Brasil perde para a Argentina e chega a cinco jogos sem vencer
Foto: Divulgação / AFA

Não deu para o Brasil. Em amistoso disputado nesta sexta-feira (15), na Arábia Saudita, a Seleção Brasileira perdeu por 1 a 0 para a Argentina com gol marcado por Messi, que aproveitou o rebote em cobrança de pênalti, após defesa do goleiro Alisson, no primeiro tempo.

 

A Seleção Brasileira teve a oportunidade marcar em uma cobrança de pênalti antes do gol de Messi, mas Gabriel Jesus errou a cobrança.

 

Essa foi o quinto jogo consecutivo sem vitória da Seleção, que soma três empates e duas derrotas após a Copa América.

 

O time comandado por Tite terá a chance de encerrar esse jejum na próxima terça (19), contra a Coreia do Sul, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.

 

FICHA TÉCNICA
Brasil 0 x 1 Argentina
Amistoso

Local: Estádio King Saud University, em Riad (Arábia Saudita)
Data: 15/11/2019 (Sexta-feira)
Horário: 14h
Árbitro: Matthew Conger (NZL)
Assistentes: James Rule (NZL) e Tevita Makasini (TON)
Cartões amarelos: Danilo, Militão e Casemiro (BRA); Tagliafico, De Paul e Paredes (ARG)
Gol: Messi (Argentina)
 

Brasil: Alisson; Danilo, Thiago Silva, Militão e Alex Sandro (Renan Lodi); Casemiro (Wesley), Arthur (Fabinho) e Lucas Paquetá (Philippe Coutinho); Gabriel Jesus (Richarlison), Willian (Rodrygo) e Roberto Firmino. Técnico: Tite

 

Argentina: A: Andrada; Foyth, Pezzella, Otamendi e Tagliafico; Paredes (Rodriguez), De Paul (Dominguez) e Lo Celso (Acuña); Ocampos (Gonzalez), Lautaro Martinez (Alario) e Lionel Messi. Técnico: Lionel Scaloni.

Diones destaca ano pelo Sampaio Corrêa e diz que irá definir futuro 'nas próximas semanas'
Foto: Divulgação / Sampaio Corrêa

Atuando com a camisa do Sampaio Corrêa, o volante Diones ajudou o clube a conquistar o acesso á Série B do Brasileiro em 2019. Um dos jogadores mais experientes do elenco, o atleta destacou o ótimo ano na agremiação.

 

 "Esse ano individualmente foi muito bom para mim mais uma vez. Estou muito feliz com isso. Espero manter isso nas próximas temporadas. Fisicamente estou muito bem, me sentindo cada dia melhor e treinando muito", disse.

 

Ainda de acordo com o jogador, o momento agora é de descansar, mas também de pensar no futuro. Ele admitiu que tem conversado com alguns clubes e irá definir nas próximas semanas.

 

"Estou descansando com a família e curtindo esse momento, mas conversando com alguns clubes visando a próxima temporada. Devo definir isso nas próximas semanas", projetou.

 

No futebol baiano, Diones ganhou destaque com a camisa do Bahia. Ele defendeu o Esquadrão de Aço entre 2011 e 2013. Ao todo, foram 109 jogos e seis gols marcados. 

Em busca do acesso, Willians Santana pede foco total ao CRB na reta final da Série B
Foto: Douglas Araújo / Divulgação / CRB

Ainda sonhando com o acesso à elite do futebol brasileiro, o meia Willians Santana pediu atenção total aos companheiros de CRB nas últimas três partidas da Série B do Brasileiro. Segundo o jogador, a intensidade será importante para buscar uma vaga no Brasileirão.

 

“Estamos lutando muito para que a equipe faça uma grande reta final de competição. Temos que continuar ligados e mantendo a intensidade para vencermos as três partidas restantes para, quem sabe, conquistarmos essa vaga na Série A".

 

A primeira das três “decisões” será contra a Ponte Preta, neste sábado (16), no Rei Pelé. O ex-jogador da dupla Ba-Vi elogiou o adversário, mas foi direto ao dizer que só a vitória interessa: "A Ponte Preta tem uma grande equipe, sem dúvida, e merece nossa atenção. Vamos lutar muito para fazer uma grande partida para vencermos dentro de casa. Só a vitória nos interessa".

