Segunda, 18 de Fevereiro de 2019 - 11:10

Bruno Reis

por Lucas Arraz / Rebeca Menezes / Rodrigo Daniel Silva

Bruno Reis
Após o desejo de se tornar prefeito de Salvador em 2016 não se concretizar, o vice-prefeito Bruno Reis (DEM) descartou qualquer possibilidade de romper com o grupo de ACM Neto (DEM), caso não seja indicado para ser o candidato ao Palácio Thomé de Souza no próximo ano. Bruno Reis tinha expectativa de virar chefe do Executivo soteropolitano no ano passado diante da hipótese de Neto deixar a prefeitura para ser candidato ao governo da Bahia. “Não faço política na base da chantagem. Não sei fazer meias conversas. Ou conversas que não sejam firmes. O que vier será fruto do meu destino, do que Deus nos reservar na nossa caminhada política. Com os princípios e os valores que tenho e pela força de trabalho, muitos desafios virão pela frente. E tem que estar pronto para cumprir esses desafios”, declarou, em entrevista ao Bahia Notícias.

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Segunda, 11 de Fevereiro de 2019 - 11:10

Maurício Barbosa

por Fernando Duarte / Lucas Arraz

Maurício Barbosa
Advogado de um maior debate sobre descriminalização das drogas e um maior envolvimento de prefeituras e familiares na redução da criminalidade, Maurício Barbosa, chefe da Segurança Pública na Bahia (SSP), chegou ao oitavo ano sob o comando da pasta defendendo uma visão humanística - ou talvez romântica -  do trabalho das polícias Militar e Civil no estado. “Costumo brincar que nós somos os médicos dos doentes de alma. Se tivéssemos que fazer uma analogia do que é a Secretaria de Saúde (Sesab) para os doentes de corpo, estamos aqui para os doentes de alma”, disse. A frente da SSP-BA e do Colégio de Secretários de Segurança Pública, Barbosa destacou, ao Bahia Notícias, o trabalho de modernização que comandou nos últimos quatro na segurança do estado. “Entregamos no final do ano passado a segunda etapa de modernização com o reconhecimento de placa de carro, reconhecimento facial, que é uma inovação. Na América Latina você não tem uma cidade em que se aplica isso”, ponderou.

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Segunda, 04 de Fevereiro de 2019 - 11:10

André Curvello

por Fernando Duarte / Jade Coelho

André Curvello
A maneira como o investimento em comunicação é encarada pela sociedade foi criticada pelo secretário de Comunicação da Bahia, André Curvello. Para o titular da Secom é necessário um amadurecimento de todos os setores que compõem a sociedade para a importância da comunicação estatal. “É sempre tratada como clichê, como motivo de crítica. Eu canso de ouvir as pessoas falando ‘poxa, gasta X com publicidade’, mas ali não é invenção, é um orçamento público que está ali, que é aprovado pela Assembleia, e que efetivamente você precisa comunicar”, disse Curvello ao ressaltar a importância da verba investida pelo estado em propaganda para a economia e o mercado.

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Segunda, 28 de Janeiro de 2019 - 11:10

Nelson Pelegrino

por Rodrigo Daniel Silva / Lucas Arraz / Ailma Teixeira

Nelson Pelegrino
Como o PT nunca governou Salvador, cresce no partido o desejo de lançar candidatura própria à prefeitura da capital baiana em 2020. Um desses entusiastas é o deputado federal Nelson Pelegrino, que perdeu a última eleição disputada pelo partido, quando foi derrotado pelo hoje prefeito ACM Neto (DEM) em 2012. Na avaliação dele, a saída do democrata do cargo no próximo ano abre uma “janela de oportunidade” para o PT. "Eu acho que quem ser apoiado tem que estar disposto a apoiar. Mas eu penso que o PT tem legitimidade e o sentimento que eu tenho conversado com todo mundo no partido é de que o PT terá candidato em 2020", ressalta o parlamentar em entrevista ao Bahia Notícias. O que o PT tem como meta já estabelecida para a próxima eleição é investir em quadros para dobrar o número de vereadores na CMS. Atualmente, a legenda conta com três parlamentares de um total de 43. Realidade diferente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), onde o partido integra a base governista, com 10 representantes e da Câmara dos Deputados, onde possui a maior bancada partidária com 56 deputados federais eleitos.

