Terça, 04 de Fevereiro de 2020 - 11:10

Longevo no Bahia, Diego Cerri comenta formação do elenco para 2020: 'Encorpado'

por Ulisses Gama

Longevo no Bahia, Diego Cerri comenta formação do elenco para 2020: 'Encorpado'
Diretor de futebol do Bahia, Diego Cerri está no clube desde a temporada 2016, quando foi contratado para assumir o cargo de gerente. No comando executivo desde o início de 2017, ele ficou próximo de deixar o clube e seguir para o Palmeiras em dezembro de 2019, mas a oferta foi recusada e ele preferiu continuar no Esquadrão de Aço. Em entrevista ao Bahia Notícias, o diretor afirmou que a negativa passou longe de ser comodismo no Tricolor. "De um jeito ou de outro, a gente se sente valorizado de estarem analisando meu trabalho. Mas aqui eu me sinto bem e isso tem sentido. Ao contrário do que possam imaginar, não é comodismo. Na verdade fica mais difícil", indicou. Com foco no trabalho para 2020, Cerri acredita que a formação do elenco está sendo positiva e o grupo vai chegar "encorpado" para disputar as competições. "Mantivemos o treinador que eu acho importante... Uma parte grande do grupo já domina os conceitos do Roger e isso facilita. Com jeito de jogar, fica mais fácil ir montando o elenco de acordo com as características que o treinador gostaria de ter", indicou. Cerri também falou sobre o meia Régis, os esforços para segurar o volante Gregore e o atacante Gilberto, além de comentar a ida de David para o Fortaleza. Confira a entrevista completa:

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Edvaldo Valério lamenta ser único nadador do Brasil negro medalhista olímpico após 20 anos
Quando começou a partilha de bens do espólio dos Jogos Rio-2016, o ex-nadador Edvaldo Valério, de 41 anos, teve uma participação importante para que a piscina olímpica viesse para Salvador. Após a construção, ele assumiu a coordenação da Arena Aquática de Salvador, localizada no bairro da Pituba, devido à bagagem adquirida durante a carreira vitoriosa na natação. Em 2000, nos Jogos de Sydney, o baiano conquistou a medalha de bronze no revezamento 4x100 metros livre masculino, ao lado de Gustavo Borges, Fernando Scherer e Carlos Jayme. Durante a visita à redação do Bahia Notícias, Edvaldo concedeu entrevista abordando a nova fase da sua vida trabalhando no meio político e também analisou a atual situação da natação brasileira às vésperas das Olimpíadas de Tóquio, apontou as futuras promessas baianas da modalidade e comentou a fase mais difícil da sua vida, que foi quando deixou as piscinas. O baiano ainda lamentou o fato de, 20 anos depois, ainda ser o único nadador brasileiro negro a subir num pódio olímpico. "Achei que minha conquista em Sydney tivesse o poder de mudar esse cenário".

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Terça, 03 de Dezembro de 2019 - 11:10

Léo Gomes relembra dificuldades na carreira e diz que espera voltar ao Vitória

por Glauber Guerra

Léo Gomes relembra dificuldades na carreira e diz que espera voltar ao Vitória
De malas prontas para o Atlhetico Paranaense, o volante Léo Gomes espera voltar ao Vitória no futuro. O atleta, revelado nas divisões de base do Leão, elogiou a torcida. “O Vitória tem uma torcida apaixonante, mesmo nos momentos de dificuldades, estava comparecendo. A coisa mais forte que tem é a torcida. Quero agradecer ao Vitória, à torcida, seguir a vida e espero um dia voltar para fazer outra história”, disse o atleta. Léo ainda demonstrou sua gratidão ao técnico Paulo Cézar Carpegiani, que deu a primeira chance na equipe principal, e relembrou as dificuldades no começo da carreira.