 

O time alagoano ocupa a 7ª colocação, com 51 pontos conquistados, seis a menos que o Atlético-GO, que fecha o G-4 da Série B.

Com treino fechado, Palmeiras segue preparação para enfrentar o Bahia
Foto: Divulgação / SE Palmeiras

O Palmeiras segue se preparando para o confronto contra o Bahia, marcado para o domingo (17), às 16h, na Arena Fonte Nova. Na manhã desta sexta (15), o Verdão treinou na Academia de Futebol. A atividade foi fechada para os jornalistas, que acompanharam apenas a parte do aquecimento inicial.  

 

Fora dos treinamentos em campo durante a semana, Luiz Adriano apareceu no gramado, mas fez apenas uma atividade isolada, acompanhado por um preparador. Segundo o clube, o camisa 10 não teve detectada uma nova lesão, mas o incômodo sentido na partida contra o Vasco tirou o jogador do clássico com o Corinthians. 

 

A novidade será o volante Felipe Melo, que teve o efeito suspensivo concedido pelo STJD. Com isso, ele poderá enfrentar o Bahia. Já o zagueiro Gustavo Gómez, convocado pela seleção paraguaia, será desfalque. 

 

Uma provável formação do Palmeiras para a partida contra o Bahia tem: Weverton; Marcos Rocha, Luan, Vitor Hugo e Diogo Barbosa; Felipe Melo (Ramires), Bruno Henrique e Gustavo Scarpa; Dudu, Zé Rafael e Deyverson (Luiz Adriano).

 

A equipe encerra a preparação na manhã deste sábado (16), também na Academia de Futebol. Em seguida, embarca para Salvador, local da partida. 

 

O time de Mano Menezes está na vice-liderança do Brasileirão, com 67 pontos, 11 atrás do Flamengo, que tem um jogo a mais. O Esquadrão é o 9º, com 43. 

Jogadores e técnicos sugerem punições mais graves para acabar com racismo no futebol
Foto: Divulgação / Jacuipense

No último fim de semana, os casos de racismo sofridos pelos brasileiros Taison e Dentinho na Ucrânia (veja aqui), e por um segurança no Mineirão enquanto trabalhava durante o clássico entre Cruzeiro e Atlético-MG (leia aqui), reacenderam o debate sobre o preconceito racial no futebol. Os episódios mostram que o esporte mais praticado no país é o reflexo da sociedade, e que muito ainda precisa ser feito para que casos como esses deixem de acontecer.

 

Atualmente, apesar de racismo ser um crime previsto em lei, não há nenhuma sanção aplicada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ou por outras federações que organizam as competições nacionais para evitar a recorrência desses atos. Campeão brasileiro pelo Bahia em 1988, João Marcelo defende que as punições precisam ser mais severas aos agressores e até aos clubes.

 

“A primeira coisa é prender a pessoa. Identificou a pessoa que cometeu, ou quando é uma torcida, acho que deve haver uma pena bem grave, como por exemplo o time cair de divisão. Se não houver uma punição grave, vai continuar acontecendo. A gente vem comentando isso há um bom tempo, mas nada mudou. Continua acontecendo. Virou rotina", lamentou. O ex-jogador, que teve grandes passagens pela dupla Ba-Vi, lembrou que ele mesmo foi vítima desse crime fora dos campos (relembre aqui). "Daqui a pouco vão achar que é normal, e não é. Isso causa um dano, pois eu sofri isso dentro do Shopping Barra e até hoje não superei. Toda vez que entro no Barra é impossível não lembrar do que aconteceu. Então, acho que as punições devem acontecer com mais eficiência. Meu caso tem um ano e até hoje não foi resolvido. Vão acontecendo essas impunidades e vão deixando para lá".

 

João Marcelo avalia que o que acontece dentro de campo é um reflexo do que acontece diariamente com ele e com outros negros. "O futebol é reflexo da sociedade, e da sociedade mundial, já que também acontece na Europa. Enquanto não houver uma punição ao clube, já que o torcedor representa o clube, isso não irá mudar”, disse o ex-jogador.

