Terça, 12 de Junho de 2018 - 16:00

Por que tanta luta e dor, e tanto ódio?

por Alex da Piatã

Por que tanta luta e dor, e tanto ódio?
Foto: Divulgação

De modo geral, de todos os debates públicos neste país, o que não pode ser esquecido nem um só segundo, é a ideia de fraternidade entre os brasileiros. Só isso é importante.

 

Nosso Brasil está doente de uma doença terrível, porém curável. Está gemendo de dor e num momento deste dificilmente se interessará por controvérsias políticas de a, b ou c, ou mesmo Copa do Mundo de futebol. A real preocupação é de como poderá vir, um dia, a cura desta doença. 

 

Os que se interessam pelo futuro do Brasil devem prestar atenção no que vou lhes dizer aqui, mas confesso que será muito difícil fazê-los ver que uma coisa tem algo a ver com a outra.

 

Vou começar analisando a resenha sobre os que se dizem de direita e os que em posição inversa se colocam como de esquerda. Logo de início 99% destes ditos politizados não saberiam responder de pronto o que significa ser de cada um destes lados. Outro detalhe seria pelo fato de se existir primordialmente uma fé em alguém de carne e osso, não em partidos políticos.

 

Some-se a isto o fato de nosso país ser uma grande mistura de religiões e pseudo-religiões somadas, fundidas e que ao final influenciadoras do entendimento coletivo. Cada uma com uma vertente, é lógico. Como até mesmo nesta seara existe controvérsia, temos até ateístas libertários que entendem o mundo sobre o prisma materialista.

 

Deste parágrafo eu encontro a palavra esperança. Largado de lado a falsa crença no materialismo dos cargos públicos se chega ao momento em que cada um, sozinho, terá de encontrar em si mesmo e alcançar a solução dos seus problemas. Claro que esperar que  todos cheguem a este ponto seria uma utopia, já que a maioria vai ficando pelo caminho. Só que é ai que esta a minha teoria: os que chegarem sedimentarão o caminho e permitirão que os outros cheguem até aquele ponto de forma mais fácil. 

 

O que eu faço neste sentido? Bem, é fácil responder. Eu estou no meu primeiro mandato de Deputado Estadual e uso do privilégio do cargo para ajudar pessoas. Por outro lado, estive e estarei de fora de qualquer tipo de conchavos polítiqueiros e armações. Em resumo, fazer o bem e fugir do mal. Somos mais de 200 milhões de brasileiros e sonho com este número de pessoas praticando estas simples ações descritas por mim: Fazer o Bem e Fugir do Mal.

 

Esta é a cura!

 

* Alex da Piatã é deputado estadual pelo PSD

 

* Os artigos reproduzidos neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do Bahia Notícias

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