Quarta, 28 de Junho de 2017 - 11:00

Gargantilha 'chocker' pode ser usada em visual chique

Gargantilha 'chocker' pode ser usada em visual chique
Foto: Reprodução / Pinterest

A chocker é aquele tipo de colar no estilo gargantilha, um modelo democrático, que agrada diferentes estilos e pode complementar o look de maneira descolada e atual. Muito utilizadas nos anos 90, o modelo "coleira" voltou graças às celebridades como Rihanna e Kylie Janner, que passaram a utilizar o acessório.

 

Elas podem ser de diferentes tipos: tribais, tirinha, metálicas, rendadas. O tipo de material determina as ocasiões em que elas podem ser usadas. Segundo o site Garotas Estúpidas, como existem muitas opções de estilo, a gargantilha se adequa a qualquer tipo de pescoço e rosto, basta encontrar o que fica melhor.

 

Para quem acha que o pescoço é "gordinho": é bom evitar as gargantilhas de tiras muito finas, que podem marcar mais e criar "gominhos". É melhor apostar nas chockers de largura média e sem muitos detalhes, para não dar a impressão que essa região é maior.

 

Para quem acha que tem pescoço fino: aqui a regra é ao contrário, quem tem pescoço fino deve apostar em modelos que deem a ilusão de volume, como é o caso das chockers rendadas ou com detalhes.

 

Para quem acha que tem um rosto muito redondo: a dica é evitar as chockers muito largas ou combinações com muitas gargantilhas juntas, pois a ideia é deixar a pele à mostra para alongar o rosto e esses tipos de colares dão o mesmo efeito de blusa de gola alta, escondendo o pescoço. Como o objetivo é alongar a silhueta, as dicas das mulheres que implicam com o pescoço largo também valem aqui.

 

Para quem acha que chocker não combina com um visual mais chique: há modelos de veludo, ou uma simples fita preta de cetim ou renda são bem chiques e se preferir um look ainda mais sofisticado, escolha modelos metalicos ou com brilhantes. 

Quarta, 28 de Junho de 2017 - 08:10

O uso do crochê na decoração

O uso do crochê na decoração
Foto:Pinterest

É possível sair do básico na decoração, você quer saber como? Uma forma legal, criativa e que pode ser muito colorida mudando apenas alguns detalhes na sua casa é usar o crochê.  Olha só algumas dicas que o site Artesanato.com deu:

Relógio de crochê – você pode revestir a base do relógio com um pano de crochê e deixar os ponteiros à mostra!

Puff – vai bem tanto na sala, quanto no quarto, ou até mesmo no escritório, uma peça única de crochê que cobre o puff, ou juntar vários retalhos como na foto:

 

Capas para almofada -  uma outra forma, linda também é usar em capas de almofadas, com cores que conversem com seu sofá e sua sala, claro.

Agora use sua imaginação e crie suas próprias peças !

 

Terça, 27 de Junho de 2017 - 20:00

Como manter as unhas bonitas sem ir a manicure

Como manter as unhas bonitas sem ir a manicure
Foto: Shutterstock

Um grande desafio para quem não tem muio tempo é deixar as unhas bonitas e bem cuidadas. Simplesmente não há tempo de frequentar o salão de beleza e o esmalte acaba ficando danificado, as unhas quebram e acaba com a elegância das mãos. Isso sem falar na falta de dinheiro para ficar com unhas de salão sempre.

 

Para ajudar quem tem dificuldade de cuidar das unhas em casa, mas faz questão de estar com as mãos sempre bonitas, a manicure Gi Camargo, para a revista Glamour, deu dicas de como manter as unhas dignas sem precisar ir ao salão o tempo todo.

 

1. Monte um kit de manicure com alicate, palito, espátula, removedor de cutícula, lixa e removedor de esmalte para ter sempre em casa. Para complementar, Gi dá uma dica importante “É muito importante afiar o alicate antes de usá-lo. As pessoas acham que só porque o item é novo que está pronto pra tirar as cutículas da melhor forma, mas muitas vezes não estão e podem acabar machucando”.

 

2.Primeiro é preciso lixar todas as unhas da forma que achar melhor. Depois é bom passar o removedor de cutículas e esperar um pouco, quando perceber que estão amolecidas, abaixe-as com a espátula e retire o produto. O que ficar "levantado" deve ser retirado com um alicate. A manicure acrescenta que quanto menos usar o alicate melhor, para evitar ferimentos causados pela ferramenta.

 

3. É importante reparar as unhas antes de colocar o esmalte. Passe uma base para fortalecê-las e protegê-las. “Pra facilitar na hora de tirar o excesso de esmalte, aconselho passar a base sobrando pros dedos ou aplicar cola branca em volta da unha inteira. Depois, é só puxar uma pontinha da cola seca que todo o esmalte borrado vai sair também”, conta a profissional.

 

4. Na hora do esmalte, passe uma dupla camada de produto para fixar bem e deixar a cobertura mais bonita. A manicure indica canetas removedoras de esmalte para retirar os excessos.

 

5. Para deixar a unha bonita por mais tempo, após a pintura é bom passar óleo secante ou spray. Gi Camargo também aconselha passar top coat nas unhas depois de três dias da esmaltação, o que reforça a fixação do esmalte.

Com apresentações em Juazeiro, espetáculo ‘Sobre a Pele’ oferece oficinas gratuitas
Foto: Divulgação

O espetáculo “Sobre a Pele” será apresentado em Juazeiro nos dias 7 e 8 de julho, às 20 horas, no Centro de Cultura João Gilberto. Indicada nas categorias Melhor Atriz, Melhor Texto e Melhor Direção ao Prêmio Braskem de Teatro 2016, a montagem narra a história de quatro mulheres sob as memórias de Sofia, personagem que perdeu a visão após presenciar o afogamento da mãe. No elenco, Uerla Cardoso protagonizando, na companhia de Lílith Marques, Ella Nascimento e Jane Santa Cruz. Durante o evento oficinas gratuitas serão oferecidas as público. No sábado (8), o workshop “Estado Cênico” será ministrado pelo dramaturgo e diretor do espetáculo Fernando Santana, para meninas a partir dos 15 anos. Já no domingo (9), a oficina “Movimento Essencial”, ministrada pelas atrizes da peça, irá ensinar com exercício de atuação os princípios da dança. As inscrições podem ser feitas através do link (veja aqui). As apresentações custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia), mas coletivos de defesa da mulher podem ter acesso a uma cota de convites. A classificação é 14 anos.