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Segunda, 21 de Janeiro de 2019 - 11:10

Marcelo Nilo

por Lucas Arraz / Jade Coelho

Marcelo Nilo
A situação financeira da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) foi alvo de críticas do ex-presidente da Casa e deputado federal eleito Marcelo Nilo (PSB), que demonstrou preocupação com o déficit e atribuiu o cenário a atuação do atual presidente da AL-BA, Angelo Coronel (PSD). "Do orçamento que eu deixei em 2017, que foi feito por mim no ano anterior, ele devolveu R$ 555 mil, fez uma festa devolvendo esse valor. Um ano depois, no orçamento dele, o déficit da Assembleia é de R$ 150 milhões", comparou Nilo, que foi o presidente da Casa por 10 anos. "Na minha [gestão] sempre deixei dinheiro em caixa, a dele teve déficit, é um fato", disse.Um dos erros de Coronel apontados por Nilo foi o pagamento de um "débito discutível", ao se referir a uma ação judicial movida por funcionários da AL-BA para a incorporação de um aumento salarial concedido há mais de 20 anos pelo então presidente do Legislativo baiano, Eliel Martins. "Ele fez uma estratégia de pagar um débito, que é discutível, de R$ 700 milhões a cento e poucos funcionários, que eu saía algemado, mas não pagava, porque é um absurdo. Ele pagou, por isso teve déficit na Assembleia".

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Segunda, 14 de Janeiro de 2019 - 11:00

Leo Prates

por Guilherme Ferreira / Fernando Duarte / Rodrigo Daniel Silva

Leo Prates
Ex-presidente da Câmara de Salvador e deputado estadual eleito, Leo Prates (DEM) disse que ainda não está decidido se vai ficar na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) ou se irá assumir uma secretaria na gestão do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), como se especulou na semana passada. Em entrevista ao Bahia Notícias, Prates defendeu sua gestão na Câmara de Salvador. Disse ter “certeza” que o novo presidente da Câmara, Geraldo Júnior (SD), dará continuidade as medidas implementadas na sua administração. Além disso, afirmou que não queria ter controle do pleito interno do Legislativo, mas esperava ter mais conversas.  

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Segunda, 07 de Janeiro de 2019 - 11:00

Lúcio Vieira Lima

por João Brandão

Lúcio Vieira Lima
Derrotado na tentativa de reeleição, o deputado federal Lúcio Vieira Lima admitiu que ele e seu irmão, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, deram a contribuição que tinham que dar à política baiana. Em entrevista ao Bahia Notícias, o parlamentar disse que ficará na “prateleira”, como um livro. “Do jeito que está a política, eu não sei se muita gente não vai deixar de querer um mandato eletivo. A política ficou muito criminalizada. Ela parece muito mais, pois é mais acessível a todos". Lúcio avaliou também sua derrota. Sem querer apontar culpado, ele disse que estava “em um momento em que a população estava querendo mudança”, e a polarização entre os candidatos a presidente pelo PT e PSL, Fernando Haddad e Jair Bolsonaro, respectivamente, influenciou no seu revés.O deputado federal mais votado em 2014 disse que para ele tanto faz, “foro ou não foro”. “Eu defendo a regra que o jogo queira. Agora, tem que ser uma regra geral. O foro já não existe. Não existe mais foro. Não tenho preocupação”, afirmou.

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Segunda, 31 de Dezembro de 2018 - 11:10