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Presidente da Fube comemora legado dos JUBs e quer massificar esporte universitário baiano
Presidente da Federação Universitária Baiana de Esportes (Fube), Simon Vasconcelos ainda não sabe se deixará um legado após sua gestão, mas revela que ficaria satisfeito em deixar algo bom quando encerrar seu mandato. Fato é que o dirigente terá seu nome marcado no esporte universitário, já que participou do processo para a vinda dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) para a Bahia 51 anos depois. “Quando fizemos o 'Projeto JUBs 2019', não pensamos só no evento. Pensamos no legado. Pensamos na questão da discussão das políticas públicas do esporte universitário baiano, foi nosso primeiro ponto quando sentamos com o governo. O ápice disso são os JUBs, e o governo baiano entendeu isso”, comemorou. Vale destacar que a etapa final dos JUBs é considerada a maior competição esportiva universitária da América Latina, e reuniu cerca de 2.500 estudantes atletas de todo o país entre os dias 21 e 27 de outubro deste ano. Ao Bahia Notícias, Simon falou sobre o diálogo entre federação e universidades, o aumento no número de medalhas para o estado, e que já trata com o governo para que a Bahia receba novas competições nacionais.

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À beira do centésimo jogo no Bahia, Gregore não esconde sonho pela Seleção Brasileira
Quando perguntado sobre o seu time do coração, Gregore é taxativo: "Sou Bahia". Identificado com o clube e muito querido pela torcida, o jogador de 25 anos, visto como um dos melhores volantes do Campeonato Brasileiro, tem um coração azul, vermelho e branco, mas que tem um tantinho de verde e amarelo. Vestir a camisa da Seleção Brasileira é um sonho para ele, que não escondeu o seu desejo em entrevista ao Bahia Notícias. "É um foco que tenho na minha carreira. Todo jogador quer chegar na seleção, mas quero viver o dia a dia. Eu quero ainda mais esse sonho. Se eu continuar evoluindo, vou conseguir", declarou. Gregore não sonha sozinho. Em algumas entrevistas, o técnico Roger Machado já credenciou o marcador a uma convocação para a equipe nacional, citando que o jogador é um "ladrão de bolas", "protetor da defesa", "muito combativo" e que lidera as estatísticas de sua função. Com 61 desarmes em 19 partidas disputadas, Gregore é um dos pilares da atual fase do Bahia, que hoje briga por uma vaga na Copa Libertadores. Mas o bom momento não ilude o atleta, que crê que o time pode fazer ainda mais. "Hoje o nosso time toma poucos gols. Se a gente quer conquistar coisas grandes, tem que manter assim. Se a gente toma pouco gol, nosso ataque tem condição de fazer. No nosso grupo, quem está entrando, o nível segue o mesmo. É parabenizar o grupo, mas ainda temos muito o que fazer nesse ano", indicou.

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Medalha de ouro no Pan, boxeadora baiana fala da carreira e da expectativa para Tóquio 2020
Aos 26 anos, a baiana Bia Ferreira conquistou a medalha de ouro do boxe, na categoria até 60 kg, nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru. Apesar de ainda não ter a vaga carimbada, a boxeadora é uma das grandes esperanças de medalha do Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Atualmente morando em Santo Amaro, interior de São Paulo, ela está imersa nos treinos junto à seleção brasileira. Muito solícita, Bia gentilmente deu uma pausa nas atividades para conversar com a reportagem do Bahia Notícias, por telefone, com o sotaque puxado para o "carioquês", "baianês" e "mineirês". "É uma mistura na verdade. Eu falo baiano, falo mineiro, falo paulista, falo carioca... Porque também na seleção tem gente de todos os lugares, então a gente convive e acaba pegando um pouquinho de cada um e fica bem engraçado, porque ninguém sabe da onde a gente é", comentou aos risos. A atleta falou do começo tardio na modalidade, que tem o seu pai, o ex-boxeador Sergipe, como seu grande mentor e espelho, seus contratempos na carreira e dos planos para as Olimpíadas de Tóquio 2020.

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Caixa vazio e 'herança maldita': Luiz Henrique revela planos para a recuperação do Vitória
O Vitória vive um momento delicado, tanta na parte técnica, como nas finanças. O time ocupa a penúltima posição da Série B com apenas 11 pontos conquistados em 14 jogos. Um aproveitamento de apenas 26,2%. Vice-presidente do clube e responsável pelo setor financeiro, Luiz Henrique aparece pouco, mas tem voz ativa no Barradão. Em entrevista ao Bahia Notícias, ele falou sobre as dificuldades no início da gestão, admitiu que a situação é bem pior do que se imaginava e revelou planos para superar essa fase turbulenta. O dirigente tomou posse em 24 abril, após ser eleito na chapa encabeçada por Paulo Carneiro.