Foto: Gabriel Rios / Bahia Notícias 

 

No mês em que é celebrada a Consciência Negra, o diretor-executivo do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, Marcelo Carvalho, salientou que casos de racismo como os desta semana são recorrentes no esporte, de acordo com o levantamento feito pelo Observatório.

 

“Esses casos trouxeram à tona um problema antigo e recorrente no Brasil. Pelo monitoramento do Observatório, até agora em novembro, temos 43 casos de racismo no futebol brasileiro, 13 casos com atletas brasileiros no exterior, e cinco casos em torneios com supervisão da Conmebol. A única diferença é que não estava acontecendo com atletas de renome ou em jogos de grandes clubes. Mas os casos são recorrentes, e o que aconteceu no último final de semana só expôs isso”, afirmou Marcelo Carvalho.

Foto: Gabriel Rios / Bahia Notícias 

 

“Falta um maior entendimento dos clubes, das federações e da CBF do que é o racismo, e o problema que o racismo causa. A reação do Taison mostra bem como os gritos racistas atingem e afetam os jogadores brasileiros. O segurança do Mineirão, a reação que teve perguntando para o cara se ele era racista, também. Falta diversidade nos quadros de comando, e então não conseguem perceber o quanto isso afeta os jogadores. O código da Fifa está bem escrito, e se fosse usado de maneira correta, acho que os casos já teriam diminuído. A questão é que se escreve um código muito bom, mas não é colocado em prática. É preciso se fazer cumprir o que está no papel”, sugeriu o diretor do Observatório.

 

Ativo na luta contra o racismo, o ex-jogador e agora presidente da Associação dos Campeões de 88 (ACB-88) João Marcelo foi escolhido para ser o primeiro embaixador do Observatório da Discriminação Racial no Futebol: “No Brasil, a impunidade leva à continuidade dos crimes. É passível de prisão, mas nunca vi ninguém ficar preso por isso. Qualquer atitude que maltrate o ser humano, independente da cor, a pessoa tem que pagar. O rapaz foi identificado, a foto dele está lá, tem o vídeo ele falando, mas qual a punição para esse rapaz? 'Ah, está arrependido hoje, foi no momento da torcida...'. Não é justificativa usar o estádio para expressar seu ódio porque uma pessoa é diferente”.

 

No dia 12 de outubro ocorreu o confronto entre Fluminense e Bahia, que simbolizou o embate dos dois únicos técnicos negros na elite do futebol nacional, com Marcão e Roger Machado, respectivamente, e que entraram com uma camisa do Observatório. Após a partida, o treinador do Esquadrão de Aço comentou sobre a campanha e deu uma aula sobre o racismo.

Os treinadores participaram da campanha do Observatório | Foto: Mailson Santana / Fluminense FC

 

"Com relação à campanha, não deveria chamar atenção ter repercussão grande dois treinadores negros na área técnica, depois de ser protagonistas dentro do campo. Essa é a prova que existe o preconceito, porque é algo que chama atenção. À medida que a gente tenha mais de 50% da população negra e a proporcionalidade não é igual, a gente tem que refletir e se questionar. Se não há preconceito no Brasil, por que os negros têm o nível de escolaridade menor que o dos brancos? Por que a população carcerária, 70% dela é negra? Por que quem morre são os jovens negros no Brasil? Por que os menores salários, entre negros e brancos, são para os negros? Entre as mulheres negras e brancas, são para as negras? Por que que, entre as mulheres, quem mais morre são as mulheres negras? Há diversos tipos de preconceito. Nas conquistas pelas mulheres, por exemplo, hoje nós vemos mulheres no esporte, como você, mas quantas mulheres negras têm comentando esporte? Nós temos que nos perguntar. Se não há preconceito, qual a resposta? Para mim, nós vivemos um preconceito estrutural, institucionalizado", questionou Roger. 