Angelo Coronel

por Rebeca Menezes / Lucas Arraz

Angelo Coronel
Eleito senador pela chapa do petista Rui Costa, Angelo Coronel (PSD) se mostrou bastante convicto ao falar de uma candidatura do PSD ao governo da Bahia em 2022. “Tenho uma missão de tentar fazer Otto Alencar governador da Bahia”, traçou. Caso Otto não aceite, Coronel não descartou lançar o próprio nome ao pleito.  O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) fez um balanço da gestão e lembrou que quase saiu da vida pública. “Há dois anos eu estava disposto até a sair da vida pública. Tinha dito isso na imprensa, inclusive. Depois que me tornei presidente da Assembleia, isso reacendeu minha vontade de continuar na política”, comentou.  O senador ainda chamou de “prematuro”, o acordo feito por Rui Costa (PT) que costurou uma candidatura única de Adolfo Menezes para a presidência da AL-BA em 2022. “Sei que daqui a dois anos vamos ter Adolfo Menezes como candidato, mas que outros deputados começam a ensaiar uma candidatura. Acho prematuro lançar um presidente com dois anos de antecedência, mas foi lançado e vamos torcer para que Adolfo Menezes consiga costurar para manter o seu nome até chegar a vez de suceder Nelson Leal”, falou. 

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Segunda, 24 de Dezembro de 2018 - 11:00

Paulo Souto

por Ailma Teixeira /Guilherme Ferreira

Paulo Souto
O atual secretário municipal da Fazenda, Paulo Souto, avalia que o "rombo" na previdência estadual já poderia ser previsto desde o tempo em que ele era governador. Em entrevista ao Bahia Notícias, o gestor lamentou que uma reforma no setor não tenha sido feita antes para ao menos amenizar o problema. Souto foi eleito governador para dois mandatos, sendo um com início em 1995 e outro em 2003. Ele afirmou que já na sua época como chefe do poder Executivo o déficit da previdência não era "confortável", mas o governo "poderia suportar dentro do orçamento". No entanto, as gestões mais recentes vêm sofrendo com o crescente número de aposentados. "A previsibilidade de que esses déficits seriam crescentes, com a falta de uma reforma mais estrutural na previdência, isso existia. Aqui na Bahia acho que teve um determinado momento em que aumentou muito o número de aposentadorias e criou essa situação de dificuldade que o governo, não apenas o governo da Bahia, mas vários outros governos estão enfrentando", comentou o secretário. Em relação às finanças de Salvador, Souto destacou que a prefeitura consegue não só manter um equilíbrio fiscal, mas também ter acesso a operações de crédito, que ajudaram a aumentar os gastos sociais e de investimentos. Segundo ele, entre 2013 e 2017, a gestão municipal gastou R$ 900 milhões a mais do que o piso constitucional previsto para educação e saúde. "O que eu digo é que nós começamos a mudar de perfil e que os investimentos eram feitos apenas com recursos próprios e agora passam a ser feitos com recursos próprios, com operações de crédito, com venda de ativos e com transferências federais. Tudo isso porque hoje a prefeitura é um ente confiável", comentou Souto. FUTURO POLÍTICO Após perder em duas eleições recentes para o governo, Souto assegura que não pensa mais em tentar cargos eletivos. "Eu cheguei à seguinte conclusão: não é isso que a população pensa", declarou Souto ao Bahia Notícias. "A partir daí eu não vejo por que eu participar desse embate político do dia a dia. Minha posição é essa", garantiu.

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Segunda, 17 de Dezembro de 2018 - 11:00

ACM Neto

por Fernando Duarte / Ailma Teixeira

ACM Neto
Diante do resultado das eleições deste ano, em que a bancada de oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) se apequenou, o prefeito ACM Neto (DEM) promete um maior envolvimento já no pleito de 2020. A próxima eleição vai eleger prefeitos e vereadores, mas o democrata não vai disputar cargos eletivos, pois estará no fim de seu segundo mandato à frente da Prefeitura de Salvador. “Vai chegar em 2020 e eu vou participar ativamente de todas as eleições no interior, coisa que eu não pude fazer em 2016”, declara em entrevista ao Bahia Notícias. Quanto a constante troca de farpas com o governador Rui Costa (PT), ACM Neto diz que deseja uma melhora no relacionamento com o opositor, mas, antes disso, criticou a atuação do governo do estado em relação à obra do Bus Rapid Transit (BRT). De acordo com o democrata, enquanto ele foi um facilitador na execução do projeto do metrô, Rui usou o Inema para embargar a construção do novo modal. Ao longo da entrevista, Neto voltou a falar ainda sobre sua decisão de não disputar a eleição estadual e seus planos para o futuro, quando ficará sem mandato a partir de 2021.

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