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Sábado, 16 de Janeiro de 2021 - 05:07

Oração para adiar a morte

por Elieser Cesar

Oração para adiar a morte
Nosso mês dedicado aos poetas continua com mais um baiano ilustre, o também jornalista e escritor Elieser Cesar, e sua maneira peculiar de ver e viver a vida, que podem ser vistos nesta sua oração à Ferreira Gular, um dos grandes maranhenses da literatura nacional. Na vasta obra deste autor, contista premiado, uma das especialidades são os poemas curtos, quase haicais com os quais retrata o dia-a-dia dos costumes e da política nesses dias incertos, que já publicamos aqui na coluna. Leia Elieser, você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 09 de Janeiro de 2021 - 05:06

Fragmentos

por Carolina Freitas

Fragmentos
Saudamos 2021 com poesia. Fragmentos de criatividade da poeta Carolina Freitas, ainda mais fecunda na pandemia em que escreveu em ritmo diretamente proporcional ao aumento da apreensão e do medo gerados pela pandemia. A ociosidade no confinamento gerou um turbilhão intelectual e a vontade de gritar, ‘estou aqui, vou resistir’. Aliás, resiliência e prudência é o que nos resta enquanto uma vacina finalmente apareça e nos permita andar sem maiores sustos nas ruas. Leia a bela poesia de Carol, você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 02 de Janeiro de 2021 - 05:08

Um bosque pra preservar quem já morreu

por Janio Ferreira Soares

Um bosque pra preservar quem já morreu
Fecho o ano e começo 2021 emocionado com essa crônica de Janio Ferreira Soares, nosso beiradeiro de Paulo Afonso e Glória. Emoção, e não apenas pela bela e sutil mescla de homenagem e crítica simultâneas no que se lê nesse agradável texto, mas emoção de quem aqui vive e conhece um pouco do Rio São Francisco e sua gente. Emoção ainda pela lembrança de dois jovens, repórter e fotógrafo, que no nos anos 1970 estiveram em Glória uma semana antes da água de uma barragem encobrir as últimas casas, trabalho que lhes rendeu prêmio de reportagem. Mas a emoção para aí, substituída pelo medo, o ano já vai tarde e que o novo venha sem sobressaltos. Leia, você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 26 de Dezembro de 2020 - 05:01

O cão morde a noite

por Emiliano José

O cão morde a noite
Esta semana temos, para encerrar o ano, o Cão morde a noite, o novo livro do jornalista e escritor Emiliano José. São memórias autobiográficas, nas quais o autor narra ora com delicadeza, ora com a crueza das torturas e das prisões, o que viveu a partir de 1968 quando caiu na clandestinidade em São Paulo e terminou na Bahia. Separei os textos da orelha do livro e da bela apresentação do jornalista baiano Adilson Borges. Desconfio que esta é a grande obra de Emiliano, autor de outros quinze títulos, entre eles Lamarca, o capitão da guerrilha, trabalho iniciado quando ainda trabalhava na redação da sucursal do Estadão, em Salvador, aí por volta do fim dos anos setenta, início dos oitenta. É nesta época que ficamos amigos, ele tinha saído na prisão fazia pouco. O lançamento virtual, com direito a debate, será em fevereiro. E o prefácio é do Reitor da UFBA João Carlos Salles, outro amigo de Emiliano desde os anos setenta. Você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 19 de Dezembro de 2020 - 10:02

Ciao bambino!

por Elieser Cesar

Ciao bambino!
O conhecido escritor e poeta baiano Elieser Cesar, velho amigo e colega de redação no antigo Jornal da Bahia, homenageia o italiano Paolo Rossi, morto recentemente, com um trecho do conto Cartão Vermelho sobre a vingança de um motorista de táxi contra o carrasco do Brasil nos três gols de Sarriá. A la Hemingway, ele fala da revolta do taxista quando, depois de uma longa conversa, descobre quem é o passageiro e injuriado o expulsa do carro. O conto faz parte da coletânea "82 Uma Copa/ Quinze Histórias", de 2013, organizada pelo escritor Mayrant Gallo e publicada pela Casarão do Verbo. Você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 12 de Dezembro de 2020 - 10:48

A Gaiola do São Francisco

por Lázaro Carvalho

A Gaiola do São Francisco
Veja este caso de um drama amoroso urbano de quem chega do interior do estado, deixando para trás o longínquo sertão do São Francisco, trazendo no matulão, diria Luiz Gonzaga, os sonhos de viver na cidade grande, e em uma cidade grande do porte da capital da Bahia cheia de encantos e mistérios. Os sonhos duraram pouco porque o amor os atrapalhou e a levou de volta à sua Xique-Xique, na beira do rio. Você vai gostar desta história de Lázaro Carvalho. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 05 de Dezembro de 2020 - 05:04

Covil

por Afonso Machado

Covil
Depois de algum tempo sem este tipo de texto, curto, direto, objetivo, a coluna volta com um microconto de Afonso Machado, em torno de mil e trezentos caracteres, no qual o autor fala de liberdade e faz uma alegoria a uma espécie de Síndrome de Estocolmo. É um belo texto, como são sempre os de Afonsinho, com todo talento para dizer tanto em tão pouco espaço e ainda por cima oferecer tanta atratividade para segurar o leitor. Você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 28 de Novembro de 2020 - 05:02

Alienígenas do Pajeú

por Lázaro Carvalho

Alienígenas do Pajeú
Veja esta homenagem de Lázaro Carvalho ao cordel e aos repentistas nordestinos, que cantam com um talento inato, e quase que exclusivo da região, as dores da vida dura sem água e sem condição, sem perder o ritmo, a rima e o prumo. Eles povoam as feiras livres do sertão e, quando coisa aperta mais que o de sempre, podem ser vistos nas praias, alegrando e encantando. Você vai gostar deste texto que é urdido em um cordel original. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 21 de Novembro de 2020 - 05:03

A vida cai no mundo

por Aloisio da Franca Rocha Filho

A vida cai no mundo
A coluna sente-se gratificada em lançar mais um poeta, cumprindo uma das propostas para a qual foi pensada a de divulgar novos autores, ao lado dos já conhecidos e consagrados, no que, aliás, a Bahia é rica. É o jornalista e professor Aloisio da Franca Rocha Filho. A exemplo de muitos outros poetas, ele escreve e guarda, jamais publica, até ser por mim convencido a sair um pouco dos seus artigos e resenhas editados por revistas acadêmicas e suplementos culturais e a me mandar esses versos diretos, ricos, sensoriais. Conheça mais um poeta baiano, você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 14 de Novembro de 2020 - 05:01

Travessia de oásis - A sensualidade na poesia de Sosígenes Costa

por Florisvaldo Mattos

Travessia de oásis - A sensualidade na poesia de Sosígenes Costa
Florisvaldo Mattos, um dos nossos poetas maiores, brinda-nos com esta homenagem a Sosígenes Costa, grande poeta brasileiro, que nasceu no segundo ano do século passado no sul da Bahia e morreu sessenta e sete anos depois no Rio de Janeiro. Florisvaldo o conheceu em Ilhéus, ainda estudante secundarista, e o visitava semanalmente tendo assim a oportunidade de ler poemas inéditos, guardados por décadas em uma gaveta, fazendo aí o primeiro aprendizado de poesia e literatura modernista. Mais tarde incluiria em sua obra a "Travessia de oásis - A sensualidade na poesia de Sosígenes Costa (2004). Leia, você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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