 

"Quando eu respondo para as pessoas dizendo que eu não sofri preconceito diretamente, a ofensa, a injúria, ela é só o sintoma dessa grande causa social que nós temos. Porque a responsabilidade é de todos nós, mas a culpa desse atraso, depois de 388 anos de escravidão, é do Estado, porque é através dele que as políticas públicas, que nos últimos 15 anos foram instruídas, que resgataram a autoestima dessas populações, que ao longo de muitos anos tiveram negadas essas assistências básicas, elas estão sendo retiradas nesse momento. Na verdade, esses casos que vêm aumentado agora, de aumento de feminicídio, homofobia, os casos diretos de preconceito racial, é o sintoma. Porque a estrutura social, ela é racista. Ela sempre foi racista. Nós temos um sistema de crenças e regras que é estabelecido pelo poder, e o poder é o poder do Estado, é o poder das comunicações, é o poder da igreja. Quando esses poderes não enxergam ou não querem assumir que o racismo existiu e não querem fazer uma correção nesse curso, muitas vezes dizem que estamos nos vitimando, ou que há um racismo reverso", completou, à época. 

 

Se na elite do futebol brasileiro Marcão e Roger se destacam, o Jacuipense, que conquistou o acesso à Série C do Brasileiro nesse ano, se orgulha de ter sua comissão formada por profissionais negros. Ao Bahia Notícias, o técnico Jonílson Veloso e o técnico do Sub-23 Fábio Frubal destacaram a representatividade que o Leão do Sisal proporciona.

Foto: Divulgação / Jacuipense 

 

“Acredito que o Jacuipense seja um clube com uma representação muito forte. Não só eu e o auxiliar-técnico [Frubal], mas também temos o preparador físico, treinador de goleiros, massagistas e fisioterapeuta, todos são negros. A gente até brincava e falava que era a comissão mais negra de todo o Brasil. Enfrentavámos várias equipes e não víamos isso. A gente se prepara para isso, e os resultados vêm dando conta, mostrando a nossa competência. Os negros são capazes de comandar uma equipe de futebol. A gente sabe que ainda falta muito. Você tem que ir sempre com trabalho e sua competência, mostrando que é capaz, vencendo a desconfiança”, salientou Jonílson.

 

“Temos profissionais negros capacitados, mas prefiro não acreditar que as oportunidades sejam negadas por questões raciais. Acredito muito na força do trabalho e principalmente na capacitação. Temos ótimos exemplos no estado de profissionais negros de sucesso. O Jacuipense conquistou o acesso à série C, capitaneada por Jonílson Veloso, treinador extremamente competente e com uma comissão formada em sua totalidade por negros”, complementou.  

 

Frubal ainda afirmou que o futebol pode ajudar no combate ao racismo, já que os episódios acabam expostos na mídia: “O racismo existe em todos os âmbitos, milhares de pessoas anônimas sofrem injúria racial diariamente, a grande diferença é que pelo espaço na mídia, quando acontece no futebol, o assunto ganha força e a gente tem a chance de expor e discutir abertamente o tema. É necessário que se mexa na paixão do torcedor através de multas, jogos com portões fechados, perda de pontos, rebaixamento e principalmente a identificação do torcedor que cometeu a injúria. Se eu amo meu clube, eu vou identificar as pessoas que estão prejudicando o seu crescimento”.

 

Um dos principais jogadores baianos da atualidade, Anderson Talisca afirmou que nunca sofreu racismo, mas salientou que se sente ofendido quando acontece com um companheiro.

Talisca em ação no futebol chinês | Foto: Divulgação 

 

“Inacreditável que ainda passemos por isso nos dias de hoje. Graças a Deus nunca sofri diretamente, mas amigos de time sim. Me sinto tão ofendido quanto eles, e sei que sou igual a todos, por isso a minha cobrança existe no sentido técnico, e não com relação à minha cor ou à dos meus colegas de profissão”, contou Talisca.

 

Com uma bela história no futebol baiano, principalmente nos clubes do interior, o goleiro Jair comentou o caso. Questionado se ele se sente mais pressionado no futebol por ser negro, o arqueiro admitiu que sim.

