Segunda, 23 de Março de 2020 - 11:10

Ricardo Alban

por Lucas Arraz / Matheus Caldas

Ricardo Alban
Presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), Ricardo Alban não crê que as indústrias em geral irão promover demissões em massa durante a crise do coronavírus. "É um período que nem todas as indústrias vão poder administrar de uma forma confortável, porque vem de um histórico de crise. Mas, de modo geral, não vejo nas indústrias um movimento de efeito manada de demissões por conta de uma crise que nós sabemos que é temporária", avaliou em entrevista ao Bahia Notícias.

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Segunda, 16 de Março de 2020 - 11:10

Sosthenes Macêdo

por Ailma Teixeira

Sosthenes Macêdo
Fortes chuvas que culminam em alagamentos, deslizamentos de terra e até desabamentos de casas não são raras em Salvador. Mas é fato que o registro de casos com vítimas fatais diminuíram. A isso, o diretor-geral da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Sosthenes Macêdo, atribui uma série de ações, entre elas a manutenção do Centro de Monitoramento e Alerta de Defesa Civil, o Cemadec. A ferramenta, operada por engenheiros ambientais e meteorologistas, conta com 52 pluviômetros, que possibilitam ao órgão a cobertura de toda a capital baiana atualizada de cinco em cinco minutos. “Isso nos remete a um protocolo que diz que, em caso de chuvas rigorosas, de moderadas a fortes, no espaço de tempo de até 72 horas, superando 150mm com a perspectiva de continuidade de chuvas moderadas a fortes por mais 24 horas, deve-se acionar a sirene”, pontua Sosthenes, em entrevista ao Bahia Notícias. Ele se refere às Sirenes de Alerta e Alarme, instaladas em áreas de risco e acionadas sempre que a comunidade local precisa evacuar o espaço. Foi o que aconteceu em novembro passado, quando moradores de pelo menos seis localidades precisaram deixar suas casas. Em conversa com o Bahia Notícias, Sosthenes falou do trabalho contínuo do órgão, que não atua apenas na Operação Chuva, destacou a parceria com outras pastas do governo municipal e também as ações de prevenção e contingência. Ele pontua ainda outras medidas tomadas pela Codesal para otimizar o trabalho dos técnicos e garantir o apoio da população.

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Segunda, 09 de Março de 2020 - 11:30

Flávio Gonçalves

por Lucas Arraz / Mauricio Leiro

Flávio Gonçalves
O diretor do Instituto de Radiofusão Educativa da Bahia (Irdeb), Flávio Gonçalves, acredita que a rede de rádio e TV públicas podem ser líderes de audiência. Em entrevista ao Bahia Notícias, o diretor revelou que a emissora está em 4º lugar na Bahia. Com a negociação sendo feita pelo governador Rui Costa (PT), ele revelou que o pedido do governador foi que a atuação da TV e da rádio não fossem “chapa branca”, e ele foi procurado por ter um perfil mais jovem. Com a extinção da Agência Brasileira de Comunicação, Gonçalves classifica como “lamentável” a medida tomada pelo governo Bolsonaro. E, para o diretor, para o povo ter acesso a sua cultura é necessário a televisão e a rádio pública para fornecerem o que é produzido no país.

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Segunda, 02 de Março de 2020 - 11:10

Isaac Edington

por Ailma Teixeira / Mari Leal

Isaac Edington
O presidente da Empresa Salvador de Turismo (Saltur), Isaac Edington, avaliou, em entrevista ao BN, o processo de “valorização do Carnaval” implementado pela gestão ACM Neto ao longo dos últimos oito anos e foi taxativo ao afirmar que a retomada do vigor do circuito Osmar – Campo Grande – depende muito da “sensibilidade” dos blocos e empresários envolvidos no Carnaval. O esvaziamento do mais antigo circuito da maior festa de rua do mundo é, sem dúvida, um debate importante e complexo, que perpassou a festa e, bem provável, mantenha-se vivo até 2021.Para o presidente da Saltur, órgão central na organização do Carnaval, é preciso “mais sensibilidade e equilíbrio para a gente começar a, proativamente, criar soluções que venham ocorrer em resultado prático, porque só ficar falando isso é uma retórica”.

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Segunda, 24 de Fevereiro de 2020 - 11:10

Geraldo Jr.

