilene Fonseca, o suicídio para algumas pessoas é a situação extrema quando o sofrimento é insuportável e quando a pessoa não tem mais esperança e naquele momento tirar a própria vida parece ser a única solução. “É um momento e um ato de desespero de uma pessoa que está no limite de um sentimento de tristeza ou angústia. É quando qualquer estratégia de enfrentamento falhou”, reiterou.

 

De acordo com a especialista, as pessoas que pensam em cometer suicídio se comportam de diferentes formas. “algumas falam sobre isso e pedem ajuda e, mesmo que o familiar não acredite que a pessoa tenha coragem, é importante buscar ajuda, pois esse pode ser um pedido de socorro”, relata. Outro comportamento são as pessoas que pensam e planejam isso em silêncio, pessoas que estão lidando com problemas sérios e estão num quadro depressivo há algum tempo. Nos dois casos, a psicóloga destaca a importância da família ficar vigilante e procurar uma ajuda especializada.

 

Como ajudar 

O passo mais importante é entender o momento pelo qual aquela pessoa está passando e ajudá-la a buscar um profissional. “Ouvir,  sem julgamentos, além de mostrar que você se importa com a pessoa pode fazer também com que ela se sinta querida, lembrando que isso não deve ser motivo dela ser vista como coitadinha ou receber mimos que não receberia por simplesmente ser ela mesma”, aconselha a psicóloga. Outra iniciativa que pode ajudar é buscar contextos para que ela compartilhe interesses em comuns em comunidade, ajudá-la também a sentir-se útil.

 

Equilíbrio

A psicóloga conta que levar uma vida saudável é importante para ter uma boa saúde mental. E isso vai além de cuidar apenas do corpo, é essencial o equilíbrio entre lazer e trabalho, família e satisfação na vida pessoal, alimentação e atividade física que seja prazerosa, controle financeiro, dentre os outros aspectos.

 

Doação

A grife Kate Spade New York, anunciou uma campanha para conscientizar as pessoas sobre problemas de saúde mental e, principalmente, evitar que outras pessoas tirem a própria vida. A empresa doará R$ 1 milhão para a organização Crisis Text Line, uma linha direta que oferece ajuda profissional  e apoio através de mensagens de texto para pessoas que sofrem de depressão.

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