Jair em ação pelo Bahia de Feira | Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias

 

“Nós negros sempre somos mais cobrados em qualquer profissão, e comigo não é e nunca será diferente, ainda mais no futebol, que tem muita visibilidade. Eu sempre dou o meu melhor, por mim, pelo meu clube, por minha família, pelo meu trabalho e não apenas por minha cor. Já fui vítima de racismo durante meu trabalho, acredito que isso tenha acontecido por eu estar tendo uma boa atuação em campo, e a torcida adversária por não aceitar acaba tentando desequilibrar o nosso emocional com xingamentos e palavras preconceituosas. Fiquei triste, ninguém quer passar por essa situação”, lamentou Jair.

Com foco na saída de bola, Palmeiras treina de olho no Bahia; veja provável escalação
Foto: Divulgação / SE Palmeiras

De olho no Bahia, o Palmeiras treinou na tarde desta quinta-feira (14), na Academia de Futebol. O técnico Mano Menezes focou na saída de bola do time palmeirense. A partida contra o Esquadrão de Aço acontece no domingo (17), às 16h, na Arena Fonte Nova. 

 

O treinador dividiu o elenco nas duas metades do campo. Em uma delas, trabalhou o grupo considerado titular para o confronto. As únicas ausências foram o zagueiro Gustavo Gómez, convocado pela seleção paraguaia, e o atacante Luiz Adriano, que se recupera de lesão. 

 

Segundo o GloboEsporte.com, seis jogadores trocavam passes para tentar sair da marcação alta adversária. Além de um goleiro, que revezava, o volante Felipe Melo dava apoio para a linha de quatro jogadores formada por Marcos Rocha, Luan, Vitor Hugo e Diogo Barbosa. Em seguida, Mano colocou Ramires no lugar de Felipe Melo. 

 

A outra parte do time tinha o volante Bruno Henrique, os meias Gustavo Scarpa e Zé Rafael e os atacantes Dudu e Deyverson.

 

Assim, uma escalação provável é Weverton; Marcos Rocha, Luan, Vitor Hugo e Diogo Barbosa; Felipe Melo (Ramires), Bruno Henrique e Gustavo Scarpa; Dudu, Zé Rafael e Deyverson.

 

No final da atividade, Mano Menezes bateu um papo com Gustavo Scarpa e Zé Rafael. Enquanto isso, os demais atletas treinaram finalizações. 

Lewis Hamilton irá utilizar capacete com homenagem ao Brasil em Interlagos; veja
Foto: Reprodução / Twitter

O inglês Lewis Hamilton, que chega ao Brasil como hexacampeão mundial de Fórmula 1, irá homenagear o país no Grande Prêmio deste domingo (17), em Interlagos, São Paulo. O capacete do piloto terá uma pintura especial. No topo do "casco", foi colocado um desenho da bandeira brasileira. 

 

"Fiz o desenho durante a corrida de Austin! Tive inspiração no que ele fez em Silverstone, quando correu com a bandeira da Inglaterra no topo do capacete", comentou ao GloboEsporte.com o brasileiro Raí Caldato, criador do desenho. 

 

Será a terceira vez que Hamilton correrá no Brasil com uma pintura especial em seu capacete. Fã de Ayrton Senna, o piloto homenageou o ídolo em outras edições da prova, como em 2012 e 2015. 

 

Volante do América-MG pede concentração ao time em confronto contra Vitória
Foto: João Zebral / América-MG

Buscando o acesso à elite do futebol brasileiro, o América-MG terá um confronto importante contra o Vitória, nesta sexta-feira (15), às 17h, no Independência, em Belo Horizonte. Em entrevista coletiva, o volante Juninho deu à fórmula para o Coelho conquistar uma vaga na Série A do Brasileirão. 

 

"Jogamos fora de casa agora e vencemos duas partidas (Londrina e Cuiabá), então temos que vir para dentro de casa agora com o mesmo pensamento. Deixamos pontos em dois jogos (Ponte Preta e Paraná) que seriam de muita importância. Então, em partidas contra times que não tem muito a disputar no campeonato, não podemos entrar achando que o resultado vai acontecer apenas pelo fato de estar jogando em casa, pois sabemos que não será assim. Se não cumprirmos nosso papel dentro de campo, não vai acontecer (o resultado)", explicou Juninho. 

 

Juninho, que marcou um dos gols do triunfo sobre o Cuiabá fora de casa, disse que o time precisa ter a mesma postura em seus domínios, começando pelo confronto contra o Leão. 