SERVIÇO
O QUÊ:
Espetáculo ‘Sobre a Pele’
QUANDO: 7 e 8 de julho, às 20h. Oficinas 8 e 9 de julho, às 9 horas
ONDE: Centro de Cultura João Gilberto
VALOR: R$ 10 (inteira)/ R$ 5 (meia)

Terça, 27 de Junho de 2017 - 17:10

Jovem britânica é demitida por ir trabalhar sem sutiã

Jovem britânica é demitida por ir trabalhar sem sutiã
Foto: Shutterstock

A jovem britânica Kate Hannah revelou em seu Facebook que sofreu assédio e depois foi demitida do seu trabalho por não usar sutiã. Ela contou que o irmão de sua gerente fez comentários de cunho sexual em relação a ela. Depois de apontar o assédio, ela foi informada que não deveria voltar mais a trabalhar se continuasse a não usar sutiã. "Ninguém deveria jamais sentir a necessidade de se esconder para ficar longe de comentários e comportamentos sexuais indesejados", ela escreveu. “Eu me senti desconfortável, objetificada e chocada que isso tenha acontecido. Infelizmente, ela [a gerente] decidiu lidar com a situação dizendo para mim que eu não tinha permissão de ir trabalhar se não estivesse usando um sutiã. Isso foi dito em frente a outros três funcionários e clientes, o que me deixou com vergonha do meu corpo e completamente chocada de que eu estava sendo culpada pelo assédio sexual no trabalho. Ela me chamou de estúpida, tola e exageranda quando disse que estava chateada”. De acordo com o site da revista Elle, a empresa respondeu em sua rede social dizendo que ninguém foi demitido e que possui uma política de cuidado ao tratar sobre casos de assédio. Culpar a vítima pelo assédio sexual é uma das pautas que o feminismo tenta combater e o debate sobre os mamilos livres não é recente. No mundo da moda, várias modelos como Cara Delevingne, Kendall Jenner e Bella Hadid são adeptas ao movimento #FreeTheNipple, uma campanha que busca a igualdade e o empoderamento. “Tudo é uma questão de normalização”, destacou a ativista, atriz e diretora norte-americana Lina Esco, uma das fundadoras do movimento, à ELLE em março. “Vale lembrar que há 100 anos tornozelos eram considerados obscenos e hoje simplesmente rimos disso. Até 1937, era considerado ilegal um homem ir sem camisa à praia aqui, nos Estados Unidos.”

Terça, 27 de Junho de 2017 - 14:00

Como utilizar escadas verticais na decoração

Como utilizar escadas verticais na decoração
Foto: Reprodução / A Beautiful Mess

Uma escada de obra velha pode se tornar um objeto de decoração funcional e bonito, se usada de maneira criativa. O site A Beautiful Mess listou cinco formas simples de transformar uma escada vertical em uma decoração utilitária.

 

1. Prateleira de cozinha: inclinando uma escada contra uma parede da cozinha, colocando alguns ganchos em forma de S para pendurar panelas, frigideiras e peneiras temos uma prateleira vertical, prática e bonita.

 

2. Estante para revistas + luminária de leitura: em um canto da sala de estar, se for colocada perto da parede ao lado de uma cadeira ou sofá, a escada pode abrigar revistas em seus degraus. Se precisar de luz, basta fixar uma luminária que possua grampo na lateral.

 

3. Jardim: ao pendurar vasinhos de plantas com ganchos ao longo dos degraus da escada. É importante posicionar a escada em um lugar claro, para que as plantas tenham acesso à luz.

 

4. Display com mini luzes: para dar mais vida a um ambiente escuro, podem ser usadas as luzes pisca-pisca que ficam guardadas para o Natal amarradas ao longo da escada.

 

5. Prateleira para mantas e cobertores: uma decoração funcional que deixa o ambiente organizado e bonito. Basta posicionar a escada apoiada na parede e pendurar mantas, lençóis, lenços e cobertores de tecidos finos com estampas coloridas que não destoem do resto da decoração.

Terça, 27 de Junho de 2017 - 11:00

Maneiras fáceis de melhorar a qualidade do ar em casa

Maneiras fáceis de melhorar a qualidade do ar em casa
Foto: Shutterstock

A qualidade do ar é essencial quando o assunto é bem estar e saúde, pois de nada adianta um cômodo lindo que não seja um ambiente agradável. A preocupação com a condição da atmosfera é essencial pois fora de casa estamos sujeitos a poluentes e substâncias indesejadas mas no nosso lar precisamos de um ambiente saudável. Por isso, o site Brit + Co listou algumas dicas para limpar o ar e deixá-lo mais saudável.

 

Plantas purificadoras: são ótimas aliadas na decoração e também servem como purificadoras do ar. A clorofito (gavetinha ou paulistinha) ajuda a tirar do ar substâncias como formaldeído. O lírio-da-paz remove a amônia do ar e a árvore-da-borracha promove a redução do benzedo.

 

Limpar os animais de estimação: cães e gatos acumulam poluentes naturalmente e em meio aos pelos podem existir alérgenos e elementos indesejados. Penteá-los regularmente, dar banhos quando necessário e aspirar os pelos dos animais é de fundamental importância.

 

Purificador de ar: esses aparelhos ajudam na circulação do ar e deixam o ambiente mais saudável. No quarto, ajuda a eliminar vírus, ácaros, mofo, bactérias e até alérgenos que passam despercebidos.

 

Lâmpada de sal: as rochas de sal rosa do Himalaia equilibram toda a carga elétrica no ambiente, pois promovem a ionização do ar e purificam o ambiente. Essas lâmpadas de sal produzem ions negativos que eliminam ions positivos em excesso que estão no polén, na poeira, sujeira e alérgenos.

 

Carvão: ele pode ser um grande aliado para combater a poluição. Ideal para absorver a umidade e neutralizar odores, o carvão é conhecido por suas propriedades purificadoras. Em algumas culturas, o carvão é utilizado até mesmo para filtrar água.

 

Espanadores e vassouras: na hora da limpeza, é bom evitar esses itens, pois eles podem colocar a poeira acumulada diretamente para o ar, junto dos ácaros. Para tirar o pó, a melhor opção é um pano úmido. Caso note a presença de mofo, pode ser usado vinagre branco ou limão, junto com a água, para retirá-lo. Em superfícies grandes, o aspirador é a melhor opção.

 

Ventiladores de teto: ao contrário do ar condicionado, garantem a circulação do ar, com instalação simples sem exigir manutenção, além de serem ótimos itens de decoração.

 

Óleos: óleos de plantas como melaleuca e capim-limão em um difusor ajudam a combater o mofo e problemas de respiração, além disso, garantem um cheiro agradável no ambiente.

Coaching: Ferramenta empresarial e pessoal para o auto-desenvolvimento
Foto: Freepick

Se em um passado não muito distante o termo Coaching soava como algo distante e dispensável no mundo empresarial e na vida pessoal, hoje, a prática cresce gradativamente no país. Segundo dados divulgados em 2016, pela revista VC RH, estima-se que cerca de 40 mil profissionais atuam como coaches no Brasil – um  aumento de 300% nos últimos seis anos, de acordo com a Associação Internacional de Coaches Profissionais (AICP).

 

Mas em que consiste a técnica? “Trata-se de um processo de apoio a pessoas ou equipes para que possam atingir determinados objetivos. Ou seja, uma facilitação durante a qual o coach (técnico) ajuda o coachee (pessoa) a acessar seus recursos internos para encontrar, ele próprio, as soluções e caminhos”, explica Marta Castro, consultora e coach.

 

O processo tem sido amplamente utilizado no mundo empresarial, para a formação de líderes e treinamentos motivacionais. Dados da pesquisa realizada em 2016, pela Coaching Brasil, revelam que 51% dos executivos entrevistados acreditam no Coaching enquanto medida fundamental para se manter no mercado.

 

“As pesquisas existentes mostram que o retorno do investimento em Coaching está em torno de sete vezes o valor investido. Isto é, a empresa paga um valor X pelas sessões para um profissional e, com a melhora de sua performance, este profissional retorna à companhia sete vezes a quantia investida”, pontua Castro, também sócia e diretora do Instituto Planos.

 

Não à tôa, portanto, o Coaching é visto como essencial pelo empresariado. No setor de vendas, por exemplo, cerca de 71% das empresas no país, conforme o Blog Marketing Digital de Resultados (nov/2016), fazem algum tipo de Coaching. E mais: entre as que atingem a meta de vendas 4 vezes ou mais no semestre, 80% delas adotam a prática.

