Quinta, 14 de Fevereiro de 2019 - 11:10

Ishmael aposta em 'leveza' e 'desconstrução' para segurar mais de 2 horas de 'JM'

por Júnior Moreira Bordalo / Ian Meneses

Ishmael aposta em 'leveza' e 'desconstrução' para segurar mais de 2 horas de 'JM'
Há quase 10 anos os baianos recebem pela manhã o simpático bom dia do jornalista Ricardo Ishmael. Desde 2010 à frente do “Jornal da Manhã”, na TV Bahia, o apresentador acredita que a forma de comandar um noticiário e cumprir com o papel de informar tem exigido constantes readaptações. “Eu vou imprimir uma leveza nesse jornal, porque não?”, sugere e executa o profissional, ao mesmo tempo em que afirma estar cada vez mais afastado do modo clássico e sisudo do jornalismo. Ishmael acredita que, no processo de apresentação de um noticiário de cerca de 2 horas como o “Jornal da Manhã”, que a partir da próxima segunda-feira (18) passará a ter 2h30 no ar, é ideal provocar certas desconstruções, não só no abandono do paletó e gravata, mas também na forma como o jornalista se conecta com o telespectador dando a “ideia de que você passe para o cidadão que essa é a nossa casa e você é bem-vindo nela”. Natural de Serrinha e com uma rotina fora do normal para muitas pessoas, Ricardo acorda às 3 horas da manhã para poder organizar e planejar a atração, a qual apresenta ao lado da jornalista Thaic Carvalho. Após as 12 horas, o apresentador se sente livre, mas logo em seguida parte para outro projeto que vem realizando há dois anos. Com uma paixão desde jovem em ler e criar histórias, o jornalista fã dos livros de Jorge Amado está prestes a lançar a sua segunda obra literária. 

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Quinta, 10 de Janeiro de 2019 - 11:10

Carla Cristina diz que As Meninas não deu ‘lucro algum’, mas que sonha em voltar com grupo

por Ian Meneses / Júnior Moreira Bordalo

Carla Cristina diz que As Meninas não deu ‘lucro algum’, mas que sonha em voltar com grupo
O ano era 1999 quando o Brasil foi contagiado pelos seguintes versos politizados: “Onde o rico fica cada vez mais rico e o pobre cada vez mais pobre. E o motivo todo mundo já conhece: é que o de cima sobe e o de baixo desce”. Vinte anos depois, a música segue rendendo e a situação do Brasil continua semelhante. Voz responsável por “Xibom Bombom”, Carla Cristina viu sua vida mudar após o sucesso de As Meninas, porém resolveu deixar o grupo três anos depois. “As divergências partiram exatamente daí. Pensava da seguinte forma: ‘Os caras têm toda uma visão de mercado e de vendas, mas quem está diretamente com o público são os artistas e, às vezes, a gente ficava em necessidade. Então, começaram a surgir algumas coisinhas que fugiam da proposta inicial e a gente passou a escutar um monte de críticas”, lembrou em entrevista ao Bahia Notícias. Além de Carla, a formação inicial contava com Angélica e Cibele como backing vocals e dançarinas, Fernanda na guitarra elétrica, Jujuba no saxofone e Ratinha, Titi e Dilmara como percussionistas. Questionada se não tem interesse em fazer uma volta comemorativa – já que o grupo acabou definitivamente em 2009, respondeu: “Eu adoraria fazer. A dificuldade maior que eu vejo é na questão da mesma formação. Antes de eu sair, Fernanda já tinha ido para os EUA, Jujuba mora na Alemanha. Então, acho que seria um pouco complicado, a não ser que entrasse uma gravadora ou patrocínio muito bom para arcar com todas essas despesas. Vontade não falta”. Ainda no papo, Carla falou sobre sua vida como apresentadora, feminismo e futuro político do Brasil.

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Quarta, 26 de Dezembro de 2018 - 11:00

