Sábado, 16 de Fevereiro de 2019 - 00:00

Em cartaz no TCA, Baby do Brasil promete 'mostrar a beleza extravagante da música'

por Jamile Amine / Rebeca Menezes

Em cartaz no TCA, Baby do Brasil promete 'mostrar a beleza extravagante da música'
Com um vigor semelhante ou maior que muitos jovens artistas, a veterana Baby do Brasil retorna a Salvador para apresentar seu mais novo show, “Música Extravagante”, em cartaz na sala principal do Teatro Castro Alves, neste sábado (16), a partir das 21h. Acompanhada por Frank Solare, Guilherme Schwab e Raphael Garrido nas guitarras; André Gomes (baixo); Luciano Lopes (teclado); Ícaro Sá (percussão) e Marcelo Brasil (bateria), a artista apresentará um repertório variado, que inclui sucessos de sua carreira solo, hits dos Novos Baianos, além de releituras da música clássica, jazz, bossa nova, pop e rock. “Tudo isso se conecta quanticamente! (risos). A música desde antes de Bach até à descoberta por ele, das escalas no ‘Cravo bem temperado’, foi evoluindo para vários estilos e hoje chegamos num momento delicado na música no Brasil, mas entendo que esse é o momento propício para chegarmos com essa proposta de revisitar a beleza da música em vários estilos e mostrar a relação que elas têm na sua extravagância!”, explica Baby. “Estamos ainda num momento crítico da nossa música e a minha ideia é reunir o que há de melhor em diversos estilos e mostrar a beleza extravagante da música. Por isso esse é o nome do show. Onde cabem todos os estilos”, acrescenta. Durante o show, os baianos poderão conferir ainda três novas canções, que entrarão no próximo trabalho da cantora e compositora: “Eu vou dizer que sim”, “Você é lindo” e “Aquela Porrada”. “São três inéditas. Eu achei que já estava na hora de mostrar ao público o que estou escrevendo e compondo para esse meu novo CD de inéditas, que chegará ao público nos próximos meses”, conta Baby do Brasil. Na entrevista, Baby confirmou ainda que está de pé o projeto de reunir outra vez os Novos Baianos em uma mesma casa, no fim deste ano, para preparar um novo disco autoral.

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Larissa Luz: ‘A nova música da Bahia está viva, em ascensão, e o melhor: é negra!’
Três nomes proeminentes da nova música da Bahia, com um forte discurso pró empoderamento feminino negro, Larissa Luz, Luedji Luna e Xênia França uniram suas vozes em um projeto inédito que tem como proposta “contar a história da força da mulher negra dentro da musicalidade baiana”. O Aya Bass estreia no dia 26 de janeiro, dentro da programação da terceira edição do Festival Sangue Novo, em Salvador, que terá ainda shows de Otto, Baco Exu do Blues, BAYO, Duda Beat e Hiran. Responsável pela direção musical e artística, Larissa contou, em entrevista ao Bahia Notícias, a origem do projeto, que além de contemplar o repertório autoral de cada componente do trio, irá homenagear cantoras como Márcia Short, Alobened, Margareth Menezes e Virgínia Rodrigues. A cantora falou ainda sobre o papel do artista na sociedade, sobretudo atualmente, com a onda de retrocessos sofridos pelas minorias. “Acredito que nós somos formadoras de opinião, por sermos artistas, então por isso fazemos política de toda forma, principalmente por sermos mulheres negras. Nosso corpo existindo em si já é um ato político, nossa resistência”, destacou Larissa Luz, lembrando que nas últimas eleições algumas verdades foram desveladas. “A gente pôde constatar o quanto ainda existe, pôde constatar quem tem isso dentro de si e passou tanto tempo escondendo”, avalia a artista. Larissa comentou ainda sobre a renovação da música brasileira e a baiana, que, segundo ela, “por tantos anos foi monopolizada e dominada pela indústria do Axé”, mas hoje é predominantemente negra.