 

A coach Marta Castro, associada à International Coach Federation (ICF), ressalta que a técnica vai muito além do mundo empresarial e não se restringe apenas a profissionais. É possível, por meio do Coaching, abordar temas como relacionamento, emagrecimento, vida financeira, entre outros. A quantidade e o intervalo de sessões varia, de acordo com o cliente, apesar da média ser de 10 a 12 sessões, com encontros semanais ou quinzenais.  “Recomendo a prática para quem está se sentindo perdido ou deseja fazer uma transição na vida e não sabe como conduzí-la. O Coaching é realmente uma ferramenta poderosa para que as pessoas atinjam seus objetivos e realizações pessoais”, enfatiza.

 

A profissional ressalta ainda que, ao contrário do que muitos pensam, coaching e terapia não são a mesma coisa e devem ser vistas como processos diferentes. O primeiro, é voltado para o futuro e busca soluções a curto e médio prazos; enquanto a terapia é voltada a questões mais profundas que remetem muitas vezes ao passado e que demandam tempo para serem processadas. “Umas das sapiências de um bom coach é perceber quando uma questão é tão complexa que requer terapia. Um profissional ético, neste caso, tem a obrigação de encaminhar o cliente para um psicólogo”, revela.

 

Contato: martacastro@institutoplanos.com.br

Segunda, 26 de Junho de 2017 - 20:00

Marca produz sapatilhas laváveis com material reciclável

Marca produz sapatilhas laváveis com material reciclável
Foto: Reprodução / Instagram

Sendo um item fácil de combinar, a sapatilha está no guarda roupa da maioria das mulheres, tornando-se um item indispensável. A mais recente novidade que envolve o item é uma sapatilha lavável feita de materiais recicláveis pela marca americana Rothy's.

 

“Depois de muitos anos vivendo em São Francisco, vendo tênis e chinelos ficarem cada vez mais populares, tivemos a ideia de criar a Rothy’s” dizem os criadores da marca Stephen Hawthornth e Roth Martin. De acordo com o site da revista Elle, as sapatilhas foram feitas com uma fibra de PET certificado e após limpar e esterilizar as garrafas plásticas, elas são fundidas em filamentos e costuradas para criarem os sapatos. Antes de ir para as prateleiras, elas ainda ganham uma cobertura que ajuda a manter os pés limpos.

 

A ideia principal foi desenvolver um item versátil e com materiais duráveis, com qualidade e de baixo impacto ambiental, mas a maior vantagem da sapatilha para os consumidores é ela ser um item de fácil lavagem. “Jogue-as em água fria com detergente, ciclo leve e seque sem calor. Voilà, elas ficam como se fossem novas”, descreve um post da marca no Instagram.

 

Duas editoras do BuzzFeed e do blog RJ Media testaram o produto e garantem que as peças realmente ficam como novas e tanto o formato quanto os tecidos são preservados após lavagem na máquina. Os pares custam entre U$125 e U$145, mas a marca ainda não faz entregas internacionais.

Segunda, 26 de Junho de 2017 - 17:00

Atleta grávida completa corrida e é aplaudida nos EUA

Atleta grávida completa corrida e é aplaudida nos EUA
Foto: Reprodução / Getty Images

A corredora norte americana Alysia Montaño, 31, vestindo um top da mulher maravilha e grávida de 4 meses do seu segundo filho, completou a prova de 800 metros rasos na quinta feira (22) no torneio de atletismo USA Track and Field Championships.

 

Mesmo sem medalhas, a atleta foi aplaudida no estádio de Sacramento, na Califórnia. Segundo o site da revista Cláudia, em 2014 Montaño já tinha corrido grávida de oito meses “Todos estavam me dizendo ‘desta vez você correrá até mais rápido, porque está menos grávida'”. Eu respondia: ‘pessoal, ainda assim eu estou grávida'”, ela disse depois da prova. Nesasa corrida, ela foi 11 segundos mais rápida que há 3 anos.

Estudo americano mostra que modelos curvilíneas promovem imagem positiva
Foto: Reprodução / Instagram

Se você já viu revistas de moda, ou se já viu propagandas de roupas de banho protagonizando modelos super magras e não se sentiu representada, você não está sozinha. Um estudo recente sugere que, quando as mulheres veem modelos acima da medida do padrão de beleza na mídia, elas se sentem melhor e o anúncio chama mais a atenção delas. E se isso não é suficiente, a comparação que essas mulheres fazem quando veem corpos mais realistas nessas propagandas não acontece tanto quanto se elas olharem para uma modelo muito magra.

 

Segundo o site Brit + Co, um estudo foi conduzido nos Estados Unidos na Florida State University e reuniu 49 mulheres consideradas acima do peso, mas que queriam ser mais magras. A pesquisa mostrou ao grupo fotos dos sites das lojas Target e Macy's e pediu a elas para categorizarem as modelos pelo estilo de corpo, o quanto agradavam a elas e quanto elas comparavam essas modelos a si mesmas.

 

Os resultados revelaram o que muitas mulheres provavelmente já sabem que é verdade. Quando olhavam para modelos magras, as participantes faziam mais comparações às suas próprias figuras, se sentiam menos satisfeitas com seus corpos e prestavam menos atenção às fotos. Por outro lado, quando uma modelo mais curvilínea era mostrada, elas faziam menos comparações, ficavam mais satisfeitas com seus corpo, prestavam mais atenção e lembravam de mais detalhes do conteúdo mostrado.

 

Considerando que a imagem negativa do próprio corpo pode ser mentalmente e fisicamente ruim, os autores do estudo consideraram os resultados do seu pequeno projeto promissores "Achamos maravilhoso que existe claramente uma vantagem psicológica em colocar corpos não ideais para o padrão de beleza nas campanhas midiáticas" escrevem os autores. "Essas descobertas sugerem que incorporando modelos com tamanhos mais realistas na mídia pode ter benefícios em termos de melhora da saúde", dizem. Eles querem abrir o estudo a um grupo maior de pessoas, com idades, gêneros, etnias e corpos diferentes, mas os resultados iniciais são um bom começo.

Cansaço mental é diferente de estresse e atrapalha a produtividade
Foto: Shutterstock

É muito comum ouvir, em meio à correria do dia a dia, as pessoas reclamarem que estão estressadas, mas o que muita gente não sabe é que existe diferença entre estresse e cansaço mental. Diferente das irritações do dia a dia, o cansaço mental é contínuo e envolve sintomas como a perda da criatividade, memória e vontade de acordar cedo, além da sensação de cansaço, dificuldade para acordar e poucos motivos para felicidade.

 

Patrícia Cândido, escritora e conferencista explica para o site da revista Glamour que cuidar da energia mental é tão importante quanto zelar pelo corpo como um todo. “A nossa mente é quem comanda a energia dos demais sistemas do corpo. Ela é quem faz a distribuição desta força para que órgãos vitais como fígado, coração e pulmões funcionem na frequência necessária para a manutenção de nossa saúde. O cansaço mental demonstra que a energia da mente está comprometida e falha”, diz ela.