Chico Kertész sente 'menos interesse' no Axé, mas crê que renovação pode reverter crise

por Júnior Moreira Bordalo / Ian Meneses

Chico Kertész sente 'menos interesse' no Axé, mas crê que renovação pode reverter crise
Chico Kertész pode ser considerado um profissional multitarefas, até porque ele mesmo diz que “não dá para ser uma coisa só”. Além de sua apresentação diária no Jornal da Cidade, na Rádio Metrópole, o empresário também se dedica à área audiovisual. Com sua produtora Macaco Gordo, Chico tem trabalhado com filmes documentários e também está por trás da criação e execução de clipes de artistas como Claudia Leitte, Denny Denan, Daniela Mercury e Harmonia do Samba.  Chico K., como também é conhecido, tem se empenhado nos últimos anos em trazer de volta ao público a importância que o Axé Music tem para a vida dos baianos e como o movimento marca a cultura brasileira. “Eu percebi, um dia, que não era possível que até hoje ninguém fez isso, uma história que é tão rica”, diz Chico ao pensar na criação do filme documentário “Axé – Canto do Povo de um Lugar” (2017).  Dar espaço a este universo que não se resume somente ao Carnaval provocou nele uma dualidade de perspectivas com o futuro do Axé. Por um lado, ele confessa que às vezes tem “a sensação de que as pessoas estão menos interessadas”, por outro, mantém esperanças de que “tem um ciclo vicioso ruim que precisa ser corrompido”, para assim dar “oportunidade aos novos” e “botar a galera para tocar”.

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Terça, 27 de Novembro de 2018 - 11:00

Patrícia Abreu relembra susto com demissão da Record e anuncia projeto: ‘Vai ser minha cara’

por Ian Meneses / Júnior Moreira Bordalo

Patrícia Abreu relembra susto com demissão da Record e anuncia projeto: ‘Vai ser minha cara’
Por 13 anos, Patrícia Abreu foi um dos principais nomes femininos do jornalismo esportivo na Bahia. Nascida em Itabuna, a comunicadora começou na TV Cabrália – afiliada da Record – e ganhou o grande público ao comandar 'Bahia Esporte’ durante 10 anos e depois o ‘Globo Esporte’. Quando tudo pareceria estabilizado, decidiu migrar para a TV Itapoan e inaugurou e apresentou por um ano o ‘BA Record’ até ser demitida um dia antes de suas férias. “Não esperava. Terminei de fazer o programa, foi na véspera de minhas férias, já estava anunciando que iriamos nos encontrar no mês que vem e tal. Acabou o programa, fui chamada e veio a determinação de São Paulo, com a quebra de contrato e o motivo sem saber... Foi um baque, tomei um susto. O motivo até hoje não sei, gostaria muito de saber de verdade...”, frisou. Passado o susto, agora está focada na nova fase e anunciou projeto novo. “Está no forno, ainda assando, mas em dezembro ou janeiro nas plataformas digitais. Vai ser uma coisa que é muito minha cara (risos). Vou ser meu próprio chefe”, vibrou.

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Quinta, 11 de Outubro de 2018 - 11:00

Lore Improta diz que se incomodava em dançar músicas 'pesadas' na frente de crianças

por Júnior Moreira Bordalo / Ian Meneses

Lore Improta diz que se incomodava em dançar músicas 'pesadas' na frente de crianças
Lore Improta. Percebendo que em seus trabalhos o público infantil se faz presente e compreendendo que elas precisam de um entretenimento compatível com as suas idades, Lore fez o seguinte questionamento: “O que eu posso levar de novo para elas?”.Criar o espetáculo “O Fantástico Mundo da Lore”, o qual conta a sua história por meio de sua descoberta no mundo da dança, fez com o que a loira resolvesse um problema que lhe deixava desconfortável enquanto se apresentava em projetos anteriores: “Eu não conseguia nem dançar direito porque tinha muitas criancinhas na minha frente, às vezes a letra da música é muito pesada, então para ter crianças assistindo aquilo ali me incomodava”. Foi então que há cerca de 8 ou 9 meses um novo projeto surgiu, mas Lore deixa claro de que não se trata de “um musical onde eu estou cantando”, apesar de ter gravado três músicas inéditas. Inspirada na dançarina e cantora Carla Perez, artista que ela sempre conviveu através do bloco infantil “Algodão Doce”, Improta tem o desejo de preencher “uma lacuna que as pessoas não estão conseguindo trazer novidades”.Apesar de estar feliz com “O Fantástico Mundo da Lore”, a dançarina sabe que críticas estão surgindo justamente “porque as pessoas não tem noção do que estamos preparando”. No entanto, ela garante que “pegará essas críticas como uma coisa construtiva para melhorar sempre”.

