Defesa de Maturino acredita 'em mudança no curso das investigações' da Operação Faroeste
Foto: Divulgação

A defesa de Adailton Maturino, preso na primeira fase da operação faroeste acredita em uma mudança no curso das investigações no judiciário baiano após a apreensão de R$ 250 mil na casa da desembargadora Sandra Inês Rusciolelli, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) (reveja aqui).

 

O advogado de Maturino, o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo afirma que "ao contrário do que se tem contra seu cliente, há provas de que outras pessoas envolvidas nos fatos seriam os verdadeiros grileiros e autores dos graves ilícitos”.

 

De acordo com a defesa de Maturino, “a quinta fase da Operação Faroeste foi precisa ao flagrar a compra, por parte de Nelson Vigolo, de decisões proferidas pela Desembargadora Sandra Inês, e deferidas a unanimidade, pelo plenário do Tribunal de Justiça da Bahia, em janeiro deste ano. As decisões cancelavam judicialmente a Portaria nº 105/2015 e revogavam a decisão do Conselho de Magistratura".

 

Cardozo reforça que "além de intervir em outros processos que garantiam o direito de José Valter Dias sobre as terras, que teriam sido conquistados após 30 anos de lutas na justiça. Em meio ao processo de conciliação com os posseiros de sua terra, o direito de José Valter teria sido atropelado por uma decisão controversa da Conselheira Maria Tereza, do CNJ, que anulou novamente o título da propriedade, a partir de um requerimento também realizado pela Bom Jesus e o empresário Nelson Vigolo”.
 

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