 

Alguns maus hábitos do cotidiano contribuem para potencializar o cansaço mental. A má alimentação, estresse, pressão social, autocobrança, necessidade de controle total das situações e sono sem qualidade são alguns exemplos. O corpo envia sinais de que algo está errado e a mente precisa de uma trégua, por isso é importante se alimentar bem, ter um sono adequado, beber muita água e praticar atividades físicas. Os momentos de lazer também são de fundamental importância para o relaxamento da mente, por isso é recomendado que as pessoas realmente tenham tempo para descansar.

O que se deve levar em conta ao escolher um papel de parede
Foto: Shutterstock

Papeis de parede são uma boa alternativa para quem quer mudar o visual da casa sem passar por obras, quebrar paredes e gastar altos. De acordo com o site da revista Casa e Jardim, é preciso ter cuidado na hora de escolher o papel de parede ideal para o ambiente desejado e é essencial levar em consideração alguns aspectos antes de comprá-lo.

 

Disposição do ambiente: é preciso pensar em como as portas, janelas, quadros, estantes e paredes estão posicionados para fazer a escolha. Uma sala com muitas janelas e quadros pode não ter muito espaço na parede para um revestimento estampado, pois ele pode ficar ofuscado por outros itens de decoração.

 

Tamanho das paredes: o tamanho vai influir diretamente no preço da aplicação do papel, por isso é essencial calcular o espaço que vai receber o revestimento e avaliar a melhor opção para o projeto, pois as vezes o dinheiro gasto com a cobertura de toda a superfície da sala pode ser gasto em outros aspectos da decoração que também podem dar um ar diferente ao ambiente.

 

Estampa: não se trata somente de gostar da estampa, é preciso avaliar o tamanho e a disposição. Se a estampa for muito grande, ela fica melhor em ambientes com paredes espaçosas sem muitos objetos de interferência, por exemplo.

 

Umidade: para aplicar revestimento em banheiros e cozinhas, é melhor se certificar antes se o modelo escolhido é resistente à umidade do ar pois o vapor pode prejudicar a qualidade do papel de parede.

 

Presença de crianças: existem papeis feitos especialmente pra crianças, feitos com material lavável, resistente a mãos sujas e lápis coloridos. Quem tem filhos pequenos pode optar por um modelo feito com vinílico, por exemplo.

Moda sustentável: Tendência 'slow fashion' aposta no artesanato
Foto: Stockvault

Se a cada estação as vitrines exibem as novas tendências e estimulam o consumo de peças que seguem os padrões velozes da moda, o "slow fashion" firma-se na contramão da sazonalidade frenética incentivando a produção artesanal. Agora, o que está realmente em alta é a valorização da criatividade e, sobretudo, o "do it yourself": peças feitas a mãos com carinho e dedicação especial ao produto.

 

Nesse cenário, o artesanto é o principal aliado da desaceleração do consumo, trazendo o foco para a qualidade e exclusividade das peças e para o trabalho dos artesãos. O lucro, portanto, apesar de importante, perde espaço para a sustentabilidade tanto dos produtos quanto do processo de venda, baseado no “compro de quem faz” – o que permite um maior conhecimento sobre o ciclo de produção e maior consciência sobre o que é adquirido.

 

Além de estimular que todos repensem no próprio consumo, esta vertente da moda sustentável colabora, também, para o reconhecimento da diversidade e das riquezas das tradições culturais locais. Por meio do artesanato, é possível enaltecer as singularidades de cada região, fazendo do produto uma parte pequenina de uma imensa cultura, que pode ser vestido ou exibido como decoração.

 

É exatamente assim, aliás, que o artesanato consagrou-se no Brasil, sendo de fato expressão das diferentes tradições espalhadas pela vastidão do país. A variedade de peças produzidas pelas mãos hábeis dos artesãos brasileiros é incontável: roupas, bolsas, tapetes, instrumentos musicais, bijouterias, sapatos, redes, vasos, toalhas, entre tantos outros.

 

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem cerca de 8,5 milhões de pessoas no Brasil trabalhando com artesanato. A Bahia ocupa o segundo lugar no ranking nacional de artesãos cadastrados atrás apenas de Alagoas.

 

O que usar/comprar

Apesar da variedade que a "slow fashion" oferece por meio do artesanato, second hand shops e brechós, muitos não sabem exatamente o que fazer para empreender uma mudança significativa no guarda-roupa. O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) fornece alguma dicas e informações:

 

  • Priorize peças atemporais como sobretudos, calças e blusa. Itens básicos que fazem parte de qualquer guarda-roupa e nunca saem de moda;

 

  • Roupas feitas à mão e a produção em baixa escala valorizam o produto e geram peças exclusivas, em oposição as grandes lojas de departamento;

 

  • Escolha tecidos mais nobres, naturais e duráveis, como algodão, linho e seda, e cores neutras ou suaves, que são mais fáceis de combinar;

 

  • Se a princípio peças de decoração e roupas artesanais pareçam mais caros, a qualidade e a durabilidade compensam e garantem o investimento da compra. 
Domingo, 25 de Junho de 2017 - 17:00

Mitos sobre a menstruação

Mitos sobre a menstruação
Foto: Shutterstock

Embora a menstruação seja comum na vida das mulheres, muitas delas ainda carregam dúvidas simples sobre o assunto. Normalmente, são informações passadas de geração para geração, mas que nem sempre têm uma explicação médica. O ginecologista Gilberto Nagahama, do hospital San Paolo, em São Paulo, esclarece alguns mitos criados ao longo dos anos sobre a menstruação.

 

É impossível engravidar durante a menstruação: Na teoria, realmente não é possível, já que menstruação é a "descamação" do endométrio, camada que é preparada para receber a gestação. Porém, o corpo não é uma máquina que trabalha com exatidão, por isso é sempre bom tomar medidas preventivas para evitar o risco.

 

Mulheres com muita convivência menstruam simultaneamente: Não é verdade. Cada pessoa tem o seu corpo, com manifestações totalmente individuais, portanto o período menstrual não tem relação alguma com o de outras mulheres.

 

As relações sexuais são mais prazerosas durante a menstruação: O período de maior desejo sexual é justamente o de ovulação que corresponde aproximadamente ao 14° dia do ciclo menstrual. Acreditamos que muitas pacientes têm a sensação de mais prazer justamente por ficarem despreocupadas com o risco de engravidar.

 

É errado fazer exercícios físicos durante a menstruação: Exercícios físicos são essenciais para manter a qualidade de vida em qualquer momento. No período menstrual, eles ajudam a controlar a dor das cólicas devido à liberação de hormônios de prazer, como endorfinas.

 

Mulheres virgens não podem usar absorventes internos: Mais um mito. O hímen tem até 2,5 cm de abertura na puberdade e o absorvente interno até 1,9 cm.

 

Ter relações sexuais menstruada aumenta risco de contrair DSTs: Não é verdade. A realidade é que, com ou sem menstruação, fazer sexo desprotegida aumenta o risco de contrair qualquer doença sexualmente transmissível.

Domingo, 25 de Junho de 2017 - 14:00

Decotes para cada tipo de corpo

Decotes para cada tipo de corpo
Foto: Reprodução / Pinterest

Os decotes podem ser grandes aliados para valorizar o corpo mas também podem destruir um look caso sejam mal utilizados. Segundo o site da revista Vogue, para acertar na escolha dos modelos, cada mulher precisa ter consciência do tipo de corpo que tem e a sua finalidade ao usar esse estilo de roupa.

 

Em V: Para quem deseja a sensação de alongamento no pescoço, esse modelo é o mais adequado. É ideal para quem tem o pescoço mais curto ou quer que ele pareça mais comprido. É uma boa escolha também para quem quer disfarçar ombros largos pois chama a atenção para o centro do corpo, valorizando todos os tamanhos de seios.