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Sexta, 14 de Setembro de 2018 - 11:00

Josenel Barreto 'diminuiu ritmo' após ficar doente por causa de rotina de trabalho

por Júnior Moreira / Ian Meneses

Josenel Barreto 'diminuiu ritmo' após ficar doente por causa de rotina de trabalho
No ar na Rádio Excelsior com o “Alô Excelsior”, o feirense Josenel Barreto começou o seu trabalho com a música através de apresentações como DJ nas boates. Além de ter construído a carreira como locutor, mesmo considerando a sua voz "diferenciada dos demais locutores”, Barreto trabalhou como empresário de cantores e grupos do Axé como Ricardo Chaves, Gera Samba e Terra Samba. O contato com esse ambiente, no qual “todo mundo se conhecia e era um mercado de amizade”, fez com que ele tornasse uma espécie de "palpiteiro" das carreiras de diversos artistas do segmento. O dono do bordão "Mocinhas? Pirraça que eu gosto, vai!” criou em parceria e geriu alguns blocos da Folia de Momo como “Eu Vou” e “Gula Gula”. Hoje, no entanto, vê com preocupação o estado em que está o Carnaval de Salvador, com a diminuição dos blocos e o desgaste dos camarotes. Josenel acredita que “o Carnaval de 2019 vai depender muito da criatividade das pessoas”. Josenel conta que costumava viajar pelas rádios do sudeste para conhecer o novo que se fazia por lá e que “dormia e acordava respirando rádio”. Agora, prefere “não se preocupar de todo dia estar correndo atrás do sucesso que está aí”. Esse aprendizado surgiu depois de passar por “uma vida muito intensa”, ao ponto de ficar doente e ter que se afastar da rádio por quase 1 ano. Somado ao fato de ter sido DJ, empresário e ser locutor, Josenel teve uma experiência como vereador em Salvador. “Na época sentia que o mercado artístico precisava da política”. A convivência no meio, no entanto, lhe trouxe outro aprendizado que lhe fez interromper a sua carreira como parlamentar. Para ele, “política é para quem é político para quem sabe fazer político”.

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Quinta, 09 de Agosto de 2018 - 11:00

Ex-TV Bahia, Jefferson Beltrão fala dos telejornais locais: 'Sinto falta de notícias'

por Júnior Moreira

Ex-TV Bahia, Jefferson Beltrão fala dos telejornais locais: 'Sinto falta de notícias'
“Fiquei meio sem chão, já que estava na Rede Bahia há 27 anos. Porém, depois que aconteceu [a demissão] e eu pude me reencontrar posso dizer que foi a melhor coisa, pois expandi minha área de atuação. Hoje, tenho uma qualidade de vida melhor e dependo mais de mim”. Assim pensa Jefferson Beltrão, apesar de confessar que aceitaria trabalhar lá novamente. Há três anos, o jornalista passou por um momento delicado de sua vida – o desligamento da afiliada da Globo – e se reinventou. Para se ter uma ideia, atualmente ele é gestor, locutor e apresentador da rádio A Tarde FM, comanda um programa de entrevistas na TV Assembleia, promove e ministra cursos de oratórias e até virou empresário do ramo da papelaria. Atividades inviáveis, caso seguisse como editor-chefe e âncora do “BATV”. Jefferson começou a trabalhar com comunicação em 1978. Aos 16 anos, integrou o time da rádio Vanguarda de Varginha, em Minas Gerais. Na época, sua vontade era concluir o antigo segundo grau e fazer Odontologia. Perseguindo o desejo, mudou-se para o Rio de Janeiro em 1980, foi reprovado no vestibular para Odonto e acabou novamente em outra rádio. “No meio do ano, por influência, resolvi fazer Comunicação Social com Jornalismo e não saí mais. Estou até hoje. No Rio, passei por alguns sistemas de rádios, como a Eldorado, do sistema Globo, Ipanema, Capital e Fluminense”. Quatro anos depois, recebeu o convite da extinta Manchete para trabalhar em Salvador. Por aqui, passou pelo Correio da Bahia, TV Aratu, Itapoan, Globo FM e Salvador FM. “Já são 33 anos aqui e acabei fortalecendo um pouco mais a minha relação com a Bahia”. Na entrevista, Jefferson ainda avaliou os programas jornalísticos das emissoras locais e admitiu que "sente falta de notícias" em alguns deles.