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Com banda completa, Aiace apresenta ao vivo o mergulho íntimo de seu disco ‘Dentro Alí’
Depois de quase um ano do lançamento de seu primeiro disco solo, “Dentro Alí”, a jovem cantora e compositora baiana Aiace finalmente mostrou o resultado de seu trabalho independente ao vivo, acompanhada pelos músicos Alexandre Vieira (baixo), Sebastian Notini (bateria), Bruno Aranha (teclado), Théo Silva (Guitarra) e Gabi Riddim (programações eletrônicas). O show de lançamento aconteceu no dia 6 de novembro, na Sala do Coro do Teatro Castro Alves, com gratuidade de pauta, dentro da programação especial de retomada do espaço, após a reforma. Em entrevista ao Bahia Notícias, a também vocalista do grupo Sertanília contou sobre o longo processo para a realização do álbum “Dentro Alí”, que levou três anos de produção e tem como faixa-título uma composição da baiana Luedji Luna. Aiace falou ainda sobre as parcerias com o pai, Gileno Felix, e com o padrinho, Lazzo Matumbi; além da especialíssima dobradinha com Luiz Melodia. “Luiz Melodia ficou super encantado com a gente e a partir daí a gente começou a estreitar os laços e ele deixou escapar uma vontade de fazer alguma coisa juntos. A gente acreditou nisso, abraçamos, fomos abraçados por ele e por Jane Reis, companheira dele, e a partir daí a gente mostrou ‘Samba Sacerdócio’, que inclusive foi uma música composta pra ele, sem nem saber que ele poderia um dia sequer cantar essa música”, lembra a cantora, que aos três anos já compunha com o pai a faixa “Pra ver sabiá cantar” e, antes mesmo de nascer, já estava predestinada para o mundo das artes. “A gente vai colecionando fatos, histórias, memórias e esse disco é resultado de muito trabalho e eventos que aconteceram, inclusive, antes de eu nascer. Porque os meus pais escolheram meu nome pensando em ter uma filha cantora, e pensando que num futuro essa filha cantora não precisasse escolher um nome artístico. Junto com isso, meu pai que também é compositor, ia compondo algumas canções e guardando, pra que essa filha cantora, num futuro, pudesse interpretá-las”, revela Aiace, explicando que o disco, repleto de símbolos relacionados à água, é uma espécie de mergulho em suas origens e referências. “Eu sempre fui muito banhada pelas águas, e boa parte das inspirações que surgem pra mim, curiosamente, surgem com a água envolvida. Arranjos surgem durante o banho ou simplesmente quando eu lavo o rosto, enfim, a água sempre esteve muito presente. E eu também por ser de Oxum trago muito das águas comigo. E esse movimento que a água faz, o tempo todo cíclico, também me move. Ela sempre encontra um caminho pra escoar, sabe, a água não fica presa por muito tempo. O caminho dela é correr, é ir para outros lugares”, explica a artista.

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Protagonista de ‘Central do Brasil’ participa de bate-papo em Salvador
Descoberto aos 11 anos enquanto trabalhava como engraxate no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, o ator Vinícius de Oliveira, protagonista de “Central do Brasil”, desembarca em Salvador para um bate-papo após a exibição do filme, durante o XIV Panorama Internacional Coisa de Cinema, no dia 21 de novembro, às 18h30. “A vida deu uma guinada, eu morava numa comunidade do Rio de Janeiro, no Complexo da Maré, eu tinha pouca perspectiva de ascender na vida, porque a gente sabe como é nosso país, extremante elitista e que dá pouca oportunidade para a galera das periferias. Com essa oportunidade que eu tive, do Walter [Salles] me encontrar no aeroporto Santos Dumont e me chamar para fazer o filme, que eu consegui me encontrar, estar no lugar onde me sinto bem, que é no meio artístico”, contou o ator, que agora participa das comemorações dos 20 anos de lançamento de “Central do Brasil”. Premiado no Festival de Berlim (melhor filme e melhor atriz) e no Globo de Ouro (melhor filme estrangeiro e melhor atriz de drama), o longa foi indicado ao Oscar nas categorias Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Atriz. 