Geraldo Jr.
Presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), Geraldo Jr. diz estar diante de uma decisão sem volta que mudará os rumos da sua vida para sempre. O político deve decidir após o Carnaval se será candidato a reeleição como vereador em 2020 ou se compõe a chapa de Bruno Reis como postulante a vice-prefeito. 

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Segunda, 17 de Fevereiro de 2020 - 11:10

Fábio Vilas-Boas

por Lucas Arraz / Jade Coelho

Fábio Vilas-Boas
Ao destacar os 1,8 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave causada pelo H1N1 e Influenza B, além das 380 ocorrências de morte na Bahia por gripe em 2019, o secretário estadual de Saúde (Sesab), Fábio Vilas-Boas, chamou a atenção da população para o perigo da doença, muita vezes minimizado. “As pessoas tem que ter medo de gripe”, disse ao descartar possibilidade de epidemia de coronavírus no Carnaval deste ano. Na avaliação do secretário, a preocupação da população baiana e dos visitantes durante o Carnaval deve recair sobre a transmissão das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) e vírus que causam doenças respiratórias. Mesmo com aumento de 600% nos casos de dengue no estado em 2019, o secretário rejeita a possibilidade de declarar estado de epidemia. A justificativa de Fábio Vilas-Boas foi baseada no histórico da doença. “A dengue é cíclica, tem ano que tem muito, no outro tem menos. Nós não temos nenhuma evidência de epidemia”, assegurou.O secretário ainda afirmou que é positiva a proposta da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, de estimular que adolescentes retardem o início da vida sexual. “Evidente que desestimular o contato sexual precoce é algo desejável”, disse Vilas-Boas, ao ponderar que essa não deve ser a única política adotada para lidar com o problema de gravidez precoce e ISTs entre adolescentes. “Cabe ao estado prover todas as informações. Tanto no sentido de orientação e educação sexual, quanto todos os instrumentos necessários para proteção para que se tenha um sexo seguro”, completou.

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Segunda, 10 de Fevereiro de 2020 - 11:10

Paulo Souto

por Jade Coelho / Matheus Caldas

Paulo Souto
Atual secretário municipal da Fazenda (Sefaz) o ex-governador Paulo Souto admite que opta por se manter reservado dos assuntos políticos nos últimos anos. “Fui governador duas vezes, etc. Depois, fiz três campanhas e perdi as três. As lideranças políticas vão se renovando e acho que era o momento de deixar que aflorassem novas lideranças. Então, minha posição é essa. Eu tenho trabalhado na administração. Claro que acompanho a política, mas eu prefiro, realmente, não me envolver diretamente na política e na disputa direta de novos mandatos”, afirmou, em entrevista ao Bahia Notícias. Ele também despista sobre a possibilidade de colaborar na próxima gestão, caso o pré-candidato Bruno Reis (DEM) saia vencedor. Esse é um assunto que não tenho porque comentar nesse momento. Eu, agora, quero tratar dos meses que tenho pela frente na administração municipal, ver se nós vamos manter essa situação que foi tão importante para a prefeitura, e que permitiu todo esse reconhecimento. Eu que já fui governador duas vezes, já fui senador, confesso que estou muito gratificado por ver o trabalho da prefeitura como um todo e, claro, da Sefaz, reconhecido da forma que vem sendo reconhecido”, ponderou. Dentro diversos assuntos na entrevista, o gestor falou sobre o IPTU, os incentivos fiscais concedidos pela prefeitura e sobre a reforma da Previdência municipal. Embora diga que a situação previdenciária de Salvador não amedronte, ele defende que o assunto deva ser olhado com cuidado pelos gestores. “Mas, de qualquer sorte, hoje, a nossa situação previdenciária que, como toda situação dos entes públicos do Brasil, tem que olhada com cuidado. Mas a nossa, hoje, não é nada que nos amedronte, o que não significa, absolutamente, que nós tenhamos que olhar para o futuro”, disse, em entrevista ao Bahia Notícias.