 

Canoa: Esse decote cria uma linha horizontal na parte alta do tronco e dá uma impressão de ombros maiores. Ótima escolha para quem tem quadris largos e ombros nem tanto, pois equilibra as proporções dessas partes do corpo.

 

Gola redonda: Dá a impressão que os seios são maiores pois "fecha" o colo. Para quem tem pouco busto é excelente, mas as donas dos seios maiores devem ficar atentas ao resultado pois pode não agradar. Para disfarçar o volume, um colar de peso, que vá até o meio dos seios, pode ser usado com a gola redonda, dando impressão que a gola é em V, chamando mais atenção para alongamento do pescoço.

 

Tomara que caia: Ideal para quem tem seios pequenos, pois eles "seguram" o decore, ajudando a equilibrar as proporções entre os ombros e o busto e deixando o corpo mais harmonioso para quem tem quadris largos e tronco estreito. Quem tem seios mais avantajados deve usar esse tipo de decote caso se sinta confortável, sem puxar a blusa ou vestido para cima o tempo todo.

 

Turtleneck: É o tipo de blusa que tem a gola alta e fecha o colo. Esse modelo pode ser usado sem preocupaçõpes por quem tem busto médio ou pequeno, mas as mulheres que tem seios grandes devem tomar os mesmos cuidados da gola redonda ao usar esse estilo de gola.

Projeto pretende aumentar o número de mulheres nas agências de publicidade
Foto: Reprodução / Tumblr

No mundo da publicidade, as mulheres representam 20% das pessoas contratadas em uma agência e seus salários ainda são 30% menores que o dos homens, e se a mulher for negra, esse salário fica 60% menor do que o de um homem. Assim começa o texto de descrição do projeto Find the Woman (veja aqui). Tendo em vista os seguintes dados, uma dupla criativa se uniu para fazer um projeto no qual destacam as diversas imagens divulgadas por agências ao redor do mundo, onde se veem apenas uma mulher em um ambiente repleto de homens.

 

Segundo o site Catraca Livre, o projeto convida, na sua página no Tumblr, pessoas de todo o mundo para mandar as oportunidades de trabalho das suas agências e em troca de receber indicações de mulheres para a vaga. De acordo com Gabriela Ramalho, redatora por trás do Find the Woman, “O projeto nasceu para provar que lutar pela igualdade de gêneros na publicidade é necessário, não estamos inventando um problema onde não há. As fotos são reais, e o problema também". Mas o objetivo dele é ainda maior, e a diretora de arte Neyla Alana, co-criadora da iniciativa complementa "Queremos mostrar que existem mulheres totalmente capazes de criarem campanhas incríveis”.

Sábado, 24 de Junho de 2017 - 17:00

O corretivo certo para cobrir manchas, olheiras e acne

O corretivo certo para cobrir manchas, olheiras e acne
Foto: ThinkStock

A cobertura ideal depende de um produto específico para cada área a ser corrigida. Olheiras, manchas e acne podem contribuir para que a maquiagem não fique tão perfeita e por isso devem ser cobertas com o tipo certo de corretivo. Veja abaixo qual o melhor produto para cobrir essas imperfeições e como aplicá-los.

 

Olheiras: segundo o site da revista Cláudia, para disfarçar as olheiras, o corretivo precisa ter a cor da sua pele, pois se for mais claro deixará uma mancha em baixo dos olhos. Olheiras suaves devem ser cobertas com corretivos líquidos, com texturas leves e aplicado com um pincel de cerdas rígidas. Nas olheiras moderadas devem ser aplicados corretivos hidratantes, espalhando com os dedos e dando leves batidinhas. Para as mais intensas, corretivos coloridos são essenciais, com tons amarelados para as olheiras roxas e salmão para as acinzentadas.

 

Manchas: o corretivo em pó é o mais indicado quando esse tipo de imperfeição é leve. Para manchas moderadas, os corretivos cremosos são melhores por serem mais pigmentados e fáceis de espalhar, disfarçando bem e sem marcar. Em manchas intensas, corretivos de longa duração com fórmulas hidratantes são os melhores para o caso. Para potencializar a cobertura, deve ser aplicada a base e em seguida o pó.

 

Acne: o corretivo em lápis são ideais para cobrir a acne leve pois o seu formato propicia uma aplicação precisa e pontual. Na acne moderada, o corretivo em bastão, com fórmula muito concentrada e seca previne o excesso de oleosidade e deve ser aplicado moderadamente sobre os pontos de vermelhidão. A acne intensa pode ser coberta com corretivos oil free. Nas áreas onde se concentra uma quantidade maior de acne podem ser utilizados corretivos fluidos, fáceis de espalhar e livres de óleo, evitando que o problema se agrave.

Sábado, 24 de Junho de 2017 - 14:00

Como usar tênis no trabalho

Como usar tênis no trabalho
Foto: Pixabay

Usar tênis é a garantia que você vai se sentir confortável o dia inteiro. Já não vale mais aquele mito que dizia que andar de tênis é sinônimo de estar desarrumada e segundo o site da revista Galmour, se forem combinados de forma correta, podem ser usados até mesmo no ambiente trabalho.

 

Com vestido: tênis e vestido é um combo em alta entre as fashionistas. O vestido dá conta de conferir um visual mais feminino, enquanto o tênis traz o equilíbrio perfeito para deixar o look mais descolado. Dos menores até os longos, todos caem bem com tênis, mas se for de cano alto, o ideal é que o vestido seja mais curto para não deixar a silhueta achatada.

 

Com saia: Tênis com saia deixam a produção com uma pegada esportiva. Quase os mesmos princípios de combinar o tênis com vestido são válidos para as saias, mas a combinação pode ficar mais casual se uma camiseta for escolhida para compor o look, ou mais sofisticada se for usada uma camisa. 

 

Com macacão: para não ficar muito casual, pode ser escolhido um modelo de seda ou outro tecido mais fino, equilibrando o estilo de rua do calçado.

 

Com calça: é a combinação mais comum com tênis, mas não deixa de ser estilosa. Pode ser usado com qualquer tipo de calça, das soltas as mais retas. Combinando um modelo básico nos pés, pode ousar no resto da produção com peças mais marcantes. Para as baixinhas que são loucas por salto, existem tênis com plataforma, como os modelos flare que ficam ótimos com calça.

Sábado, 24 de Junho de 2017 - 11:00

Amigas se unem para formar marcenaria

Amigas se unem para formar marcenaria
Foto: Reprodução / Instagram

A Lumberjills é uma sociedade constituída por uma mulher formada em hotelaria e outra com formação em turismo. Sabendo qual a vocação original das duas, nunca seria possível imaginar que na verdade, a Lumberjills é uma marcenaria. Segundo o site imulherempreendedora, Fernanda Sanino e Letícia Piagentini são amigas há muitos anos e as duas resolveram empreender juntas quando descobriram por acaso o talento para a marcenaria. “Reformei os móveis de minha avó e minha tia, e recebi tantos elogios que percebi que levava jeito para a marcenaria. Comecei a pensar nessa ideia”, lembra Fernanda. “Resolvi, paralelamente à carreira corporativa, investir em uma nova área. Sempre adorei desenhar e na busca por um curso, me interessei em fazer o de desenho de mobiliário. Fazendo as aulas, percebi que além e desenhar, queria construir os móveis”, conta Letícia.