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‘É difícil fazer uma arte que não fale de política’, diz integrante da banda Francisco, el Hombre
A banda paulistana Francisco, el Hombre, que mistura ritmos latinos e brasileiros a influências do punk rock, irá se apresentar pela segunda vez em Salvador com a turnê do seu último disco “Soltasbruxas”, nesta sexta-feira (26), no Pátio do Goethe-Institut, no Corredor da Vitória, às 20h. O grupo é formado pelos irmãos mexicanos naturalizados brasileiros Sebastián Piracés-Ugarte (vocal, percussão e violão) e Mateo Piracés-Ugarte (vocal e violão), além de Juliana Strassacapa (vocal e percussão), Andrei Martinez Kozyreff (guitarra) e Rafael Gomes (baixo, vocal de apoio). A banda é famosa por abordar questões políticas e sociais em suas músicas e está prestes a fechar o ciclo de "Soltasbruxas". Por isso, Mateo contou ao Bahia Notícias de que maneira o cenário político atual estará presente na nova produção da banda. "Isso (a política) está entrando no disco de uma forma muito forte. Tentar falar sobre essa tensão velada e dessa violência velada dentro da ansiedade de cada um. No disco estamos falando muito sobre violência, sobre polarização, estamos incendiando de dentro e chamando o público para se incendiar mesmo". Além disso, o músico destacou que "é muito difícil fazer uma arte que não fale de política", porque para ele a arte funciona como um instrumento de comunicação para poder falar dos dias atuais. "A música, que é um elemento comunicativo e gera união, ajuda a falar da nossa época. Então quando a gente fala de união, e estamos em um momento político de muita polarização e divisão, é muito necessário causar um coro de vozes do mesmo lado”. 

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Silva fala de inspirações baianas e diz que vive 'melhor fase' com música mais brasileira
O capixaba Lúcio Silva de Souza, mais conhecido como Silva, lançou o seu quinto álbum, intitulado "Brasileiro", este ano. O disco ganhou destaque por trazer ritmos mais nacionais em suas músicas, diferente dos trabalhos anteriores do cantor, que sempre gostou de explorar os sintetizadores. Além disso, Silva revela que o produto traz "reflexões políticas e sobre ser brasileiro".  “Estou achando lindo ser brasileiro, eu já passei dessa idade de ficar pensando: ‘quero fazer tudo o que está saindo no mundo, o que tem em Nova York’. Eu já fui um pouco assim e hoje eu já me ligo com as coisas que são importantes. Eu tenho muitas inspirações das músicas da Bahia, acho que  João Gilberto é o meu cantor predileto, Caetano, Gil, Gal. Eu moro em Vitoria-ES e sempre sofri muita influência do que vem da Bahia”, disse Silva ao Bahia Notícias. O músico apresenta nesta sexta-feira (28) a sua nova turnê, que recebe o mesmo nome do seu último disco. O show acontece na Sala Principal do Teatro Castro Alves, às 21h. “Eu acho que o show vai ser muito lindo, até porque vai ser no Castro Alves, um teatro que eu amo e é lendário. Já toquei lá com a Gal Costa, em 2015, e lembro que eu fiquei arrepiado com o teatro lotado. Eu acho que vai ser uma experiência muito emocionante para mim”. De acordo com Silva, "Brasileiro" reflete muito o momento que ele está vivendo. “Eu acho que pessoalmente eu estou na minha melhor fase, estou gostando muito de fazer o que eu faço, e estou me dedicando bastante. [...] Agora eu tenho mais foco, me cuido melhor, então está sendo a turnê mais prazerosa que eu fiz até agora e pela receptividade do público, que está vindo de um jeito muito caloroso”. 