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Segunda, 03 de Fevereiro de 2020 - 11:10

Nelson Leal

Nelson Leal
Prestes a iniciar seu segundo ano na Presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), o deputado Nelson Leal (PP) ressalta que faz uma gestão o mais transparente possível. Ele conta que, neste mês, a Casa vai até lançar o programa "Papel Zero", que visa "aposentar" o uso de papel em cerca de três meses, e também tornar o trabalho dos parlamentares mais acessível para os cidadãos e a imprensa. "Nós temos procurado abrir a Casa na sua totalidade. Lá é tudo escancarado. Acho que nós procuramos horizontalizar, a Casa era muito verticalizada na figura do presidente, nós hoje procuramos dar um horizontalizada, ampliar a participação de todos os deputados, os partidos", defende o deputado. Toda essa transparência, no entanto, não foi vista durante a votação da Proposta de Emenda Complementar 159, que versa sobre a reforma da Previdência na Bahia. Em uma noite tomada por protestos, que teve até policial civil à paisana apontando arma para os deputados na última sexta-feira (31), os parlamentares concluíram a votação na sala da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), impedindo a participação dos profissionais de imprensa e sem transmitir a sessão na TV Alba.

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Segunda, 27 de Janeiro de 2020 - 11:10

Alessandro Molon

por Lucas Arraz / Mauricio Leiro

Alessandro Molon
O líder da oposição na Câmara, deputado Alessandro Molon (PSB) acredita que de fato existe a necessidade de reformar as previdências dos estados e municípios, porém, estando atento para que se tenha "uma transição justa" ao novo formato. Destacou ainda que o PSB terá um "bom problema", pois tanto o vereador Silvio Humberto (PSB) e a deputada federal Lídice da Mata são grandes nomes para a prefeitura de Salvador em 2020.Segundo o deputado, o campo progressista tem que se unir e analisar o melhor caminho para o país e não restringir e abdicar de dialogar, por exemplo, com os campos religiosos. "Não há razão para os progressistas não tenham apoio dos religiosos. As religiões podem conviver, dialogar, e ser um elemento de força para transformar a sociedade.", analisou. Defensor do desarmamento, o parlamentar contraria os dados divulgados do governo sobre a falta de relação do aumento do armamento civil e a diminuição dos homicídios no país. "Os homicídios caíram por varias razões. Uma delas é o que os estados tem feito para diminuir isso. Na Bahia os homicídios tem caído, há 4 anos", disse ao Bahia Notícias.Analisando a condução da educação pelo governo federal, Molon entende como "falso dilema" a ideia de reduzir gastos com ensino superior e reverter a verba para a educação básica. "Sem tirar da universidade aumentando também para educação básica", pontua. 

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Segunda, 20 de Janeiro de 2020 - 11:10

Luiz Carreira

por Rodrigo Daniel Silva / Mari Leal

Luiz Carreira
Secretário da Casa Civil, órgão responsável pelos planejamentos de longo prazo da prefeitura de Salvador, Luiz Carreira, em entrevista ao Bahia Notícias, fez um balanço do último ano da gestão de ACM Neto. Destacou como principal legado para o futuro da cidade a "cultura da responsabilidade fiscal", descartando qualquer possibilidade de Salvador ficar endividada no futuro em consequência dos empréstimos e financiamentos contratados. Segundo o gestor, a prefeitura tem uma capacidade de contratar investimentos de até R$ 8 bilhões, no entanto, contratou até agora apenas R$ 1,9 bilhão. "O mais importante nessa questão de endividamento é você ver como sua curva de endividamento se comporta ao longo do tempo. E isso está sob controle. Sob qualquer parâmetro, a gente está muito aquém, digamos, dos limites estabelecidos. Por esta razão é que estamos com esse parâmetro fiscal tão positivo", pontuou. Questionado, o secretário elencou ainda as áreas "habitacional" e de "saneamento" que considera como os principais desafios para o sucessor de Neto, apesar de pontuar as melhorias implementadas nos últimos anos. "A cidade, evidentemente, é um grande desafio. Tudo que a gente está falando ainda tem tudo por fazer. Se fez muito por Salvador e vamos fazer muito mais este ano, mas ainda há muito o que fazer", disse, destacando ainda a necessidade de cuidar "da vida das pessoas". Sobre o seu futuro e uma eventual permanência no quadro de gestores do município em um cenário de eventual vitória de Bruno Reis nas eleições deste ano, Carreira se esquivou: "Isso absolutamente não é uma preocupação nesse momento". 

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