 

A marcenaria funciona em São Paulo e o nome da marca veio do inglês. A palavra Lumberjills é o feminino de Lumberjack, que significa lenhador. Muitas mulheres tiveram que assumir funções masculinas na Segunda Guerra Mundial e uma das profissões que começaram a ocupar foi a de lenhador. As sócias explicam que ser mulher em um setor majoritariamente masculino é um desafio que está sendo vencido. “Entendemos que a nossa presença no setor ainda é novidade, e as pessoas estão se acostumando. Quando iniciamos o projeto, não foi para levantar uma bandeira ou provar alguma coisa, foi porque queríamos abrir uma marcenaria. Quando enfrentamos algum tipo de preconceito ou machismo, encaramos de uma maneira leve e mostramos nossa competência no trabalho final”, diz Fernanda.

 

Outro grande desafio que as duas enfrentam veio das famílias, que desejavam que elas escolhessem outra área. “Por sermos mulheres e altamente qualificada (eu e a Fernanda temos pós-graduação, vivência no exterior e falamos quatro idiomas cada uma), nossos familiares não entendiam nosso desejo de fazer um trabalho tão braçal. Mas com o tempo eles aceitaram e hoje admiram e respeitam nossa escolha”, conta Letícia. Antes do negócio, Letícia e Fernanda trabalhavam em cargos de confiança com bons salários em uma empresa. “Abrir mão dessa segurança e trocar o certo pelo duvidoso não foi uma decisão fácil, mas nossa fé no projeto Lumberjills que nos deu a força que precisávamos”, completa.

 

Letícia diz que no início, parecia uma loucura, mas após um estudo de mercado, souberam que havia uma carência de jovens que fizessem moveis a preços acessíveis e perceberam o potencial que o projeto tinha. Além do talento natural para a marcenaria, elas fizeram diversos cursos no Senai e em outras escolas para aprimorar suas técnicas e aprender novas, e enfim conseguir abrir o negócio.

 

 “Primeiro desenvolvemos projetos para amigos e familiares, para testar e nos aperfeiçoar. Só depois de seis meses lançamos a marca no mercado digital. Preferimos crescer aos poucos, sem pressa. Nosso sonho da loja virtual, por exemplo, só irá se concretizar nos próximos meses, quando teremos uma maior estrutura de estoque. Começamos em uma garagem e só agora estamos indo para um lugar maior, onde poderemos ter funcionários”, conta Letícia.

 

Os clientes da Lumberjills chegam principalmente através de indicação, o restante fica conhecendo a marcenaria através do Instagram e outras redes sociais. Tendo em vista essa parcela de consumidores que vem da internet, elas pretendem lançar uma loja virtual, mas por enquanto possuem um site no qual apresentam seu trabalho (veja aqui). Elas também pretendem abrir aulas e cursos para mulheres “A ideia é capacitar novas marceneiras e também ensinar as mulheres a realizar pequenas tarefas dentro de casa, como pendurar um quadro e consertar um móvel quebrado”, diz Letícia.

'Foi um momento mágico', disse Marcia Freire, uma das principais mulheres da música baiana
Foto: Divulgação

Márcia Freire é uma das principais figuras femininas da música baiana com diversos sucessos como “Baiana Merengueira”, “Que Arerê”, “Rebentão”, entre tantos outros. Os mais de 20 anos de carreira parecem não pesar nem um pouco para esta artista, que está sempre se reinventando, subindo em diferentes palcos e atraindo um público cada vez mais eclético. Conhecida como Furacão Loiro, Marcia Freire participou no último domingo (18) da 21a Parada de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT) em São Paulo  e confessa que se surpreendeu com as milhares de pessoas que se concentraram na Avenida Paulista. “Foi um momento mágico”. Clique aqui e leia a entrevista completa!

São João na RBN Digital: Curta três horas de forró sem intervalos
Foto: Divulgação / Nova Escola

A rádio RBN Digital entrou em clima de São João! E para não deixar nossos ouvintes com vontade de dançar um arrastapé, nós traremos neste sábado (24) três horas de forró tradicional, sem intervalos, para quem quiser ensaiar os últimos passos antes de partir para os festejos. Nossa playlist de São João já fez sucesso nessa sexta-feira (23) e nesta tarde serão mais três horas inteiras com forró pé de serra, xote, baião e xaxado. Você vai ouvir Flávio José, Dominguinhos, Luiz Gonzaga e muito mais! Nossa proramação junina vai ao ar a partir das 15h. Se já tem nosso aplicativo, é só clicar e nos acompanhar. Se ainda não tem, baixe o aplicativo para iPhone https://appsto.re/br/40Rrjb.i, ou para Android https://goo.gl/gXprSH. Você também pode ouvir a RBN Digital pelo www.rbndigital.com. Um bom São João a todos. Anarriê!

A cientista brasileira premiada por pesquisa em cosméticos cruelty free
Foto: Divulgação

O Lush Prize é uma parceria entre as marcas 100% vegetarianas e 83% veganas Lush e Ethical Consumer para apoiar a toxicologia livre de animais. O prêmio tem um fundo de 250.000 libras por ano e já distribuiu mais de 1,5 milhão de libras para 76 vencedores em 17 países, incluindo o Brasil. Em 2015, a brasileira Bianca Marigliani, bióloga especializada em biotecnologia, vencei o prêmio da marca na categoria Jovem Pesquisador. Atualmente, Bianca está finalizando o mestrado em biotecnologia na Unifesp e está envolvida em um projeto para acabar com o uso de soro bovino em testes cosméticos.

 

Ela explica ao site da revista Glamour sua pesquisa vencedora do Lush Prize, que tem como foco os testes de sensibilização cutânea: "A ideia é determinar se um produto pode ou não causar alergia no consumidor. Mas, em vez de testar na pele de um coelho, por exemplo, tentamos prever o resultado usando células humanas cultivadas em laboratório. A gente aplica a substância que queremos testar na cultura de células e observamos as reações. Já entendemos quais vias são ativadas quando há um processo alérgico e também temos a tecnologia para avaliar essas reações e entender se aquele produto vai ou não causar provocá-las -- tudo sem precisar usar os animais".

 

Bianca conta que estava na metade do doutorado enquanto, paralelamente, tocava um projeto sobre métodos alternativos, pórém estava sem financiamento. Quando conversou com uma amiga sobre o assunto, surgiu a ideia de mandar o seu empreendimento para a Lush Prize. Considerando o sua pesquisa muito simples para o porte do prêmio, a bióloga fez uma outra opção "lembrei de uma coisa que sempre me incomodou muito desde o meu primeiro dia no mestrado no laboratório, que é o uso do soro bovino fetal. Para mim é um contrassenso usar produtos de origem animal, principalmente aqueles que sabemos que são cruéis. Fiz o projeto sobre isso e ganhei! E aí, financiaram a minha pesquisa que está sendo desenvolvida agora" diz ela.

 

Quando questionada sobre o sexismo existente na área em que atua, Bianca reflete que apesar de existente, ele é velado e ela sofre mais por ser vegana do que por ser mulher "Já ouvi coisas do tipo: 'Ah, mas será que colocamos ela no laboratório? O biotério é logo ali... Será que ela não vai abrir as gaiolas e libertar os animais?’. Mas a gente tem uma responsabilidade científica, por mais que a minha vontade seja libertar todos eles. A gente entende que é um processo".