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Sexta, 20 de Julho de 2018 - 12:00

‘Seduzida’ por novo formato, Smetak diz que ‘não queria ser peça de marketing' na Record

por Ian Meneses / Gabriel Rios

‘Seduzida’ por novo formato, Smetak diz que ‘não queria ser peça de marketing' na Record
Atual líder de audiência no programa Bahia no Ar, na Record TV Itapoan, Jéssica Smetak decidiu fazer Jornalismo "sem saber o que iria encontrar pela frente". Ela enfrentou os pais, que queriam que ela fizesse Direito ou Medicina, se formou e chegou à TVE, onde passou por um "susto" em uma das primeiras participações ao vivo que teve. Mas nem o imprevisto fez com que tivesse medo. Por isso, quando surgiu a oportunidade de trabalhar com produção na TV Bahia, não pensou duas vezes. Dedicada a aprender, Smetak ouviu quem já estava lá há mais tempo, observou os colegas e, quase por acaso, se tronou parte da equipe de reportagem. "Acabou surgindo uma pauta no dia que precisava de uma repórter. Eu tinha uma bagagem da TVE, que é um laboratório, pois você faz tudo. Então a pessoa que estava nesse dia para fazer essa pauta era Jéssica", lembrou. Foi com essa mesma vontade de aprender que Jéssica decidiu ir para a Record, após quase 5 anos na filiada da TV Globo: "Uma linguagem diferente, um projeto diferente, um jornalismo cidadão, tudo isso que a Record já faz e é reconhecida, além do fato de fazer um jornal sozinha. Foi bacana. Não teve como pensar duas vezes". A única coisa da qual Smetak fez questão foi garantir que não era apenas moeda de troca. O convite para assumir o Bahia no Ar veio após a antiga âncora do programa, Jéssica Senra, ser contratada pela TV Bahia. "Quando eu falei com Fábio Tucilho, eu disse: 'Fábio, por quê Jéssica? Eu não quero ser peça de jogo de marketing'. Mas ele disse: 'não. Eu escolhi você por ser jovem, por estar em ascensão, e porque eu sei que você tem potencial para abraçar esse formato diante de todos os outros profissionais de mercado que eu olhei'. Ele foi bem franco".

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Terça, 12 de Junho de 2018 - 11:00

Radialista e ex-vereador, Guerrilha lembra 'pior momento' no rádio e promessa após demissão

por Júnior Moreira / Pascoal de Oliveira

Radialista e ex-vereador, Guerrilha lembra 'pior momento' no rádio e promessa após demissão
Ouvir de um radialista a frase “eu não dispenso o meu radinho” não causa surpresa em ninguém. Principalmente se ela for dita por um comunicador apaixonado pela profissão como Leandro Guerrilha. Palestrante, cantor, batuqueiro, compositor de bloco, e até mesmo político, o radialista conversou com o Bahia Notícias sobre sua longa trajetória no rádio e apontou o que é preciso para atuar nesse meio de comunicação. “Eu descobri que não é só o talento, é estudo. É acompanhar pesquisa, conhecer o ouvinte que está do outro lado, quais são as palavras que ele está buscando e o que ele quer do rádio. Hoje é muito mais conteúdo do que somente música”. Com passagens por emissoras como “Nova Salvador”, “Tudo FM” e “Itapuã FM”, Guerrilha leva consigo o entendimento de que o papel do rádio não é ser sensacionalista ou tendencioso, mas sim objetivo e ajudar seus ouvintes. “Desde quando o rádio surgiu, ele tem duas funções: informar e fazer as pessoas sonharem”, explicou. Trabalhando também na Câmara Municipal de Salvador, o ex-vereador defendeu que seu "fazer político" não terminou com o fim do seu cargo. “Me sinto um agente político no rádio [...] Com ou sem mandato, você continua fazendo política”. Confira a entrevista completa: 

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Terça, 22 de Maio de 2018 - 11:00

'Locutora Mais Amada da Bahia', Adriana fala do futuro do rádio: ‘Não perde a majestade’

por Júnior Moreira / Pascoal de Oliveira

'Locutora Mais Amada da Bahia', Adriana fala do futuro do rádio: ‘Não perde a majestade’
Se a carreira da radialista Adriana Silva fosse resumida, provavelmente o documento não teria poucas páginas. Ao longo dos 22 anos de profissão, a apresentadora começou sua trajetória aos 16 anos e se tornou um dos principais nomes das rádios baianas. “Meu objetivo maior é chegar naquele ouvinte e conquistá-lo através da minha voz”, explicou a comunicadora, que se considera “uma verdadeira cigana” quando o assunto é rádio. Ao Bahia Notícias, a “Locutora Mais Amada da Bahia” – apelido dado pelo público e pelos colegas de trabalho – relembrou períodos marcantes da sua história, como quando perdeu a voz, e avaliou o futuro do seu campo de atuação: “Eu acho que o rádio nunca vai acabar. Ele é um veículo importantíssimo e, mesmo com todo avanço da tecnologia e das redes sociais, acho que o rádio ainda encanta”.

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