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Quinta, 16 de Agosto de 2018 - 11:00

‘Vamos continuar resistindo’, diz Luedji Luna sobre dificuldades da mulher negra na música

por Lara Teixeira / Rafaela Souza

‘Vamos continuar resistindo’, diz Luedji Luna sobre dificuldades da mulher negra na música
Misturando diversos ritmos africanos e brasileiros nas suas composições, a cantora baiana Luedji Luna, 31, se tornou um dos nomes promissores da nova geração de cantoras do cenário musical alternativo no país. Ela que nasceu no bairro do Cabula, mas passou grande parte da sua infância e adolescência em Brotas, revelou, em entrevista ao Bahia Notícias, que a sua relação com a música começou de uma forma muito lúdica quando ainda era criança. “Cantar era minha brincadeira predileta, mas eu só tomei consciência com 17 anos, quando eu fiz a minha primeira música. Na adolescência eu comecei a escrever e a minha relação começou com a escrita, até mais do que com o canto, ou a música, e com 17 anos essa escrita foi se configurando em canções que eu tenho desde então”, relata a artista. Além disso, a influência musical foi algo que estava presente no convívio familiar, através do seu pai Cal Ribeiro, que era cantor e compositor.  Luedji é adepta do candomblé e falou sobre os desafios e dificuldades que encontra  no meio musical por ser uma mulher negra, que traz em suas músicas ritmos africanos e religiosos. “As dificuldades de estar nesse mundo que é racista e machista são algo que já está imposto desde que eu nasci, mas que a gente segue vivendo apesar da resistência da sociedade e do mundo em aceitar as nossas expressões, sejam religiosas ou artísticas”, argumenta. No entanto, Luedji admite que graças aos movimentos sociais anteriores a ela e outras mulheres negras importantes, os desafios de agora são outros. “Com certeza, foi mais difícil para Elza Soares do que para mim, mas ela continua sendo Elza Soares e eu continuo sendo Luedji Luna e vamos continuar fazendo o que sempre fizemos, resistindo e existindo apesar dos pesares”, completa. Morando em São Paulo desde o ano passado, Luedji retorna à capital baiana para lançar a turnê do seu primeiro disco  “Um corpo no Mundo”, na sala principal do Teatro Castro Alves, nesta sexta-feira (17). A turnê, que começa em Salvador, vai percorrer por mais cinco capitais brasileiras, entre elas Aracaju, Maceió, Belo Horizonte São Paulo e Rio de Janeiro. 

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'Me encantaria ir contra o sistema e estar com a rebelião', diz inspetora de 'La Casa de Papel'
Fenômeno de audiência, já não é novidade que a série espanhola “La Casa de Papel” ganhará uma terceira temporada na Netflix. O que nem todos sabem é que a atração chegou a ser boicotada em seu país de origem em represália à atriz Itziar Ituño, intérprete da inspetora Raquel Murillo. Em conversa com o Bahia Notícias, a artista, que nasceu no País Basco – comunidade autônoma situada no norte da Espanha – falou sobre o incidente. “Gente mais próxima quiçá à ditadura Franquista, mais simpatizante de Franco e dessa linha política, é a que armou todo esse boicote, que tentou acabar com a série e [fazer com] que as pessoas não vissem o primeiro capítulo”, explicou Ituño, destacando que “ao final conseguiram precisamente todo o contrário”, porque muitos decidiram ver a série justamente para se opor aos "haters". A artista disse ainda ter ficado surpresa com o sucesso de “La Casa de Papel” no Brasil e na América Latina, levantando também suas conjecturas para explicar este fenômeno. “A ideia de base é muito boa, e em países que estão passando por um momento ruim, que politicamente a coisa está convulsionada socialmente também, creio que uma história assim atrai. E os personagens, além do mais, são muito humanos, não são estereótipos, são gente normal, então é mais fácil identificar-se com eles”, disse Itziar Ituño, que confirmou sua participação na próxima temporada da série, apesar de não saber ainda de que forma a história irá se desenrolar. Afeita aos desafios, a atriz revelou ainda que gostaria de ver uma virada de sua personagem, passando de policial ao mundo do crime. “Me encantaria ir contra o sistema e estar com a rebelião, claro que sim! (risos)”, afirmou, sublinhando, no entanto, o pesar de eventualmente ter seus antigos companheiros como adversários. Na entrevista, Ituño falou ainda sobre engajamento político, poder, feminismo, e também sua outra faceta artística: a música. Ela lidera o grupo de rock basco Ingot, e contou que lhe “encantaria” fazer uma turnê no Brasil, onde esteve no ano passado, durante um festival de cinema. “Qualquer dia desse aparecemos por aí”, disse a artista, revelando “morrer de vontade” também de conhecer a Bahia. 