Sexta, 23 de Junho de 2017 - 17:00

Como evitar que os produtos vazem na necessaire

Como evitar que os produtos vazem na necessaire
Foto: Shutterstock

Nessa época do ano, muita gente aproveita para viajar, mas não há nada pior do que, ao começar a desfazer a mala no hotel, perceber que um frasco estourou e derramou algum cosmético em tudo. Se você já passou por isso, veja essas dicas da dermatologista Larissa Viana que contou alguns truques à revista Vogue para nunca mais passar por essa situação novamente.

 

- É melhor não levar frascos novos e completamente cheios, é bom colocar as substâncias dentro de embalagens vazias próprias para viajar;

 

- Frascos com tampas de encaixe são pouco confiáveis, prefira as tampas de enroscar para não correr riscos;

 

- Embrulhe os frascos em papeis aderentes e duplique a segurança utilizando uma nécessaire de plástico (que é mais fácil de limpar) para os produtos líquidos, separando-os dos outros conteúdos de higiene;

 

- Se a tampa do produto estiver um pouco solta, para maior segurança, coloque um papel aderente cobrindo o gargalo e feche a tampa, como se fosse uma "saia" para o frasco;

 

- Aperte os produtos em bisnaga para sair o ar antes de guardar na nécessaire, isso reduz a pressão e diminui a probabilidade de estourar;

 

- Os frascos de perfume podem ser colocados em embrulho de papel bolha para amortecer os possíveis impactos. Antes de embalar, coloque uma fita adesiva na saída do spray.

Comprimento de roupas infantis provoca mobilização na indústria de moda
Foto: Rawpixel / ThinkStock

As lojas de departamento no setor infantil são divididas entre meninos e meninas, com estampas, modelagens e cores diferentes para cada grupo. De acordo com o site da revista Cláudia, um detalhe que passa despercebido e que vai além dos estereótipos de gênero (que determina que rosa é para meninas e azul é para meninos) é o tamanho das roupas das meninas, muito menores em relação às dos meninos. “Enquanto as roupas dos meninos são feitas para serem confortáveis e utilitárias, as das meninas são criadas para enfatizar ou minimizar suas formas. Leggings coladas, blusas ajustadas e shorts super curtos são a norma” aponta Rachel Simmons, cofundadora da Girls Leadership, organização dedicada a empoderar mulheres, ao HuffPost Canadá. “Oferecer apenas essas opções envia às garotas a mensagem de que parecer magra é mais importante do que sua liberdade de movimento“, completa ela.

 

As marcas canadenses Girls Will Be e Free To Be Kids, pensando nessa situação, começaram a criar roupas mais confortáveis para as meninas. “Não acreditamos que as meninas deveriam ter que procurar no setor masculino para encontrar coisas que amem. E mais, nem todas as garotas querem usar aquele estilo largo e despojado que encontram por lá”, disse Sharon Choksi, da Girls Will Be.

 

A marca de Choski notou que os shorts das meninas costumam ter menos da metade do comprimento das bermidas masculinas, pensando nisso ela criou vestimentas com o comprimento maior, tanto nos shorts quanto nas camisetas.“Não há razão alguma para tal disparidade de tamanhos”, disse Courtney Hartman, da Free To Be Kids.

 

No Brasil, a PUC e Alexandre Herchocovich são algumas das marcas que atentam para essas distinções e já começaram a apostar em linhas infantis sem distinção de gênero.

Sexta, 23 de Junho de 2017 - 11:00

Como ajudar no alívio da retenção de líquido

Como ajudar no alívio da retenção de líquido
Foto: Thinkstock

Retenção de líquido é um inchaço no corpo que ocorre em áreas como perns, braços, rosto (abaixo dos olhos, por exemplo) e na barriga. Entre os sintomas do inchaço podem estar as dores corporais e pele ressecada, irritabilidade, desconforto intestinal e dificuldade na digestão. A nutricionista Andréa Farah explicou para o site da revista Glamour como podemos identificar a retenção “Quando pressionamos a área inchada, podemos observar uma covinha que se forma por alguns minutos”.

 

A retenção de líquido aumenta o peso na balança, podendo dar um resultado alternativo na pesagem. Esse aumento pode acrescentar de 1 a 3kg de líquido no corpo durante o período pré menstrual. Porém, “Devemos ter cuidado com o termo ‘ganho de peso’, pois normalmente, essa mudança não corresponde a um ganho de gordura corporal”, diz a nutricionista Lara Natacci.

 

É mais comum nas mulheres que nos homens justamente por causa das alterações dos hormônios durante a menstruação e mais tarde na menopausa. De acordo com as médicas, não é difícil perder esse peso. No entanto, a mulher precisa ser acompanhada por um médico para que seja possível tratar corretamente o ganho de peso.

Alimentos enlatados, embutidos (como salsicha, presunto e salame), industrializados e comidas ricas em sódio devem ser evitados durante o período pois contribuem significativamente para o aumento de peso por causa do cloreto de sódio, ou sal de cozinha, que retém a água se consumido em excesso. Os temperos industrializados também devem ser evitados, bem como os carboidratos simples (pão, massa e farinha), e as bebidas alcoólicas, sucos em pó, de caixinha e refrigerantes.

 

Alimentos ricos em potássio, como batata, feijão, abóbora, abacate, banana, mamão e damascos secos, além de frutas e verduras, podem ajudar a diminuir o inchaço. Também se pode optar por chás como os de boldo, hibisco e verde que tem função diurética. O consumo de água é de fundamental importância para ajudar no funcionamento e purificação e também para que faça mais xixi e se sinta menos inchada.

Sexta, 23 de Junho de 2017 - 08:10

Melhor aderir à moda ou valorizar um estilo próprio?

Melhor aderir à moda ou valorizar um estilo próprio?
Foto: Cláudia Cardozo / Divulgação

Crescemos acreditando que deveríamos aderir aos modismos do momento e moldar nosso guarda-roupa conforme o que as semanas determinavam como "in". Não tem jeito. Ainda que o desenho da peça não nos favoreça ou não tenhamos expectativa alguma de usar aquele item depois que a moda passar, de alguma maneira achamos natural investir recurso financeiros, materiais e até mesmo ambientais em algo que tem data de validade.

 

Não quero dizer aqui que devemos ser resistentes à moda, ou ela não teria nenhuma razão de existir. Gostamos de novidades, nossos estilistas e designers borbulham em criatividade. Seria um desperdício não valorizar esses elementos. Quero dizer, no entanto, que precisamos aprender a tornar a moda uma aliada nossa e fazer com que as peças durem o máximo que pudermos. O meio ambiente agradecerá!

 

Existe aquela máxima de que a moda passa, mas o estilo permanece. A moda é transitória por estar diretamente associada às mudanças de hábito, costumes e realidades de uma sociedade. Ainda que anos mais tarde modismos que marcaram uma determinada época voltem à atualidade, repaginados ou com outro nome. O veludo molhado, a calça flare (ou seria boca de sino?), as jaquetas esportivas que estiveram presentes nos anos 70 e 80 são alguns exemplos.

 

E eu uso isso mesmo para reforçar meu argumento em defesa de um estilo, acima de qualquer modismo. Porque o estilo está relacionado ao autoconhecimento e transcende o ciclo da moda. E se nos vemos num estilo mais casual, ou mais clássico, ou em um que valorize mais a sensualidade, conseguiremos comprar com mais consciência e usar aquelas peças que nos deixarão mais confortáveis. E não haveremos de nos preocupar com a validade daquele modismo, já que ele se tornará uma peça usual do nosso guarda-roupa.