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'Voluntário', presidente do Doce Mel valoriza projeto e quer mudar mentalidade do futebol
Campeão como treinador pela seleção de Ipiaú, Eduardo Catalão é apaixonado por futebol e pela cidade. Há 10 anos como presidente do Doce Mel – Atlanta até 2017 -, o dirigente busca transformar o clube do município em uma referência no estado, ao lado da dupla Ba-Vi. Sem receber nenhum dinheiro, Catalão deseja mudar a “mentalidade” atual do esporte e, por isso, valoriza o projeto social que se iniciou em 2009. “A direção não recebe nenhum salário, só comissão técnica, jogadores e um supervisor. Queremos mudar essa mentalidade no futebol que tudo é dinheiro. Sempre preservamos a imagem do clube, para todos saberem que apesar de novo, priorizamos muito o comportamento”, disse em entrevista ao Bahia Notícias. Atualmente, o projeto conta com cerca de 200 crianças, que não só jogam futebol, mas são encaminhadas para escolas, faculdades e empresas. “O que a gente usa no projeto é, primeiro estar matriculado na rede de ensino, segundo apresentar atestado médico de capacidade para participar, e terceiro de comportamento, tanto dentro quanto fora do projeto. Fazemos visitas semestrais no colégio para sabermos como eles estão”, explicou. E o trabalho vem rendendo frutos. Após virar Doce Mel Esporte Clube em 2017, a agremiação resolveu participar da Série B do Campeonato Baiano em 2019. Estreante, conquistou o título ao bater o Olímpia na final e garantiu o acesso à elite do futebol estadual. Agora, Catalão mira vôos mais altos, como evoluir o investimento na base e na estrutura do clube, com a reforma no Estádio Pedro Caetano, localizado em Ipiaú, e a construção de uma sede para a instituição.

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Executivo do Bahia, Pedro Henriques explica função e indica proximidade do novo CT
Pedro Henriques já não está sob os holofotes como antes. Ex-vice-presidente do Bahia, ele cumpre a função de diretor executivo do clube desde o ano passado, após convite do presidente Guilherme Bellintani. Apontado como um possível sucessor de Marcelo Sant'Ana, em 2017, o dirigente foi alvo de muitas críticas por seguir no Fazendão em 2018. A principal pergunta era: "O que Pedro Henriques faz no Bahia?". Em entrevista ao Bahia Notícias, o diretor topou responder e explicar a sua função. "Como executivo, via de regra, há a missão de viabilizar os planos estratégicos da presidência. É acompanhar com os gerentes a execução dos planos, avaliar se está sendo feito no cronograma... Esse é o trabalho ordinário", disse ele, que tem a missão de conduzir os trabalhos da Cidade Tricolor, novo centro de treinamento do clube, que está para ser entregue. "A Cidade Tricolor foi uma das coisas que mais me fez querer aceitar o convite de Guilherme porque é algo que acompanhei desde a retomada do processo judicial. Recuperamos através do acordo, fizemos o pagamento e agora estamos em reta final para viabilizar o equipamento", contou. Na entrevista, Pedro Henriques também falou sobre o fato de ter sido indicado a um prêmio, o atual momento do futebol, o futebol feminino, a política do clube e a possibilidade de Guilherme Bellintani se tornar um candidato à Prefeitura de Salvador.

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Em mandato 'tampão', presidente da Febatri tenta fomentar o triathlon com ideias criativas
Engenheiro Civil de formação, Cleber Castro assumiu a presidência da Federação Baiana de Triathlon (Febatri) no último dia 8 de abril após renúncia do seu antecessor Walter Kraus. O mandato "tampão" vai até março de 2020. Aos 44 anos, ele começou a praticar o triathlon a partir de 2016, por obra do acaso, para melhorar o condicionamento físico para o surf. Cleber já nadava desde criança, assim como pedalava após se apaixonar por bicicross ao assistir o filme "E.T. - O Extraterrestre", por causa da clássica cena das crianças voando e passando em frente à lua. Ao começar a competir no triathlon, ele percebeu algumas falhas e, ao invés de apenas criticar, se colocou à disposição para ajudar a melhorar o esporte. Na entrevista a seguir, Cleber Castro defende uma visão empreendedora e criativa para captar recursos públicos e privados para fomentar a modalidade na Bahia.

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