 

"É pegar o que fizemos de bom fora de casa, dois jogos difíceis, que nós suportamos e passamos por cima de todas as dificuldades. Agora, é fazer o papel dentro de casa, pois, caso contrário, os pontos que fizemos fora não vai valer de nada. Concentração, até o fim, e sem ansiedade", analisou. 

 

"O jogo tem 90 minutos e precisamos equilibrar nossas emoções para vencer", completou Juninho.

 

O time mineiro ocupa a 5ª colocação, com 55 pontos conquistados. O Coelho está a apenas dois de Coritiba e Atlético-GO, terceiro e quarto colocados, respectivamente. O Vitória aparece na 13ª posição, com 42. 

Com mistério, Tite fecha treino e esconde escalação do Brasil para jogo contra Argentina
Foto: Lucas Figueiredo / CBF

Brasil e Argentina se enfrentam nesta sexta-feira (15), às 14h, em Riad, na Arábia Saudita. Apesar de ser apenas um amistoso, o técnico Tite fez mistério e não quis revelar a escalação da seleção brasileira para o confronto. 

 

"Time está escalado, mas não vou definir. Não adianta ficar enrolando para vocês (jornalistas). Vou trazer essa situação para o jogo", disse Tite em entrevista coletiva. 

 

Mesmo escondendo a escalação, Tite deu a entender que pode fazer mudanças pontuais, mas sem mudar a estrutura tática da equipe. Segundo o GloboEsporte.com, a principal dúvida está em quem será o substituto de Neymar. Willian e Richarlison brigam pela vaga. 

 

A provável escalação do Brasil para enfrentar a Argentina é: Alisson, Danilo, Thiago Silva, Marquinhos e Alex Sandro; Casemiro, Arthur e Coutinho; Gabriel Jesus, Willian (Richarlison) e Roberto Firmino.

Pedro Scooby fala da sensação de quase morte em acidente no mar; veja como foi o resgate
Foto: Reprodução / Instagram

O surfista Pedro Scooby teve um sério imprevisto nesta quarta-feira (13) após encarar uma onda com mais de 15 metros de altura na Praia do Norte, em Nazaré, Portugal. O brasileiro ficou pouco mais de um minuto submerso até ser resgatado pelo alemão Sebastian Steudtner, que pilotava um jet ski.

 

Em entrevista ao "Aqui na Band", nesta quinta-feira (14), ele deu mais detalhes do ocorrido. "Na verdade, eu estava treinando mais um dia, vai ter Circuito Mundial logo mais e a previsão era que estivesse grande. E tava realmente. Tava com a minha equipe treinando... E aí já treinando, e aí veio uma onda maior, e no final a onda me engoliu, fui pra baixo d'água".

 

O ex-namorado de Anitta contou ainda que quando se fica ali embaixo, submerso, você levanta e tem um tempo para respirar: "O que aconteceu foi que a onda me jogou muito fundo, e não consegui subir. É super raro isso, gente que morreu foi assim. Não consegui levantar a tempo de respirar. Passei duas ondas embaixo d'água e passei a terceira ainda, que é uma coisa raríssima".

 

"Começaram a me procurar e eu não subia. O Sebastian, que é o alemão, veio me resgatar e diz ele, porque eu não lembro, que me gritou umas dez vezes e eu comecei a voltar, enxergar um pouco melhor. Ele me pegou, peguei no jet ski e me tirou, me botou de lado. Graças a Deus ele tinha um puta equipamento no carro dele. Graças a Deus dei uma recuperada. Toda estrutura que temos hoje em dia, porque não aguentava mais tomar ondas na cabeça", confessou.

 

Uma sequência de imagens feitas por um drone mostra com detalhes os momentos de tensão vividos por Scooby depois de ser engolido. Vale dizer que na mesma praia, em 2013, Maya Gabeira também sofreu um acidente depois de cair de uma onda. Ela quebrou a perna, chegou a ficar inconsciente, foi retirada da água por um jet ski com a ajuda do surfista Carlos Burle e depois reanimada ainda na areia. Sebastian, inclusive, é namorado de Maya. Assista:

 

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