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Ao completar 60 anos, Trio Nordestino 'ganha o mundo' e realiza sonho de fundadores
Criado com a bênção de Luiz Gonzaga, por Lindú (voz e sanfona), Coroné (zabumba) e Cobrinha (triângulo), em 1958, na cidade de Salvador – mais especialmente no Pelourinho –, o Trio Nordestino celebra este ano suas seis décadas de tradição. O grupo, que hoje está sua quinta formação, carrega no sangue o DNA do autêntico forró, com Luiz Mário no triângulo e voz (filho de Lindú); Beto Sousa (afilhado de Lindú) na sanfona; e Jonas Santana, na zabumba. Em entrevista ao Bahia Notícias, os músicos contaram um pouco sobre a trajetória, partindo das ruas do Centro Histórico da capital baiana, passando pelo Rio de Janeiro e chegando ao reconhecimento internacional. “Pra você ver, o ano passado acho que a melhor coisa que aconteceu durante a vida do Trio Nordestino toda, fora as outras coisas maravilhosas, foi a indicação ao Grammy Latino. Já imaginou, um grupo que saiu daqui, três garotos saíram da Bahia, amarrando a cachorrinha, pra correr atrás de um sonho e eles conseguirem depois de 60 anos ser reconhecidos pelo maior prêmio da música internacional?”, lembrou Beto Sousa. Apesar do sucesso no exterior, com passagens pela Europa, Estados Unidos e até Japão, o grupo ainda crê que falta espaço para o gênero musical. “Eu não digo no Brasil todo, digo a mídia em si. O problema da mídia é o modismo, mas a gente não esquenta com esse negócio de modismo, porque aquele que faz sucesso hoje, daqui a uns três meses ninguém lembra”, defende Beto, que diz não ter nada contra os sertanejos – gênero que hoje ocupa grande parte da programação nas festas juninas –, mas acredita que o São João deve respeitar as tradições nordestinas, com forró como principal  estrela. "E as pessoas têm mania de dizer que o sertanejo cresce porque eles são unidos, mas é porque tem sim o investimento. O que acontece é a falta de investimento dentro do forró, porque se pegar um empresário desse que investe forte aí você vai ver que qualquer estilo estoura", avalia. O grupo falou ainda sobre as homenagens recebidas este ano e os planos de lançar um novo disco em homenagem à MPB e aos artistas nordestinos e também o primeiro DVD oficial do Trio Nordestino.

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Quinta, 17 de Maio de 2018 - 11:00

'Falta de expectativa e perspectiva de mudança', diz Lenine sobre 'Em Trânsito'

por Lara Teixeira

'Falta de expectativa e perspectiva de mudança', diz Lenine sobre 'Em Trânsito'
O cantor pernambucano Lenine escolheu a Concha Acústica em Salvador para apresentar e estrear o seu mais novo projeto, “Em Trânsito”. O show acontece neste sábado (19), às 19h, e marca o lançamento do 13ª disco do cantor, gravado durante uma apresentação ao vivo na casa de show carioca Imperator. O artista contou ao Bahia Notícias que percebeu uma diferença muito grande desse novo projeto com relação ao seu último trabalho, "Carbono”. “O foco do 'Em Trânsito' é justamente o núcleo familiar, que está comigo há anos adaptando meus discos para o universo do show. É Pantico Rocha, é Junior Tostoi, é Guila e Bruno Giorgi que também é diretor artístico do projeto todo. Então esse foco é que é bacana porque realça também esse som de banda que eu consegui com esses meus parceiros de som. Então talvez o 'Em trânsito' seja para mim a conquista mais de banda sonora que eu já talvez tenha conseguido realizar”. Além disso, Lenine falou sobre suas parcerias, sobre a mensagem que algumas das suas letras querem passar e sobre sua relação com os fãs da capital baiana. “Salvador tem uma peculiaridade sim. Eu tenho um público aí, que eu não sei se você tem noção. Olhe cara, é uma coisa muito afetiva, muito carinhosa”.

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