 

Mas não se preocupem, leitoras, que isso não quer dizer que estacionaremos no tempo e deixaremos de acompanhar as novidades do mundo da moda. Os elementos que chegarem às araras e prateleiras serão um ótimo aliado para atualizar nossas composições. Isso vale para cor, modelo, tamanho, truque, estampa. Lembrando sempre que isso deve estar em função do seu estilo, não o contrário.

Combinado?

Estela Marques é jornalista, repórter de política e autora do blog Moça Criada. Defende que as mulheres vistam e calcem itens que as deixem confortáveis, independentemente dos padrões. Acompanhe seu trabalho em www.mocacriada.com.br.

São João na RBN Digital: Curta três horas de forró sem intervalos
Foto: Reprodução / Nova Escola

A rádio RBN Digital entrou em clima de São João! E para não deixar nossos ouvintes com vontade de dançar um arrastapé, nós traremos nesta sexta-feira (23) e sábado (24) três horas de forró tradicional, sem intervalos, para quem quiser ensaiar os últimos passos antes de partir para os festejos. Nossa playlist de São João começará nessa sexta, a partir das 21h. Serão três horas inteiras com forró pé de serra, xote, baião e xaxado. Você vai ouvir Flávio José, Dominguinhos, Luiz Gonzaga e muito mais! Mas se você continuar com vontade de ouvir forró, não tem problema. No sábado, nossa proramação junina volta ao ar a partir das 15h, com mais três horas de forró sem intervalos. Se já tem nosso aplicativo, é só clicar e nos acompanhar. Se ainda não tem, baixe o aplicativo para iPhone https://appsto.re/br/40Rrjb.i, ou para Android https://goo.gl/gXprSH. Você também pode ouvir a RBN Digital pelo www.rbndigital.com. Um bom São João a todos. Anarriê!

'Sou mulher, negra e de favela', destaca cantora da banda De Mainha ao rebater preconceitos
Foto: Paulo Victor Nadal / Bahia Notícias

Com o empenho em se desprender dos preconceitos, seja dos estilos musicais, seja por ser mulher e negra, a cantora Dammys Monteiro da banda “De Mainha” está há quase dois anos à frente dos vocais do grupo baiano, com canções que reforçam o poder feminino e misturam o sertanejo com o forró estilizado. Em entrevista ao Bahia Notícias, a vocalista contou que tem buscado referências musicais diversas, de Milionário e José Rico a Marília Mendonça. “Nós cantamos o sertanejo de raiz com referências do forró da Bahia, para fazer o sertanejo estilizado”, explicou. Dammys não é apegada às nomenclaturas dos estilos em que transita, mas diz que gosta “de música boa”. Ela defende que há espaço para tudo que é feito com qualidade, no São João, e que cabem vários estilos desde que surjam do desejo do público.

 

A atual música de trabalho “De Mainha” é “Amor Roxo”, umas das 10 canções autorais do CD ao vivo. Segundo a cantora, durante a seleção do repertório a preocupação é trazer letras que não rebaixem a imagem da mulher, diante de uma sociedade cheia de preconceitos.  A cantora, neste ponto, destacou um equívoco relacionado ao empoderamento: “As pessoas confundem muito e acham que a mulher pra ser poderosa tem que ser gostosa”. “Sou mulher, sou negra e não está distante de mim o preconceito.  Mulher pra ser poderosa precisa ser bonita por dentro e por fora. O empoderamento feminino é muito bom, mas não adianta ter uma capa bonita e por dentro ser ruim”, criticou a artista, referindo-se ao fato de resumirem a mulher a um corpo. “O que deixa a mulher poderosa é o conhecimento. Sou negra, de favela, de uma comunidade pobre de Camaçari. Hoje o que me torna diferente, o que me coloca em destaque não é a beleza, é o conhecimento, a educação”, afirmou Dammys ao usar como exemplo de poder feminino a sua vó. “Uma sertaneja semianalfabeta, grande em caráter e poderosa. Criou seis filhos e os netos... Tudo que tenho eu devo a ela”.

A cantora lembrou ainda que sofreu com o machismo tanto no meio musical como em outros setores da sociedade. “Muitas vezes me senti discriminada por ser mulher. Existe muito preconceito, principalmente com a mulher negra. Não é vitimismo. A gente lida com isso em vários setores, como produto, por ser mulher. Na música, infelizmente, às vezes a gente é vista só como um rostinho bonito, um corpinho bonito, sendo que a gente tem muito a oferecer”, desabafou. Mas Dammys acredita que o trabalho das mulheres na música tem ganhado espaço e mudado aos poucos os paradigmas. “Hoje a gente vê mulheres conquistando o mercado musical, como Marília Mendonça, sem ter o padrão colocado pela sociedade. A gente não precisa ser magra para cantar. A música prova que tem força suficiente pra ofuscar qualquer questão exterior”, concluiu. Para quem ainda não conhece o show da banda liderada por Dammys Monteiro, durante o período das festas juninas o grupo vai se apresentar em pelo menos oito cidades baianas. Confira a agenda:

 

Agenda de shows

22/06- Conceição do Almeida

23/06- Muniz Ferreira

23/06 - Varzedo

24/06- Camaçari

24-06- Laje- Ba

25/06- São Felipe

29/06- Ipecaetá

30/06/ - São Sebastião do Passé 

Mãe é chamada de gorda por sua filha e dá lição sobre imagem corporal no Instagram
Foto: Reprodução / Instagram

A escritora Allison Kimmey transcreveu em seu Instagram um diálogo com os seus filhos sobre aceitação da imagem corporal, ensinando a ele uma importante lição sobre o assunto. Kimmey contou que foi chamada de gorda pela menina quando pediu que ela e irmão saíssem da piscina, contrariando a vontade dos dois. De acordo com o site da revista Marie Claire, após o insulto, a americana chamou os filhos para conversar.

 

"Eu: ‘O que você disse sobre mim?’

Ela: ‘Eu disse que você é gorda, mamãe, me desculpe‘

Eu: ‘Vamos falar sobre isso. A verdade é que eu não sou gorda. Ninguém É gordo. Não é algo que você possa SER. Mas eu TENHO gordura. Nós TODOS temos gordura. Ela protege nossos músculos e nossos ossos e nos fornece energia para manter nosso corpo funcionando. Você tem gordura?’

Ela: ‘Sim! Eu tenho um pouco aqui na minha barriga’

Eu: ‘É isso aí. Eu também e seu irmão também!’

O irmão dela: ‘Eu não tenho nenhuma gordura, eu sou o mais magro, eu só tenho músculos’

Eu: ‘Na verdade, todos, cada pessoa no mundo tem gordura. Mas cada um de nós tem diferentes quantidades’

O irmão dela: ‘Certo! Eu tenho um pouco para proteger meus grandes músculos! Mas você tem mais do que eu’

Eu: ‘É, isso é verdade. Algumas pessoas têm um monte e outras não têm muita gordura. Mas isso não significa que uma pessoa é melhor do que a outra, você entende?'"

 

Na mesma publicação, a escritora explicou que sempre tenta lidar com esses temas com cuidado e que os termos gordo e gordura não são xingamentos em sua casa para não reforçar a utilização dessas palavras como insultos. A intenção é retirar o estigma de que "ser gordo é indigno, grosseiro, cômico e indesejável".

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